Afleveringen
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Imagina um mundo onde a liberdade é quase total e o caos é uma opção. Bem-vindo ao universo de Grand Theft Auto, uma das maiores e mais influentes franquias da história dos videojogos. Desde a estreia, em 1997, o GTA revolucionou a forma de jogar ao criar cidades abertas, inspiradas na realidade, onde a sátira, a crítica social e a liberdade do jogador se tornaram marcas da saga. Liberty City, Vice City, San Andreas e Los Santos transformaram-se em cenários icónicos que atravessaram gerações e passaram a fazer parte da cultura popular. Neste episódio de estreia do Geração Gamer, revisitamos a evolução de uma série que redefiniu o conceito de mundo aberto, recordamos as histórias, personagens e momentos que marcaram milhões de jogadores e olhamos para o futuro, com a chegada do muito aguardado GTA VI, prevista para 2026. Para esta viagem entre nostalgia, inovação e cultura gaming, Cristiana Reis recebe dois fãs da franquia: o músico Diogo Piçarra e o criador de conteúdos João ‘Retro Raider’ Mateus, para uma conversa sobre o impacto de um jogo que continua a reinventar-se geração após geração.
(0:00) Introdução ao jogo
(7:25) Apresentação dos convidados
(8:10) Conversa
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Nasceu no Porto em 6 de Novembro de 1941, advogado, professor e bibliotecário. Chama-se Rui Manuel Pinto Barbot Costa, mas também é Mário Claúdio - escritor prolífico da biografia, da ficção, do romance, da crónica, da novela, do teatro, da poesia e das palavras para o Fado. Duas identidades numa pessoa, tão diferentes, quase opostas na forma de estar na vida. O Rui Manuel vivia na Boavista e cresceu na alta burguesia. O Mário Cláudio nasceu por sua própria vontade e é por este nome que o lemos e ouvimos. Leitor compulsivo, pesquisador de estilos e investigador da portugalidade. Não se detém no passado e no que foi feito, porque o presente é este momento. Escreve sobre vidas reais que reinventa e, em alguns casos, sobre a sublime coscuvilhice. É autor do livro Cruzeiros de Inverno, Três vidas, Três histórias com um fim comum e inevitável. No novo episódio do podcast Geração 40, Júlio Isidro conversa com o Rui Manuel, mas sobretudo com Mário Cláudio, o escritor que acha que o livro é um objeto em vias de extinção.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Quais são os jogos que jogamos? A partir de 4 de julho, os videojogos chegam aos podcasts da SIC Notícias com “Geração Gamer”, de Cristiana Reis. As franquias mais icónicas unem gerações em conversas que vivem da experiência dos gamers.
Neste podcast, fazemos uma viagem até aos videojogos que moldam quem somos: os que nos acompanharam durante a infância, os que ainda hoje nos desafiam e os que nos fazem imaginar o futuro. Este é um espaço para todos. Para os que sempre jogaram, para os que pararam e voltaram, para os que têm apenas recordações e até para os curiosos.
Histórias, memórias, cultura e curiosidades: tudo cabe aqui. Vamos jogar?
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Nasceu a 28 de Maio de 1943. Herdou dos pais a arte de comunicar e a liberdade de a praticar. Queria ser escritora, mas depressa descobriu a vocação para interpretar. Atriz e encenadora, é apelidada de grande senhora do Teatro português, título de que não gosta especialmente. Começou no teatro do Grupo Cénico da Faculdade de Letras de Lisboa. O curso de Filologia Românica ficou pelo caminho porque o rumo como atriz já estava traçado. Integrou o grupo dos fundadores da Casa da Comédia, do Teatro Experimental de Cascais, do Teatro e da Barraca - este último com quem vive uma ligação feita de lutas, conquistas, suor, lágrimas e alegrias de 50 anos que agora se assinalam. Maria do Céu Guerra sente o tempo, tal como todos nós, a correr vertiginosamente, mas continua andando mais devagar. Ouça aqui o novo episódio do Geração 40, conduzido por Júlio Magalhães.
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Fernando Travassos Tordo nasceu em Lisboa, freguesia dos Anjos, no dia 29 de Março de 1948. Compositor, autor, cantor e também pintor, começou a cantar no coro do Colégio Moderno e, aos 16 anos, acompanhava-se à viola em canções de Cliff Richard e dos Beatles. Claro que na onda do rock dos anos 60 tinha de estar numa banda, que naquele tempo se chamavam conjuntos, “Os Deltons”. Aos 20 anos estava n’Os Sheiks”, a mais famosa banda conjunto da época e vieram os festivais da Canção, onde participou sete vezes. Ganhou dois. E se “A Tourada” foi canção de escárnio para toda a gente perceber, o “Portugal no Coração” já trazia cravos ao peito. Fernando Tordo tem vivido a vida sem procurar tenazmente ser consensual. Mas conhece o preço. Não é um emigrante, mas um viajante à procura de paz numa ilha ou de alegria num país onde a música é rainha. Ouça a conversa com Júlio Isidro, no Geração 40.
