Afleveringen
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A tecnologia não está mudando apenas a forma como as empresas prestam seus serviços. Em muitos setores, ela está permitindo criar serviços completamente novos. No Opice Blum Advogados, Inteligência Artificial, automação e monitoramento digital ampliaram o portfólio do escritório com novos serviços e produtos jurídicos que antes não faziam parte da advocacia tradicional.
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Além de acelerar processos, a tecnologia passou a acelerar a capacidade do negócio de se reinventar. Tudo depende da forma como ela foi construída. É o caso da plataforma digital Mercado Único, que deu uma guinada e transformou seu modelo de negócio em poucas semanas.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Uma fintech usou a tecnologia blockchain para abrir novos espaços no mercado e alcançar um público que até então estava desatendido.
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Criar um novo produto já não basta para manter a competitividade, o desafio passou a ser reinventá-lo continuamente, acompanhando a evolução da tecnologia e das necessidades dos clientes.
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Tecnologia hoje não é só eficiência, é capacidade de antecipar riscos, tomar decisões com mais contexto e proteger margem antes que o problema apareça.
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Crescer traz um desafio pouco discutido, a complexidade. Quanto maior a empresa, mais processos, decisões e pessoas precisam ser coordenadas.
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Em algum momento toda empresa acaba ficando com parte da sua operação parada ou subaproveitada, é inevitável. A loja vazia, o equipamento ocioso, a consulta desmarcada, tudo isso continua gerando custos e deixa de gerar receita.
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Fazer mais com a mesma estrutura pode ser uma das formas mais eficientes de proteger a margem de um negócio. A Loggi, empresa de logística, descobriu isso ao usar inteligência artificial para reorganizar o modo como roteiriza as entregas.
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Vender mais não sempre significa ganhar mais dinheiro. Para proteger a margem do negócio, as empresas precisam crescer sem que os custos aumentem na mesma velocidade da receita.
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Não tem mágica, toda oferta tem um custo para a empresa. O desafio é saber em quais clientes vale a pena investir para gerar uma nova venda. E o que está em jogo é alocar a receita certa de forma inteligente para conquistar e manter clientes, e claro, sem abrir mão de rentabilidade. E é aí que a tecnologia entra em campo.
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Em vendas, conhecimento faz toda a diferença, mas o grande salto é quando esse conhecimento vira inteligência de negócio com estratégias assertivas para fechar vendas. Na Quimatic, indústria química que atende clientes de diversos segmentos, o desafio era justamente transformar a experiência acumulada pelos consultores técnicos em inteligência acessível para toda empresa.
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A conversa com o cliente ganhou um novo papel nas empresas, deixou de ser apenas canal de atendimento e suporte e passou a ser também de relacionamento. E nesse movimento a conversa ganha continuidade, contexto, histórico e começa a gerar venda, retenção e receita. E claro, com a inteligência artificial acelerando essa transição.
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Conhecer o cliente sempre foi importante para vender mais. A diferença é que agora, as empresas conseguem, com inteligência artificial, antecipar comportamentos e identificar necessidades antes mesmo que elas surjam. Segundo a consultoria McKinsey, empresas que utilizam o IA para identificar a próxima melhor interação com cada cliente, conseguem aumentar receitas entre 5% e 8%, elevar a satisfação dos consumidores em até 20% e reduzir custos de atendimento em até 30%.
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Vender mais continua sendo prioridade para qualquer empresa. O que mudou é a forma de fazer isso. Se antes a tecnologia era vista como uma vantagem competitiva, hoje ela passou a ser condição básica para conquistar clientes, fortalecer relacionamentos e aumentar receitas.
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A inteligência artificial nas empresas é uma realidade. Mas qual é a qualidade desse uso? As empresas brasileiras já são realmente beneficiadas pela IA? Esse é o tema do quinto e último episódio da série “IA: o futuro no presente".
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O uso de inteligência artificial no recrutamento e seleção de profissionais está mudando o cenário dos dois lados. Candidatos e empresas agora têm novos desafios na hora do match da contratação. Ouça no quarto episódio da série "IA: o futuro no presente”.
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A inteligência artificial no setor de saúde chega para trazer mais agilidade e precisão em diagnósticos e tratamentos. É sobre isso o terceiro episódio da série IA: o futuro no presente.
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Um dos setores que está vivendo uma transformação por causa da inteligência artificial é o mercado financeiro. Robôs e automações estão transformando investir em algo mais simples e acessível.
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A chegada da inteligência artificial na economia real provoca uma revolução nas empresas. E ajuda a tornar os processos e até os resultados mais pareados entre as empresas pequenas e médias e as grandes corporações. Esse é o tema do episódio de estreia da série “IA: o futuro no presente”.
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Thassius Veloso fala sobre o último dia do Web Summit e destaca o debate sobre soberania digital na era da inteligência artificial, além dos impactos geopolíticos da corrida tecnológica e a expectativa em torno da abertura de capital da SpaceX.
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