Afleveringen
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Em junho de 2012, a Organização das Nações Unidas decidiu pela criação de uma data que celebre a Felicidade. No dia 20 de março é comemorado o dia Internacional da Felicidade.
A criação desta data visa incentivar a felicidade e alegria entre os povos do mundo, evitando os conflitos e guerras sociais, étnicas ou qualquer outro comportamento que ponha em risco a paz e o bem-estar das sociedades.
Segundo um estudo da Global Happines Study, realizado em 2023, 65% dos brasileiros consideram a saúde e o bem-estar físico muito importante como fonte de felicidade, e 62% da população acredita que ter um bom emprego é o segundo principal ponto para alcançá-la. Outra pesquisa, do projeto Mundi360, mostrou que 80% das pessoas entrevistadas não sabiam definir o que é felicidade.
Para nos ajudar a entender o que é esse sentimento, suas nuances e como cultivá-lo, convidamos a professora do Departamento de Psicologia Social e Desenvolvimento Valeschka Martins Guerra. Ela desenvolve pesquisas nas áreas de Psicologia Positiva, atuando em temas como Psicologia da Felicidade e do Bem-Estar.
Quer saber mais sobre a Psicologia da Felicidade? Confira o curso online da Ufes.
ES Ouve tem edição e apresentação de Eduardo Couto, texto, produção e apresentação de Carol Boueri e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho.
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Neste episódio, Impacto irá falar sobre o fortalecimento dos atores da Economia de Impacto e como isso contribui para um mundo mais sustentável e equitativo. Para isso, o convidado será Vinícius Bazan, Gestor de Marketing e Projetos da Ago Social.
A Ago Social é uma grande plataforma que impulsiona o impacto socioambiental no Brasil. Seu objetivo é apoiar as pessoas que ajudam o mundo a ser um lugar melhor. Para isso, trabalhamos com base em três pilares: conhecimento, conexões e capital.
ESOuve tem edição e apresentação de Eduardo Couto, curadoria de Licia Mesquita, jornalismo de Carolina Boueri e direção de Danieleh Coutinho.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Oito de março é o Dia Internacional da Mulher. Muitas pessoas consideram a data apenas como uma homenagem às mulheres, mas, diferentemente de outros dias comemorativos, ela não foi criada pelo comércio — e tem raízes mais profundas.
Sua origem tem algumas explicações históricas. No Brasil, é muito comum relacioná-la ao incêndio ocorrido em Nova York no dia 25 de março de 1911 em uma fábrica, que matou 146 trabalhadores — 125 deles, mulheres — e trouxe à tona as más condições enfrentadas por mulheres na Revolução Industrial.
No entanto, há registros anteriores a esse episódio que trazem referências à reivindicação de mulheres, como a grande passeata realizada em 26 de fevereiro de 1909, em Nova York ou em agosto de 1910, quando a alemã Clara Zetkin propôs, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, a criação de uma jornada de manifestações.
Mas o 8 de março acabou prevalecendo, graças à onda de protestos contra a fome e a Primeira Guerra Mundial que tomaram conta da Rússia em 1917. Nessa data, um grupo de operárias saiu às ruas em um desses protestos. O chamado Dia Internacional das Mulheres foi oficializado pela ONU 58 anos depois, para lembrar suas conquistas políticas e sociais.
Nesta semana da mulher, ESOUVE escolheu falar de ações em prol das mulheres. E para tal, convidamos Fabíola Mozine, produtora executiva e coordenadora do coletivo Cine Por Elas, que tem como objetivo reunir, projetar, discutir, democratizar o conhecimento e movimentar as mulheres capixabas.
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Beber é um ato de confraternização e sociabilidade muito comum entre os brasileiros. Segundo o Centro de Informações sobre Saúde do Álcool, consumo médio anual per capita de álcool no Brasil é de 8,7 litros.
Mas se beber pode ser bom e prazeroso, que admirador de um bom drink nunca acordou no dia seguinte com aquele gosto de guarda-chuva na boca e o pensamento de que nunca mais vai colocar uma gota de álcool no organismo?
A ressaca é uma resposta do organismo humano, que alerta quando o corpo está intoxicado pelo álcool. Para relembrar que, como diz a marchinha de carnaval, cachaça não é água, foi criado o Dia da Ressaca, celebrado anualmente em 28 de fevereiro no Brasil. Algo bastante simbólico, já que também é a época do Carnaval.