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Nasceu em maio de 1947, em África. De Angola guarda os espaços, as cores e o tempo. Viveu no Porto e mais tarde em Lisboa onde viu a Primavera "pela primeira vez", conta. Já convivia com a pintura em casa, mas tornou-se pintora por acidente. Viajou por diversas paragens, mas Paris foi a essência da carreira e a assinatura inconfundível da sua obra. Gosta de cores suaves, mas também pinta com tons fortes, principalmente quando olha para o mundo com olhos de esperança e luta. Quando perdeu o seu estúdio de 45 anos refugiou-se em casa, mas as suas mãos, que um dia a atraiçoaram, quase pondo fim à sua paixão pelos pinceis e tintas, trouxeram-lhe uma segunda vida. Ama pintar, entregou-se à arte durante tantos anos que nunca pensou ter uma família. Dezenas de prémios representam a vida de Gracinda Candeias. Ouça aqui o novo episódio do Geração 40
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Nasceu no Porto no dia 16 de Outubro de 1949. Filho de um professor universitário e de uma famosa cantora, aos 76 anos ainda há gente que o trata por “filho da Clarinha”, conta. Formou-se em medicina, especializou-se em psiquiatria e mestrou-se em sexologia. É conhecido pelo país inteiro que se prende às suas palavras de notável comunicador na rádio, televisão ou em conferências. Tem diversos livros publicados, desde “O Sexo dos Anjos ao Amor” a “Reflexo”. Diz que vai fazendo o exercício de moldar a passagem do tempo, que é como quem diz, envelhecer. O psiquiatra e professor de antropologia, Júlio Machado Vaz é o convidado do episódio especial do Geração 40, gravado ao vivo no Festival Podfest no Porto. Ouça aqui.
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Nasceu a 4 de Fevereiro de 1942, na Chamusca. Poderia ter sido advogado, mas a barra dos tribunais não o atraía. Ou professor de ginástica – gostava da barra fixa, mas o sonho era outro. Fez um flic flac na vida e defendeu a tese de que tinha nascido para a música. Aos 14 anos, fundou o seu primeiro conjunto, assim se chamavam as bandas, Os Babies, a fazerem versões de músicas da moda. A sua primeira composição, aos 17, chamava-se Andorinha e trazia a Primavera talvez de uma vida dedicada à música. Os tempos de Coimbra foram de mais música do que de estudos, mas o melhor ainda estava para acontecer. O Quarteto 1111 foi o projecto musical que agitou as águas da música portuguesa e a lenda de El-Rei Dom Sebastião e o álbum com o mesmo nome tiveram tanto sucesso público quantos os cortes da censura. Compôs 1000 canções, vendeu 3 milhões de discos, tem 40 discos de ouro, prata e bronze em casa. “Menino prodígio” é nome de uma canção sua, mas prodigioso é o seu amor pela música, que, sobretudo, o diverte muito.
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Chama-se Ana Maria Borges de Oliveira Martinho e nasceu em abril de 1946. Em casa era a Anny, a menina que lia vorazmente e afirmava que queria ser escritora. E foi. O primeiro livro que leu, A Casa de Vidro, talvez tenha sido a semente. Antes de terminar o curso de Filosofia, foi professora de português em Moçambique. Ana Magalhães é uma contadora de histórias inspirada na tia viúva que encantava quando era jovem. Tem muita obra literária a solo, mas a parceria com Isabel Alçada fez de ambas as mais conhecidas criadoras de sonhos e aventuras de tantas gerações. Ana Maria Magalhães é a convidada do novo episódio do Geração 40, conduzido por Júlio Isidro. Ouça aqui
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Nasceu em Anadia, Mogofores, em outubro de 1946. O país conhece-o por Toni e é um dos futebolistas mais queridos dos adeptos. Benfiquista desde sempre, começou a jogar no lar da Igreja e acabou no Estádio da Luz e como titular na Seleção Nacional. Quando sentiu que as botas lhe pesavam abraçou a carreira de treinador. Como Mister Toni trabalhou em seis países, desde França, Irão e até Kuwait. Neto de agricultores, cresceu numa família minimamente “desafogada”. Não esquece as origens futebolistas no Anadia Futebol Clube e será para sempre grato ao capitão Mário Wilson que o levou para os grandes palcos do futebol. Foi no Académica em Coimbraque abriu os horizontes e percebeu que o caminho no futebol ia ser duro. Em 1968 vai para o Benfica numa transferência de pouco mais de 600 euros. Aos 79 anos continua ligado ao futebol no cargo de vice-presidente da Seleção Nacional. António José da Conceição Oliveira, Toni, é o convidado do novo episódio do Geração 40 conduzido por Júlio Isidro. Ouça aqui.
