Afleveringen
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Agora, sim: Campeonato do Mundo de 2026, here we go. Mas, calma aí, not so fast. Aqui começamos por saber quais os clubes portugueses com mais golos marcados pelos seus jogadores em Mundiais. Como se percebe pelo título, nesse particular ninguém consegue ombrear com o Benfica. Há 27 golos das águias, contra 12 do FC Porto e sete do Sporting. O Rui Miguel Tovar conta isso tudo direitinho e até o Beira-Mar entra nesta lista: Magdi Abdelghani, alguém se lembra? Se alargarmos a pesquisa a emblemas internacionais, aí o rei é catalão e chama-se Barcelona: 84 golos blaugrana.
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De Barcelos para Faro são 610 km de distância. É esse o percurso de Cacioli em 1995, quando decide trocar a condição de ídolo no Gil Vicente com a de discípulo de Paco Fortes no São Luís. É no Farense que conhece, por exemplo, o mítico Paixão. E foi por causa do corpulento lateral que quase perdia o amor da sua vida. «Tirei uma foto, pus o cabelo do Paixão sobre a minha careca e a minha esposa pensou que era o cabelo de outra mulher.» Tudo acabou resolvido, bem resolvido, e Cacioli continua feliz e bem casado com a dona Marciolina. Em Barcelos, claro.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Chamavam-lhe o 'Lombardo de Barcelos', mas o nome real ecoa até hoje com mais força. Cacioli, um dos geniozinhos do futebol português nos anos 90, principalmente por tudo o que fez com a camisola do Gil Vicente. Os 'galos' apaixonaram-se pelo pé esquerdo e a carequinha de Cacioli, Cacioli respondeu com reciprocidade e em 2026 ainda é um orgulhoso barcelense - apesar de nascido no Brasil. Curiosamente, uma das histórias mais curiosas envolve um clube onde nunca jogou, o Boavista: «Para me contratar, o clube queria que eu casasse por conveniência, para não ocupar uma vaga de estrangeiro.»
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Os leitores do DESTINO: SAUDADE pedes e, muitas das vezes, têm. Desta vez, a ordem suplicava por um programa sobre jogadores da I Liga que depois se tornaram treinadores no principal escalão. E aqui estamos, a agradecer a ideia e a servir quem nos segue.
A recolha e escolha de nomes é da responsabilidade de Rui Miguel Tovar. Há histórias do arco da velha, mas uma não nos sai da cabeça.
György Orth. Já ouviu falar? Era húngaro, disputou as Olimpíadas de 1924 e morreu depois de dar um treino do... FC Porto.
Venha daí para mais histórias contadas pelo nosso Rui, com passagem pelo 'Domingo Desportivo' (Jaime Pacheco) e o 'Ficheiros do Tovar' (O Rui num doa de Volta a Portugal).
Fechamos com a 'Caderneta de Cromos' e uma histórica edição da revista «Dragões». -
Qual é o guarda-redes com mais jogos oficiais por cada um dos clubes da I Liga? Quem diz a I Liga, diz não só os atuais 18 inquilinos, mas também antigos e históricos ocupantes - Marítimo, Belenenses, Académica, Leixões... E não ficamos por aqui. Revelamos também quem é o keeper recordista absoluto em aparições no escalão maior e o nome é surpreendente.
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A viagem pela carreira de João Peixe entra na PARTE II. Passa pela Serra da Estrela, pelo Marco de Canavezes e encontra uma certa acalmia nos Açores. Uma falsa serenidade, na verdade, pois a noite de Ponta Delgada esconde perigos traiçoeiros.
«Ia a pé numa daquelas ruas estreitinhas e vejo dois chavalos, dois rapazes meio... indrominados. Meio bêbedos, meio drogados.»
Não corre bem, claro. Mas João recorda tudo de bom humor e peito cheio, feliz por tudo o que conquistou em cima da relva. Mesmo a passagem pela Grécia, e do temor imposto pelo truculento Oleg Blokhin, merece-lhe sorrisos e bonomia.