Para explicar o que acontece no corpo de quem bebeu e dar mais detalhes sobre o assunto, convidamos o hepatologista do Hospital Evangélico de Vila Velha, Fabiano Furlan.
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No dia 17 de fevereiro, celebra-se o Dia Mundial do Gato, data criada para promover uma campanha contra os maus tratos esses animais, tão queridos nos lares brasileiros. Além disso, a ação visa conscientizar os donos para os cuidados corretos com os seus gatos.
Segundo uma pesquisa da Abinpet e do Instituto Pet Brasil, divulgada em julho do ano passado, 30,8 milhões de gatinhos compõem famílias no Brasil. Isso evidencia o quanto os felinos conquistaram seu espaço como excelentes companhias. No entanto, os bichanos possuem alguns comportamentos e necessidades básicas importantes para quem deseja ser um bom tutor. Muitas polêmicas são relacionadas a eles.
Para esclarecer mitos e verdades sobre esses peludos, convidamos a médica veterinária especializada em gatos e diretora de uma clínica voltada aos cuidados felinos, Polyana Paixão.
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Cultura, ancestralidade e sustentabilidade, Como isso se relaciona? Esses são os temas que irão nortear a conversa desse episódio da Série Impacto.
O MAPES, o Museu de Arte das Paneleiras do Espírito Santo, é uma iniciativa que destaca o ofício das Paneleiras de Goiabeiras, preservando essa tradição secular enquanto busca inovar e engajar a comunidade de forma sustentável.
Eduardo Couto e Licia Mesquita, do Impact Hub, conversam com Lucas Martins e André Sopon, idealizadores do MAPES e Josimere Lucidato, presidente do MAPES.
ESOuve tem edição e apresentação de Eduardo Couto, curadoria de Licia Mesquita, jornalismo de Carolina Boueri e direção de Danieleh Coutinho.
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Passado o período de festas, o brasileiro começa a voltar à realidade. IPTU, IPVA e todas as contas do começo do ano exigem organização financeira para iniciar essa nova etapa. Entre esses cuidados está a seleção dos documentos para cumprir a maior obrigação de todas: a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).
Em 2024, muito se debateu a respeito de mudanças nesse processo de prestação de contas à Receita. Mas o que mudou em relação ao ano anterior? Além do IRPF, quais os papéis assumidos pela Receita a partir deste ano?
Para explicar as alterações, tanto na declaração quanto na fiscalização financeira do Governo sobre os contribuintes, convidamos o advogado João Paulo Barbosa Lyra, mestre em Direito e especialista em gestão e direito tributário.
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28 de janeiro é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A data, oficializada em 2009, é uma homenagem aos auditores fiscais do Trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e ao motorista Ailton Pereira de Oliveira, que, em 2004, foram assassinados quando apuravam denúncia de trabalho escravo na zona rural de Unaí, em Minas Gerais.
No entanto, apesar das notícias de violência e crueldade terem repercutido em todo o país e alertado a sociedade para a triste realidade que assombra o campo e a cidade, a luta contra o trabalho escravo é mais antiga e, ao contrário do que muitos podem afirmar, não teve fim com a assinatura da Lei Áurea, em 1888.
O Brasil encontrou, pelo menos, 1.684 trabalhadores em condições análogas às de escravo em 2024. Com eles, o país ultrapassou 65,2 mil trabalhadores em condições que desrespeitam sua dignidade, tanto nas regiões rurais quanto urbanas. Uma em cada 150 pessoas no mundo vivem em regime de escravidão moderna.
O procurador-chefe do Tribunal Regional do Trabalho capixaba, Estanislau Tallin Bozi é o nosso convidado para falar sobre o assunto, que é sério e necessita de um debate importante com a sociedade.
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A liberdade de crer – ou não – e toda a pluralidade da fé é um direito certificado na Constituição Federal. No entanto, ele vem sendo cada vez mais desrespeitado das piores formas possíveis.
Somente no primeiro semestre de 2024, 1227 denúncias de crimes nesse sentido foram registradas pelo Ministério dos Direitos Humanos, quase o dobro que os registros no mesmo período do ano anterior. Além disso, a violência tem alcançado níveis ainda maiores, passando de vandalismo para atos contra pessoas.
