Afleveringen
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A promotora imobiliária VITZA lançou uma marca que pretende criar casas mais acessíveis. Oferece um novo conceito de habitação, assente na sustentabilidade e na redução e reutilização de equipamentos. O objetivo é baixar os custos de construção, com reflexo no preço final do imóvel. conhecemos o projeto com o CEO, Fernando Vasco Costa. A marca CORE assenta no conceito de ‘Essential living’, que permite ao comprador decidir que equipamentos pretende ter em casa, ajustando assim o valor final de compra, ao mesmo tempo que garante a qualidade da construção. O primeiro projeto da marca já está em marcha em Leça da Palmeira, com mais de cem apartamentos com tipologias de T0 a T3.
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Há cada vez mais agentes imobiliários em Portugal. O número de profissionais duplicou na última década, numa altura em que o volume de negócios das atividades do setor atinge níveis recorde. Com uma oferta cada vez maior, explicamos a que devem estar atentas as pessoas que procuram ajuda para vender, comprar ou arrendar casa, com a opinião do Presidente da APEMIP.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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O self storage, ou armazenamento à medida, é um serviço de arrendamento que está a ganhar expressão no mercado nacional: são cada vez mais os novos investidores, nacionais e internacionais, atraídos pelas altas rentabilidades e flexibilidade do negócio. No Chave na Mão, falamos com Albano Costa Lobo, administrador da Control Space, uma empresa portuguesa que conta já com 30 mil m2 de área de armazenamento.
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Segundo os dados do INE, os custos de construção subiram 3,1% em janeiro, muito à boleia do preço da mão de obra, que disparou 6,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. A falta de profissionais é o principal desafio do setor, que depende cada vez mais da mão de obra estrangeira. A produção na construção está a aumentar, ao mesmo tempo que sobem os custos, sobretudo com a mão de obra (que é escassa), o que tem impacto direto no preço da habitação. Neste episódio, analisamos os desafios do setor, com Carlos Mineiro Aires, antigo bastonário da Ordem dos Engenheiros.
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A maioria dos inquilinos que vivem na região da Grande Lisboa estão em sobrecarga financeira devido aos preços elevados das rendas. Um estudo realizado pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra revela que mais de 70% das pessoas que vivem numa casa arrendada estão com dificuldades em pagar a habitação. No Chave na Mão falamos sobre esta realidade com Rita Silva, investigadora do CES.
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O segmento de luxo em Portugal continua a demonstrar resiliência e potencial de crescimento. É o que revela um estudo desenvolvido em parceria entre a NOVA School of Business & Economics e a Porta da Frente Christie’s. Analisamos as principais conclusões com o CEO, João Cília. Com um impacto económico acima dos 5 mil milhões de euros no ano passado, o segmento residencial de gama alta tem registado uma procura crescente nos últimos anos. O investimento manteve-se alto, mas surgiram desafios estruturais como a falta de mão-de-obra qualificada e a demora nos processos de licenciamento. Ainda assim, o setor mantém-se robusto, com previsões otimistas para os próximos anos.
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Foram aprovadas no parlamento as alterações à lei dos solos, como ficou conhecido o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT). A mudança permite reclassificar solos rústicos em urbanos, para a construção de casas. A arquiteta Helena Roseta alerta para os riscos da lei, mas defende que fica mais equilibrada com as alterações aprovadas. O PSD apoiou na especialidade a maioria das propostas do PS. As alterações apresentadas pelo Chega e Bloco de Esquerda foram rejeitadas. O regime estará em vigor durante 4 anos. Helena Roseta critica a lei e critica o Presidente da República por ter promulgado um diploma sobre o qual veio depois a demonstrar reservas. A ex-deputada defende no entanto que as alterações agora aprovadas melhoram o diploma.
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Está lançada mais uma temporada do Chave na Mão, o podcast do Expresso dedicado ao setor imobiliário. Neste episódio de regresso, o primeiro de 2025, medimos o pulso ao mercado e o que esperar para o setor ao longo deste ano, com a análise do Diretor-Geral da CBRE Portugal. O ano passado terminou com valores recorde, quer em termos do número de transações, quer em termos do valor de venda. Francisco Horta e Costa sublinha que os números indicam que os vários segmentos (comercial, retalho e residencial) terão um comportamento bastante positivo em 2025.
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Depois de mais um corte nas taxas de juro anunciado pelo Banco Central Europeu, os empréstimos que estejam indexados à Euribor a 6 e a 12 meses deverão ter uma diminuição mensal. Foi o quarto corte do ano nas taxas de juros e antevê-se que o BCE continue a mesma política no próximo ano. Analisamos o impacto na prestação da casa. A prestação da casa pode baixar entre 5 e 19€ em janeiro. As descidas adicionais que os mercados projetam para o próximo ano poderão fazer a Euribor recuar para um patamar próximo dos 2%.
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A alteração à lei dos solos aprovada pelo governo que permite aos municípios utilizar terrenos rústicos para construção de habitação, está a dividir os autarcas. O vice presidente da Câmara de Alenquer, Tiago Pedro, sublinha o potencial da medida para atenuar o problema da habitação, mas deixa alertas. O governo anunciou a flexibilização da lei do uso dos solos, para que os municípios possam converter terrenos classificados como rústicos, em habitação. Os concelhos do interior do país têm reservas e lançam críticas a medida. Já os municípios mais próximos das grandes cidades, veem a proposta com bons olhos.
