Afleveringen
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Separar é perder: a vida que se tinha, a rotina, o projeto em comum. Mas e depois? Como se reconstrói quem se é e como se volta a confiar?
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O primeiro coração partido pode parecer o fim do mundo. Para um adolescente, é mesmo. Como se atravessa e como ajudam os pais sem desvalorizar?
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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De um dia para o outro, sem explicação, um adolescente deixa de existir para os amigos. Como é que um grupo expulsa um dos seus e o que acontece a quem fica de fora?
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Perder alguém muda tudo: a rotina, a identidade, até a forma de estar com os outros. Mas a sociedade tem pressa que se volte ao normal. Como é que se vive o luto sem fingir que a vida continua igual?
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Dizer "só quero que sejas feliz" esconde, por vezes, uma exigência de perfeição. Eduardo Sá explica que a pressão para ser "muito bom" em tudo pode resultar numa quebra da autoestima.
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Projetamos imagens ideais para o exterior e para nós próprios. Eduardo Sá defende que a felicidade exige transparência e que o "Photoshop" emocional nas relações impede a verdadeira paz.
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Eduardo Sá alerta que muitas crianças têm hoje menos tempo livre que reclusos. O psicólogo defende que o contacto com a natureza é vital para que os mais novos sintam a vida.
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Em Portugal, a saúde mental parece ser um luxo mas é uma necessidade premente. O psicólogo Eduardo Sá reconhece que a forma como o trabalho está organizado veio acentuar alguns quadros clínicos.
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A educação é sexista em alguns aspetos, nomeadamente no que diz respeito à gestão das emoções. Criou-se a ideia de que "um homem não chora" mas o psicólogo Eduardo Sá esclarece: não é verdade.
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Um elogio inocente fez cair a ficha: o filho de 18 anos pode estar a viver, em silêncio, dúvidas sobre a sua orientação sexual. Como ajudar sem forçar a falar antes do tempo?
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Os Países Baixos confirmaram o primeiro caso de eutanásia numa criança entre 1 e 12 anos desde que a lei foi alterada, para permitir o procedimento nessa faixa etária em situações excecionais
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Já não se discute tanto sobre obediência, discute-se sobre ecrãs. Sem conflito não há autonomia e o atrito entre gerações pode estar a desaparecer. Os pais hoje têm medo do conflito com os filhos
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Jérémy Doku ponderou deixar o Mundial para assistir ao nascimento do primeiro filho. Acabou por conseguir as duas coisas, mas a hesitação expõe um conflito que muitos pais conhecem
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Em Santarém, um pai atirou-se do 8.º andar com a filha de quatro anos. Em Valpaços, uma madrasta matou a enteada de oito. Dois crimes, o mesmo móbil: a vingança
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Passamos a vida à procura da felicidade nas relações. Mas raramente paramos para perguntar o essencial: o que é que uma relação tem mesmo de nos dar para nos sentirmos felizes?
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A diferença entre as duas coisas não é pequena. Numa, o motor é o medo de ficar sem o outro; na outra, o desejo de estar à altura. E há ainda um terceiro lugar, o pior de todos: lutar para conquistar
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Há escolas a expulsar a bola do recreio. A de futebol, a de basquetebol, a de râguebi. Começou em Espanha, com o argumento que não é o do vidro partido. É que a bola seria tóxica porque é dos rapazes
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As crianças descobrem o corpo muito antes de terem palavras para isso. Tocam-se, fazem perguntas que deixam os adultos desconfortáveis. Onde acaba a curiosidade normal e começa o sinal de alarme?
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Uma ouvinte escreve-nos com uma dúvida que muitas famílias conhecem Tem dois filhos, de 3 e 5 anos, que dormem na sua cama… E quer saber se há uma idade certa para cada um ir para a sua cama
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O pai de um menino de 8 anos, alvo de alguma violência na escola, ficou alarmado com uma frase do filho: "Eu também provoquei, eu mereci". A escola desvalorizou, disse que faz parte do desenvolvimento
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