21 de janeiro é celebrado o Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa. A data foi instituída pela Lei 11.635, de 27 de dezembro de 2007, para combater atitudes de discriminação sobre as diversas crenças religiosas. A data presta homenagem a Iyalorixá Mãe Gilda, sacerdotisa de um terreiro de Candomblé que foi vítima de intolerância religiosa em 2000.
Para falar sobre o assunto, convidamos o professor-doutor em Ciências da Religião, Edebrande Cavalieri, do Departamento de Filosofia da Ufes.
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Vamos descobrir como a inovação no comércio acontece na prática? ! A série Impacto explora temas que conectam inovação, sustentabilidade, ESG e impacto positivo.
Nesse episódio, Eduardo Couto e Licia Mesquita, do Impact Hub, vão entender como a Fecomércio lidera transformações no comércio e serviços capixabas. Para isso recebem o convidado o Wagner Correa, Superintendente da Fecomércio Espírito Santo.
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O período das férias escolares mexe com a vida e a rotina de todos os pais e mães. A quebra da rotina e o maior tempo de atenção demandado faz muita gente rebolar para se organizar com os pequenos – e também com os nem tão pequenos assim.
Para pais separados, outras questões surgem. Quem fica com os filhos? Por quanto tempo? Como é feita essa divisão? Para responder a essas e outras perguntas, ESOUVE recebe a advogada Mariana Scaramussa, pós-graduada em Direto de Família e Sucessões.
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Coringa 2, Deadpool e Wolverine, o terceiro filme do Venom, Duna 2 Sonic 3, Godzilla e Kong. Diversas estreias marcaram os filmes geek em 2024. Algumas delas, muito aguardadas, andaram frustraram os nerds. Outras, por sua vez, surpreenderam positivamente.
E o que esperar para o próximo ano? Qual as expectativas para os retornos de sagas como Superman, Batman, Predador, mortal Kombat?
Para conversar sobre o passado recente, o presente e o futuro, convidamos o escritor e produtor de conteúdo, dono do site Lugar Nenhum.net e programador Willian Vulto.
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Manchas na pele que sangram, ardem ou descamam, feridas que não cicatrizam dentro de quatro semanas e pintas escuras, com bordas irregulares acompanhadas de coceira ou descamação. Todos esses são sinais do câncer de pele, doença que, segundo as estimativas do Inca, terá 229.470 novos diagnósticos no Brasil em 2024, 5.500 deles registrados aqui no estado.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o câncer de pele é o tipo de displasia mais comum no mundo. Segundo o Instituto do Câncer (Inca), a doença corresponde a aproximadamente 31,2% de todos os tipos de câncer diagnosticados no País. No Espírito Santo, chega a 41%.
Para debater o assunto e divulgar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, foi criada em 2014 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia a campanha Dezembro Laranja. A iniciativa é realizada no mês que marca o início do verão no hemisfério sul. Este ano, o slogan da campanha é “Proteger a pele é proteger a saúde”.
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Você já ouvir falar da Gestão 5.0? Este modelo de gestão propõe usar a tecnologia não apenas como uma facilitadora da rotina de trabalho, mas também colocando o ser humano no centro da sua estratégia, focando em uma inovação que visa suprir as necessidades e demandas humanas.
A gestão 5.0 surge para acompanhar os avanços tecnológicos já implementados e as demandas da sociedade em estar mais conectada. Não é novidade que a tecnologia é usada no dia a dia das empresas, entretanto, este modelo de gestão traz uma nova perspectiva do seu uso dentro das organizações.
Para nos explicar as nuances dessa modernização no gerenciamento de negócios, convidamos um expert no assunto, Thiago Bassetti, que é doutorando e mestre em Administração Profissional e Ciências Contábeis, especialista em Gestão e Finanças.
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A série IMPACTO surgiu para tratar de assuntos como Sustentabilidade, ESG, Impacto Positivo e como esses temas se relacionam com o nosso dia a dia. Nesta série, Eduardo Couto e Lícia Mesquita, do Impact Hub, conversam com quem, de alguma maneira, atua na transformação.
A conversa neste episódio é com a Emanuelle Righetti, designer e proprietária da Papel Recriado, empresa que desenvolve produtos a partir de papel reciclado e outros materiais. No programa, Emanuelle conta sobre como a Papel Recriado começou e quando evoluiu para a utilização não só de papel, mas também do uso de fibras de árvores.