Venha daí para mais um episódio do DESTINO: SAUDADE com este campeão da Europa de sub18. -
A carreira de João Peixe é capaz de dar um bom filme. E a vida? Uma série, várias temporadas. Por falar em temporadas, como é que o craque goleador da formação do Benfica, campeão da Europa de sub18, só faz uma na I Liga? E logo aos 19 anos, no primeiro ano de sénior. O que se passou depois? É isso que Peixe, o nazareno, explica na visita ao DESTINO: SAUDADE. Simpatia, memória perfeita e uma coleção invejável de camisolas, todas usadas oficialmente. Quantas? 27, veja bem, todas usadas entre 1992 e 2012, 20 anos resumidos nesta conversa na sala de estar do zerozero - com todas (!) as camisolas ao nosso lado.
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A sugestão de um seguidor teve direito a passar a episódio. Real, de carne e osso. Qual o 'onze ideal mais treinador' do Rui e do Pedro, apenas com futebolistas e misters sem qualquer passagem pelos 'três grandes' do nosso país? O resultado é uma miscelânea de craques e génios, treinados respetivamente por Vítor Oliveira e Vítor Manuel. A imagem de capa ajuda a perceber algumas das maravilhosas opções, mas queremos aqui destacar Caio Júnior - o antigo cérebro vimaranense foi uma das vítimas do acidente aéreo da Chapecoense.
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A lista arranca acima dos 300 golos e vai por lá abaixo. O DESTINO: SAUDADE revela o melhor marcador de cada um dos clubes com passagem pela 1ª divisão nacional. Alguns não surpreendem (Eusébio, Gomes, Matateu...), mas outros destacam-se por serem nomes do nosso tempo. Ricardo Horta já é o maior goleador da história SC Braga e Fran Navarro (agora em Braga) é o homem com mais golos ao serviço do Gil Vicente. Percorra connosco esta grandiosa lista de homens-golo, alguns deles recolhidos do baú do esquecimento.
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O bombardeiro de Braga muda-se para o FC Porto em 1996. Leva com ele os remates fortíssimos e um telemóvel novo. O primeiro da sua vida. Falamos de Barroso, antigo médio e por uma vezes internacional A com Portugal. Na PARTE II da visita ao Destino: Saudade, Barroso revela ter começado a trabalhar aos nove anos na marcenaria de um familiar e lamenta nunca ter tido o pai na bancada a ver um jogo seu. Uma conversa maravilhosa com um dos bons nomes do futebol português nos anos 90.
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Nos últimos 30 anos, ninguém marcou mais golos de livre direto na I Liga. Bombardeiro, poderoso, feroz. Barroso fez escola em Braga, principalmente (mas não só) pelo remate fortíssimo, mas foi no FC Porto que celebrou as principais conquistas da carreira. Bicampeão nacional nos dragões, continua sem perder a gradual perda de espaço e a saída por empréstimo para a Académica. Pela Seleção Nacional tem um registo peculiar: uma internacionalização, um minuto e um troféu. Os números podiam ser diferentes, mais corpulentos, não fosse uma noite de tristeza em Braga. «Disse aos jornalistas que estava triste por não jogar e o Artur Jorge levou a mal.»
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Quem não adora um jogo resolvido por um homem saído do banco de suplentes? Aquela arma secreta lançada pelo treinador, às vezes em desespero? É disso que se serve o DESTINO: SAUDADE desta semana. Inicialmente, a procura é pelos terceiros suplentes, aquela última cartada num jogo mais do que difícil. Mas vamos por aí fora e atravessamos nomes famosos por feitos cometidos com o estatuto de suplente perfeito: César Brito e Eder, Rui Filipe e Pinilla, até Costinha. Um episódio delicioso, a puxar por instantes de inspiração de treinador e futebolista. Boa viagem!
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Senhor classe, um cavalheiro elegante no centro da defesa. Alto, fino, um jogador de smoking e laço. Aloísio Alves, o terceiro futebolista com mais jogos oficiais pelo FC Porto, é o convidado do DESTINO: SAUDADE nesta visita à sala de estar da memória. Aos 62 anos, o regresso à Invicta e ao Dragão é um desejo assumido e pouco secreto. Merecedor de uma estátua no Museu azul e branco, Aloísio atravessa mais de uma década de recordações portistas, depois de um arranque na Europa ministrado por Johan Cruyff, em Barcelona. Aloísio, um dos melhores atletas de sempre a passar na I Liga é o protagonista deste programa do zerozero.
