Afleveringen
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João Batista é descrito nos Evangelhos como um homem estranho, que vive no deserto e come gafanhotos. Para os portugueses, tornou-se um santo popular. O novo episódio de "As Histórias da Bíblia".
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Felizmente para o nosso vinho largou o voleibol e a moda e escolheu as vinhas. Hoje a premiadíssima enóloga Sandra Tavares não duvida: “não há produto mais nobre do ponto vista social que o vinho”.
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Um tentador, um anjo caído, um acusador. Afinal, o que diz a Bíblia sobre o Diabo, o grande antagonista de Deus? Episódio especial de "As Histórias da Bíblia" com respostas às perguntas dos ouvintes.
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[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 6 de julho de 2025.] A discussão sobre as refeições do Conselho de Ministros. A ameaça de tareia a um magistrado. Spínola: os berros, os pontapés debaixo da mesa, as indecisões e o passaporte com o nome do Patriarca. Vasco Gonçalves: “Um bem-intencionado, um pouco avariado da cabeça”. A manifestação da maioria silenciosa e o 11 de março. A guerra com o CDS e a lista secreta dos depositantes de um banco para financiarem o Partido da Democracia Cristã. A prisão na mesma cela que dois diretores da PIDE. E a fuga para Espanha disfarçado com uma capa e cabelo pintado. Segunda parte da conversa com o coronel Sanches Osório.
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O choque com Vasco Gonçalves. O diálogo com Costa Gomes sobre a chantagem. O documento do Grupo dos 9 que assinou sem ler. O corte com Otelo. Os bastidores do 25 de novembro, o papel de Cunhal e a guerra aos falcões que queriam uma ditadura. Os dramáticos três minutos de atraso a negociar uma rendição que mataram três militares. E vários ajustes de contas com Eanes, que acusa: de abuso de poder em detenções; de não corrigir o seu papel no 25 de novembro; e de se rodear de corruptos para sobressair como honesto.
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[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 24 de novembro de 2025.] Otelo achou que podia ter vencido no 25 de novembro, mas quis evitar mortes e uma guerra civil. As duas prisões, as duas eleições presidenciais e o longo período em que viveu com duas mulheres. Segunda parte da entrevista com o filho de Otelo, Sérgio Carvalho: “Compreendo a amargura dos filhos das vítimas das FP”.
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[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 6 de janeiro de 2025.] A pancadaria no Técnico. Os professores amedrontados. As estranhas reuniões com os comunistas. E a detenção de Soares Carneiro. Marçal Grilo descreve os momentos mais tensos que viveu em 1974 e 1975.
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O sequestro de Otelo em Belém no 28 de setembro. A escolha de Costa Gomes para substituir Spínola na Presidência. O envolvimento da CIA e do KGB na Matança da Páscoa. A reunião em que se decidiu a nacionalização da banca depois do 11 de março. E as listas de pessoas a prender: “Houve abusos, com certeza. Há pessoas que têm razão para estarem chateadas. Mas em todo o lado em que há processos revolucionários complexos há fuzilamentos. Aqui não houve.”
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Um castigo levou-o a falhar o 25 de abril no posto de comando, onde foi substituído por Otelo. Seguiu os acontecimentos a partir dos Açores, onde apoiou Melo Antunes a tomar a PIDE e ocupou a sede da Legião Portuguesa. A euforia das primeiras horas: “Parecia um doidinho, aos saltos: ‘Pá, ganhámos!’” As sete comissões de moradores da Calçada da Ajuda. E as descrições incríveis das fúrias nos diálogos com os outros militares, nas várias lutas pela tomada do poder — mas também por causa do tamanho das patilhas. Vasco Lourenço, parte I.
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Os choques com Spínola na Guiné: “Mas que raio de general é o senhor?” As fintas à PIDE, a revolta contra o regime e as discussões mais tensas: “Eu tive sempre uma postura de confronto.” O espanto quando ouviu pela primeira vez Melo Antunes a falar: “Quem é este gajo? Temos homem!” O plano de rapto para evitar a ida para os Açores. E a forma como enganou os outros militares, para os convencer a pedirem a demissão do Exército em vez de optarem por uma manifestação.