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Alguns achavam que era moda. Outros tinham certeza de que o estilo de vida se perpetuaria. Uma coisa é certa. É um exercício que fortalece o coração, reduz o risco de doenças crônicas, melhora o sono, reduz a pressão arterial, aumenta o colesterol bom, previne e trata o diabetes e emagrece.
Mas a prática de correr vai muito além dos benefícios físicos. A corrida pode resgatar e salvar vidas. Para falar sobre o assunto e contar um pouco da sua história, convidamos o atleta Daniel Gomes dos Anjos, ou Dago, como ele mesmo se intitula.
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À medida em que adentramos na nova era da transformação digital, a inteligência artificial (IA) se destaca como um dos pilares fundamentais na redefinição do mercado de trabalho.
Esse avanço tecnológico é uma força inovadora capaz de remodelar indústrias, criar categorias de emprego e alterar profundamente a natureza do trabalho como o conhecemos.
Com a habilidade de processar e analisar dados em uma escala e velocidade sem precedentes, a Inteligência Artificial no mercado de trabalho oferece oportunidades para aumentar a eficiência, melhorar a tomada de decisão e personalizar experiências, o que nos desafia a repensar a interação humana com a tecnologia no ambiente profissional.
Para falar sobre essa evolução, tão rápida que pode parecer assustadora, convidamos a analista e diretora da Center RH, empresa especializada em gestão de pessoas, Eliana Machado.
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A série IMPACTO surgiu para tratar de assuntos como Sustentabilidade, ESG, Impacto Positivo e como esses temas se relacionam com o nosso dia a dia. Nesta série, Eduardo Couto e Lícia Mesquita, do Impact Hub, conversam com quem, de alguma maneira, atua na transformação.
A conversa neste episódio é com a Marília Debbané, diretora na MP, diretora-executiva do Instituto Movive e uma das Idealizadoras do projeto Barra Sustentável, que está sendo implantado na Barra do Jucu. Dentre as ações desse programa está o Lixo Zero, que é muito mais do que apenas separar o lixo reciclável do orgânico.
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Muito mais do que a aceitação de sua individualidade, pessoas trans sofrem uma gama de preconceitos apenas por existirem. Com expectativa de vida abaixo da metade do brasileiro em geral, cerca de 2% da população do Brasil é trans, segundo estudo realizado em 2021 pela Unesp, esse grupo batalha para sobreviver no país que nega oportunidades e onde se mata mais LGBTQIAPN+ no planeta.
Não há mensuração atual sobre o número de pessoas trans que vivem no Espírito Santo, mas diversas ações para promoção da saúde, bem-estar e cidadania dessa parcela da população.
Entre elas está o Qualifica Trans, do Ministério Público do Trabalho capixaba. O programa tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal, profissional e social das pessoas transexuais e travestis, tornando-as aptas ao mercado de trabalho por meio da formação e capacitação profissional. Para falar sobre o projeto, convidamos a procuradora do Trabalho, Fernanda Naves.
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A população brasileira está envelhecendo e no Espírito Santo não é diferente. Segundo dados do Instituto Jones dos Santos Neves o estado é o sexto colocado em no índice de envelhecimento no ranking entre as Unidades Federativas (UFs), apresentando o percentual de 58,12%, acima da média do Brasil (55,24%).
Com base em análises dos Censos de 2000, 2010 e 2022, o estudo apresenta uma tendência de inversão da pirâmide etária. No ano 2000, por exemplo, havia no Espírito Santo 1.736 homens e 2.960 mulheres com 90 anos ou mais. Em 2022, esses números chegaram a 5.274 homens e 10.436 mulheres com 90 anos ou mais.
Além disso, o avanço da prevenção e tratamentos médicos faz com que a vida produtiva da população mais velha seja ampliada, e a sociedade deve aprender a conviver com isso. Mas, infelizmente não é o que se pode observar na prática. Tanto nas empresas, como nas universidades e no universo social, em geral, o que vemos é uma diminuição e invisibilidade quando se trata de rugas e cabelos brancos. É o chamado etarismo, preconceito ou discriminação por idade.
Convidamos dois profissionais para debater o assunto: a advogada especialista em Direito da Família, Gabriela Kuster, e o doutor Gustavo Genelhu, médico geriatra, que versa sobre longevidade agregada à qualidade de vida.
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