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O parlamento chumbou o mecanismo que permitia a descida no IVA da construção para os 6%. O recuo de uma das medidas mais reivindicadas pelo setor, mereceu muitas críticas dos vários intervenientes. A Ordem dos Arquitetos diz que seria um instrumento importante de combate à evasão fiscal. Em relação aos preços, Avelino Oliveira diz que os valores dos projetos de arquitectura em Portugal já são muito baixos, em comparação com os restantes países europeus, o que pode afetar a qualidade.
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A conversão de uso de espaços como lojas ou escritórios é uma tendência que está a ganhar cada vez mais forca em Portugal. Poderá estar nesta solução uma forma de garantir mais oferta no mercado e com isso melhorar o acesso à habitação? A Vice-presidente da APEMIP e responsável pela área residencial da Dils Portugal explica as vantagens e analisa o impacto no mercado.
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Donald Trump venceu as eleições nos Estados Unidos e, por isso, espera-se que vários norte-americanos escolham Portugal como a sua morada para os próximos quatro Anos. Alfredo Valente, CEO da imobiliária iad, analisa o tema no episódio desta semana. Depois da vitória de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, os termos "Portugal Property" e "Portugal Golden Visa" estão a registar o maior número de pesquisas nesse país dos últimos 5 anos, segundo a consultora Athena Advisers, que analisou dados do Google. Alfredo Valente, CEO da imobiliária iad, reconhece que, provavelmente, estamos perante uma nova ‘vaga’ de norte-americanos a imigrar para Portugal, mas considera que não terá um grande impacto no nosso mercado de habitação.
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Com o novo regime do Alojamento Local em vigor, o governo devolveu às autarquias o poder para suspender, ou não, as novas licenças e muitos municípios estão a optar por um travão à atividade. Mas a Câmara Municipal de Cascais vai continuar a permitir os novos registos. Nuno Piteira Lopes, vice-presidente da autarquia, explica porquê e fala da estratégia para resolver o problema da habitação no concelho.
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A habitação está a tornar-se cada vez menos acessível às famílias portuguesas, sobretudo às mais vulneráveis. Um estudo da OCDE revela que Portugal regista um dos agravamentos mais expressivos. O economista aponta o dedo à falta de oferta e de incentivos à construção. Portugal foi, desde 2020, o quarto país do grupo com maior aumento na sobrecarga de custos com habitação, ficando atrás apenas da Hungria, Chile e Lituânia. Uma realidade que não surpreende Pedro Brinca, que considera que faltam medidas de incentivo à construção.
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Entram em vigor neste mês de novembro as novas regras para o Alojamento Local, que revogam algumas das alterações implementadas pelo programa Mais Habitação. No Chave na Mão, ouvimos a análise do presidente executivo da ERA Portugal, que fala também sobre o aumento da procura de casa por parte dos jovens. Segundo o novo regime para o AL, as licenças deixam de ter um prazo de validade de 5 anos e passam a ser transmissíveis. A aprovação dos novos registos deixa de estar nas mãos dos condomínios e os municípios passam também a ter maior poder para regulamentar a atividade. As regras já estão em vigor.
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O Governo não vai descongelar as rendas, mas sim manter a compensação que já existe aos senhorios. Pedro Ventura, Diana Ralha, diretora da Associação Lisbonense de Proprietários, deixa a sua análise às políticas dos últimos anos.
Depois do mal-entendido com o possível descongelamento das rendas, o Governo disse que queria compensar os senhorios e criar “justiça” no mercado. O que está em causa é a operacionalização do mecanismo de compensação já em vigor e a continuação do mesmo pelo menos em 2025.
Diana Ralha, diretora da Associação Lisbonense de Proprietários, mostrou-se descontente com a solução criada pelo Executivo, relembrando que nas conversas prévias foi “prometido” o descongelamento das rendas.
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O Ministro da Habitação prometeu avançar com incentivos para o setor da construção para conseguir cumprir o objetivo de construir 59 mil casas até 2030. Miguel Pinto Luz diz que as medidas estão a ser negociadas com o setor e promete anunciá-las em breve. O jornalista José Gomes Ferreira comenta a crise da habitação. A descida do IVA para os 6%, uma das medidas mais reivindicadas pelas construtoras, não tem ainda data para avançar, embora na proposta de Orçamento conste uma autorização legislativa para permitir a descida. O jornalista da SIC refere uma medida paliativa que não resolve o problema de fundo, de falta de terrenos disponíveis.
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Na semana de entrega da proposta do Orçamento do Estado, analisamos as medidas na área da habitação, dirigidas sobretudo aos jovens. A economista e investigadora na área da habitação Vera Gouveia Barros comenta a isenção do IMT e do Imposto de Selo para os jovens até aos 35 anos.
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O Governo já aprovou as condições da garantia do Estado para os jovens comprarem casa com financiamento bancário a 100%. A regulamentação entrou em vigor a 28 de setembro e dá aos bancos 30 dias para aderirem ao programa. O jornalista Pedro Andersson, autor do programa Contas Poupança, faz as contas e explica como vai funcionar esta ajuda.
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