Afleveringen
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Liliana Reis destaca que o foco dos EUA mudou para o Médio Oriente, afetando o apoio à Ucrânia. Acrescenta também que a Rússia beneficia com o aumento do petróleo e da divisão entre aliados.
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Irão usa ataques no Estreito de Ormuz para mostrar poder, aproveitando que o regime sobrevive sob sanções há anos e não demonstra pressa para concluir negociações com EUA. Análise de Bernardo Valente.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Bruno Cardoso Reis afirma que Teerão quer cobrar passagem segura em Ormuz, mau precedente e derrota estratégica para os EUA. O historiador defende que Irão viu plano de dividir os aliados falhar.
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Francisco Calhas acredita que o prazo de 60 dias para um acordo nuclear é irrealista. Segundo o docente, os EUA só querem ganhar tempo e manter o estreito aberto até às eleições de novembro.
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O especialista em Relações Internacionais Orlando Samões explica que, entre taxas iranianas e rotas perigosas, o Estreito de Ormuz está a um passo de virar um engarrafamento global de dar dó.
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Bruno Cardoso Reis nota que Trump foi forçado a reconhecer a utilidade da ONU para vigiar o programa nuclear e o armamento do Irão. O historiador diz que a Ucrânia é uma superpotência dos drones.
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João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, destaca a forma como Israel move "linhas vermelhas" a seu gosto, tratando os apelos de paz dos EUA como meras sugestões.
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Luís Tomé afirma que o acordo de paz é favorável ao Irão. O professor e investigador defende ainda que Israel foi ignorado no acordo e pode tentar boicotar a paz.
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O coronel José do Carmo avisa: o acordo entre EUA e Irão é puro pensamento mágico. Já Washington está a pagar por uma pausa, mas os mísseis e o plano nuclear continuam a ser uma ameaça intacta.
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António José Telo recorda que desarmamento do Hezbollah seria única solução para estabelecer paz minimamente estável no Líbano, mas é duvidoso que o grupo aceite.
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Jorge Rodrigues diz que estão reunidas as condições necessárias para o memorando rumo à paz avançar apesar das escaramuças. Diz ainda que Trump continua a ter uma palavra a dizer sobre Israel.
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Francisco Pereira Coutinho, especialista em Direito Internacional, alerta que o Irão quer cobrar para passar no Estreito de Ormuz, o que viola as leis e vai fazer o preço do petróleo disparar.
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Ana Cavalieri sublinha que o governo libanês não controla o Hezbollah, dificultando acordos com Israel. Destaca também que o alívio de sanções ao Irão visa baixar os combustíveis nos EUA.
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Major-General João Vieira Borges aponta Líbano como "chave" para entendimento entre Irão e EUA. Destaca ainda a preponderância da questão nuclear e como qualquer questão pode parar as negociações.
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Miguel Baumgartner afirma que nova célula de gestão é uma ideia difícil de implementar. O especialista em relações internacionais acredita que se trata de um esforço americano para manter o controlo.
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Excluído do memorando de entendimento, o governo israelita enfrenta pressão de Washington para cessar hostilidades no Líbano. Donald Trump tirou o tapete a Netanyahu? A análise de Luís Tomé.
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Sem via diplomática eficaz e com a relação com os EUA sob forte tensão, Israel corre risco de perder o seu principal escudo e enfrentar isolado o ódio visceral do Irão. A análise de Bernardo Valente.
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Para Bruno Cardoso Reis, Trump ignora os interesses dos aliados em prol de protagonismo. O historiador acredita que o acordo, embora frágil, pode evitar uma crise energética e de abastecimento mundial
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Orlando Samões, especialista em Relações Internacionais, analisa as ameaças do Irão no Estreito de Ormuz e a resistência de Teerão em ceder totalmente às pressões dos Estados Unidos da América.
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Maria Isabel Tavares explica as razões que a levam a encontrar fragilidades no memorando de entendimento entre Irão e Estados Unidos. Ainda, a tensão entre a diplomacia israelita e a União Europeia.
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