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E se os segundos classificados, os finalistas derrotados, tivessem sido os campeões dessas malditas competições europeias? Como ficariam os palmarés das provas da UEFA? Bem, a conclusão de Rui Miguel Tovar é surpreendente: então não é que a Juventus e o Benfica seriam os emblemas mais titulados? Pois. Nesse mundo alternativo, qual Stranger Things qual quê, Wenger, Cúper e Lippi seriam também os treinadores mais medalhados. O exercício repete-se para a nossa Taça de Portugal. Ouça tudo com muita atenção. Upside Down.
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A segunda parte da visita de Hélder Postiga ao DESTINO: SAUDADE arranca com a zanga séria tida com Co Adriaanse no FC Porto e passa pela mudança para Alvalade. O antigo avançado compara os dois clubes e sorri ao lembrar a radical mudança de estatuto no Dragão: «Na pré-época era o 'key player' do Adriaanse, como ele nos dizia.» Presença constante na Seleção Nacional e nos grandes torneios entre países, Postiga fala dos Europeus e dos Mundiais, recorda o período de ausência na era-Queiroz e elogia o «paizão» Scolari pela forma como soube lidar com o grupo de trabalho. Uma conversa para apreciar no ZEROZERO.
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A 'panenkada' à Inglaterra ficará marcada para sempre no imaginário do futebol português. Estamos todos de acordo. Mas a carreira de Hélder Postiga é muito mais do que esse instante de atrevimento. Falamos de um jogador presente em dois Mundiais e três Europeus, um caxineiro exibido à Europa do futebol por José Mourinho no FC Porto e autor ainda de épocas interessantes no Sporting. O antigo avançado é convidado a sentar-se na sala de estar do DESTINO: SAUDADE.
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O desafio proposto é curioso. Quase um multiverso do golo em Portugal. E se dividíssemos a liga portuguesa a meio, como se fosse o Clausura e Apertura argentinos, para alterarmos os resultados relativos ao melhor marcador de cada época? Os resultados são surpreendentes, sim, e os nomes também. Percorremos de fio a pavio estes «Bola de Prata», com muitos goleadores e memórias a acompanhá-los. Este «e se?» não nos deixa ficar mal.
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O Menino de Ouro dos anos 90 chama-se João Vieira Pinto e é especialíssimo convidado do DESTINO: SAUDADE. Há a noite de 14 de maio de 1994 em Alvalade, prova metafísica da perfeição num relvado de futebol, mas o génio não se esgota aí. JVP é bicampeão mundial de sub20 e o homem que atravessa o Vietname benfiquista com a equipa ao colo. Na primeira parte da conversa, o menino do Bairro do Falcão fala do aparecimento no Boavista, do falhanço em Madrid ao lado de Paulo Futre e da relação eterna com os seus antigos colegas da geração de Riade-89 e Lisboa-91.
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Ainda se lembra do dia em que o Lyon jogou em Faro? E da visita da Juventus ao Estádio dos Barreiros? Espere, calma, não nos diga que numa certa tarde o AC Milan jogou no Barreiro? Depois de fechar a boca de tanto espanto, venha connosco pela viagem completa dos clubes portugueses de média e pequena dimensão nas competições da UEFA. O episódio é sobre eles, sobre os seus feitos na Europa, alguns verdadeiramente surpreendentes. Ah, quer mais exemplos? Barreirense-Dínamo Zagreb. Estoril-PSV. Rio Ave-Milan. E muitos Belenenses-Barcelona. Uma maravilha, muitas maravilhas.
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Na segunda parte da entrevista a António Folha no DESTINO: SAUDADE, os anos de treinador no FC Porto (formação e equipa B) são passados a pente fino e não faltam elogios a nomes agora importantes. Acima de todos? Rodrigo Mora. Folha reclama a paternidade desportiva do pequeno génio de Custóias e compara-o a João V. Pinto e a Alentichev. A conversa acaba com mais palavras bonitas, estas sobre António Simões, um dos monstros sagrados do... Benfica. É a Parte 2 de uma visita especial do antigo extremo e atual treinador ao zerozero.
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