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Nasceu em Praia de Granja em novembro de 1946. Filha de mãe brasileira e de pai português que nasceu na Suíça, foi sempre uma criança com muita energia, fruto da mistura da família. É conhecida por todos como Teté, criadora da maravilhosa personagem da mulher palhaço. Viveu em Angola, partiu de casa dos pais aos 16 anos e andou pelo pelo mundo a viver e a sonhar com a arte. Esteve por Londres, trabalhou em restaurantes, lojas e aprendeu o que a criatividade pode fazer pela felicidade dos outros. Pelas ruas de Paris, de saias e nariz vermelho, animava quem passava. Na Hungria frequentou uma escola de circo e só voltou a Portugal depois do 25 de Abril. Numa antiga prisão de mulheres, criou o Chapitô onde há mais de 40 anos que prova que a integração social através das artes e ofícios é causa que podia fazer do país um lugar de melhor. Teresa Ricou, Teté, é a convidada do novo episódio do Geração 40 conduzido por Júlio Isidro. Ouça aqui
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Nasceu em Lousa, no concelho de Castelo Branco, em junho de 1942. Cresceu na pequena freguesia de Lousa com cerca de 600 habitantes. Frequentou o Liceu Nuno Álvares até perceber que queria “ir para a tropa, os pais queriam que fosse padre, médico ou engenheiro. Foi para Lisboa para estudar na Academia Militar, aos 18 anos. Era um bom cadete, mas a farda não lhe ficava lá muito bem. Antes de partir para a guerra propôs um lema para o batalhão: “Contrariados, mas vamos!” Quando voltou, vinha decidido a não voltar para a guerra. Queria mudar os ventos da história. Não participou na revolução do 25 de Abril no continente, mas dirigiu as ações do MFA no arquipélago dos Açores, onde estava preso. Está na história da Revolução dos Cravos como personagem de destaque. O coronel da reserva, Vasco Lourenço é o convidado do novo episódio do podcast Geração 40, conduzido por Júlio Isidro. Gosta de jogar Bridge, onde é bastante bom, tendo sido Vice-Campeão Nacional por equipas. Presidente da Associação 25 de Abril. É frontal, não deixa nada por dizer. Polémico e vamos conhecê-lo para além da farda militar, como cidadão do nosso país.
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Nasceu em dezembro de 1947, em Lisboa. Estudava muito, era um “bocado machona” e andava sempre “metida em tanta coisa” que deixava tudo para a “última hora”. Queria ser arquiteta e saiu de Belas-Artes com uma nota final de 17 valores. Trabalhou com os melhores, entre eles Nuno Portas e Gonçalo Ribeiro Telles. As questões da habitação sempre habitaram nas suas preocupações e uma tese sobre o tema custou-lhe a experiência de ser presa pela PIDE. Muito nova foi eleita deputada à Assembleia Constituinte e participou neste capítulo histórico que foi a elaboração da nossa Constituição. Era das poucas mulheres no parlamento. Mulher de direita democrata e só esteve quando e onde se sentia bem e realizada. Dirigiu jornais, apoiou Mário Soares à Presidência da República , e acabou por sair do seu partido de origem, o PSD, para ser deputada independente. Professora universitária nas cadeiras de Urbanismo e Cidadania, fundadora da intervenção feminina e dinamizadora do Movimento Sim, pela tolerância no referendo, pela despenalização da interrupção Voluntária da gravidez. Maria Helena do Rego da Costa Salema Roseta é a convidada do novo episódio do Geração 40, conduzido por Júlio Isidro.
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Nasceu em Aldeia Nova de São Bento, no concelho de Serpa, no Alentejo, em maio de 1945, poucos dias depois do fim da Segunda Guerra na Europa. Era o mais novo de seis irmãos de uma família de lavradores e ganadeiros abastados. Todos queriam que estudasse para ser doutor, veio para Lisboa para estudar na Faculdade de Letras, mas o teatro falou mais alto. Passou a frequentar a Escola de Teatro do Conservatório às escondidas da família. Aos 18 anos, estudava e trabalhava na Companhia de Teatro Nacional D. Maria II. Foi assim que começou uma carreira de ator que, passados 12 anos, trocou pela de autor e encenador. O teatro em Portugal tem diversos capítulos com o nome de Filipe La Féria, o convidado do novo episódio do podcast Geração 40, conduzido por Júlio Isidro.