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Otelo achou que podia ter vencido no 25 de novembro, mas quis evitar mortes e uma guerra civil. As duas prisões, as duas eleições presidenciais e o longo período em que viveu com duas mulheres. Segunda parte da entrevista com o filho de Otelo, Sérgio Carvalho: “Compreendo a amargura dos filhos das vítimas das FP”.
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Os dias de Otelo em 1974/75 tal como os contou ao filho, Sérgio Carvalho. A tentativa de sedução do PCP com a viagem a Cuba, um encontro-surpresa com Cunhal, as relações com Spínola, Costa Gomes e Vasco Lourenço, os mandados em branco, a missão na Quinta do Lago, as abordagens para ser primeiro-ministro e Presidente da República. A angústia da mãe no 25 de abril. E a porrada que apanhava dos filhos dos ultras no Colégio Militar, onde tinha como alcunha “Otelo”.
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A “tragédia” de um dia normal no palácio de Belém. As chantagens a militares com ficheiros da PIDE. A “artimanha e jogo de cintura” de Costa Gomes, apanhado a conspirar com Vasco Gonçalves em S. João da Barra. A ida de Spínola em pijama para Tancos, quando lhe falaram na matança da Páscoa. O “medo” de Eanes. A prisão depois do 11 de março, o 25 de novembro e um gato chamado Otelo. Segunda parte da entrevista a Manuel Monge.
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A divergência com Otelo que levou à derrota do golpe das Caldas. A prisão e a libertação no dia 25 de abril. E o confronto sobre a descolonização com Melo Antunes — que levou Spínola a ameaçar dar-lhe um tiro. Entrevista ao general Manuel Monge, parte I.
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O respeito pelos deputados do PCP na Assembleia Constituinte: “Aquele senhor sofreu como eu não sofri”. A matança da Páscoa: “O primeiro exercício de guerra híbrida em Portugal”. As armas do 25 de novembro. A resposta de Sá Carneiro para votar a favor da Constituição (de que discordava). Cunhal, que "não quis ficar nas mãos de Otelo". Melo Antunes, "um fumador calado" e "chefe do staff ideológico". E o jovem operador de câmara Ramos Horta, com quem fez um jornal em Timor. Segunda parte da entrevista a Ângelo Correia.
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A épica implantação do PPD em Aveiro a seguir ao 25 de abril: o papel do contínuo, o militante encapuzado, o casting para as mesas nas sessões de esclarecimento, a palavra do bispo e o erro com Girão Pereira. Parte I da entrevista com Ângelo Correia: “O 11 de Março é talvez o fenómeno político mais destruidor por muitos anos em Portugal.”
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O CDS viveu parte da revolução às escondidas: com medo das escutas telefónicas, os dirigentes deixaram de se tratar pelo nome para usarem animais; uma funcionária era a guardiã dos ficheiros de militantes para os proteger em todos os golpes; e Ribeiro e Castro levava notas para o pai escondidas no farol do carro quando o ia visitar a Espanha. Ainda os bastidores do voto contra a constituição, o apoio do PS e dos alemães, e a relação entre Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa para resistirem à intriga, num partido em que os casados ganhavam mais do que os solteiros. Parte II da entrevista a José Ribeiro e Castro.
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Operação Míscaros: o plano montado em segredo por um comandante da Força Aérea para desviar aviões e reagir ao 25 de novembro, levando ao recuo de Álvaro Cunhal. A descoordenação com os comandos de Jaime Neves no ataque à Polícia Militar. E a desilusão com o ex-ministro do Trabalho que o PCP enviou para Cuba e Angola. Parte II da entrevista ao General Vaz Afonso: “O PCP esteve muito próximo de sair vitorioso, mas nunca mereceu as palavras de Melo Antunes. Nunca foi democrático.”
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