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Nasceu em Lisboa a 23 de março de 1944. Tinha três anos quando posou para a revista “Modas e Bordados”. Foi crescendo no seio de uma família tradicional e aos 11 anos deu início aos estudos de ballet. É neta da escritora, atriz e responsável pelo teatro radiofónico da Emissora Nacional. Estreou-se em televisão como apresentadora do "Programa Juvenil" da RTP, na companhia de João Lobo Antunes e de Júlio Isidro. Deixou Lisboa porque lhe “faltava o ar” e tinha sonhos maiores. Emigrou com um grande amor que resultou no nascimento do filho Miguel. Lá fora a vida não foi fácil, durante três meses comeu “arroz com ervilhas”. Voltou para Portugal e estreou-se no Teatro Estúdio de Lisboa com a peça "Testemunho Inadmissível". Lutou muito para dar forma e corpo à profissão que escolheu. Foi babysitter e hospedeira de terra da TAP. Pisou palcos de muitas companhias do Teatro de Animação de Setúbal à Barraca, ao Teatro Experimental de Cascais, ao D. Maria II. As participações em televisão são incontáveis. Diz que não há “nada mais sério do que o humor no cinema”. Só se cansa quando não está a trabalhar e aos 82 anos tem “mais trabalho do nunca”. A atriz Lídia Franco é a convidada do novo episódio do Geração 40. Ouça aqui a conversa com Júlio Isidro
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Nasceu em Angola a 18 de Setembro de 1946. Veio com a família para Lisboa com pouco mais de um ano e meio. Aos quatro anos não largava o piano vertical. A paixão pela música cresceu durante o Liceu. Formou-se em Direito, mas a música esteve sempre em primeiro lugar. Tirou o curso de piano no Conservatório Nacional de Música. Em 1969 deu o primeiro concerto profissional no Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, onde comemorou 50 anos de carreira. Como oficial miliciano, esteve nos dias de antes e depois do 25 de Abril, e viveu histórias que um dia deveria escrever. Tem milhares de quilómetros percorridos para se apresentar nas mais prestigiadas salas de todo o mundo. Ganhou prémios em competições nacionais e internacionais. Adriano Jordão, um pianista diplomata, um cidadão do mundo que sente que a vida é muito mais do que um piano é o convidado do novo episódio do Geração 40, conduzido por Júlio Isidro. Ouça aqui
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Na estreia do podcast Geração 2000, Manel Rosa senta-se à conversa com Rui Pedro Silva, 22 anos, nascido em Oliveira do Douro, e já com um percurso que desmente qualquer ideia de que esta geração anda à deriva. Entre memórias de um primeiro contacto com o teatro num campo de férias — ainda sem saber bem ao que ia, mas com vontade de tentar — e a estreia profissional no Centro Cultural de Belém, o ator revisita um caminho feito de tentativa e erro, onde a curiosidade falou sempre mais alto do que o medo. Foi esse impulso que o levou até ao cinema, com “Restos do Vento”, de Tiago Guedes, apresentado no Festival de Cannes, e a um improvável “encontro de segundo grau” com Ethan Hawke. Mas é na televisão que o país o reconhece: do fenómeno do remake de “Morangos com Açúcar” às nomeações para os Globos de Ouro, passando pela novela “Herança”, onde a história de “Teresinha e Bernardo”, com Laura Dutra, se tornou viral e conquistou milhões. De regresso ao palco, com “Brokeback Mountain” e em breve “O Clube dos Poetas Mortos”, no Teatro da Trindade, Rui Pedro Silva mostra que esta geração não espera por oportunidades: cria-as. Um episódio sobre começos, exposição, pressão e ambição, na estreia do Geração 2000, todas as quartas-feiras, no site da SIC, SIC Notícias e Expresso, e em todas as plataformas de podcast.
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Nasceu em abril de 1940, em Tomar. Todos a conhecemos como o rosto do novo cinema português em “Verdes Anos”, de 1962. Escritora de poesia, desenhadora, pintora, autora e intérprete de canções. Tudo começou aos 5 anos, quando viu uma menina a dançar “em pontas”. Soube que queria ser bailarina, e foi. Viu teatro na televisão e pouco tempo depois estava lá dentro a representar. Viveu em África, ainda criança, passou pelo Oriente, Américas e Europa, voltou para Portugal e fez do cinema ofício. Com 83 anos gravou um disco - “Português Suave”. Isabel Ruth é a convidada do novo episódio do Geração 40 conduzido por Júlio Isidro. Ouça aqui.
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A geração que inaugurou o século XXI cresceu entre dois mundos: começou com Nokias 3310 e hoje vive com smartphones sempre na mão. Foi a primeira a descobrir a Internet em casa, a levar para a escola o computador Magalhães e a trocar a televisão pelo YouTube. Também foi a geração que ouviu falar da troika ainda em criança e que cresceu num mundo que muda cada vez mais depressa. Neste Geração 2000, Manel Rosa conversa com os jovens que querem mudar o mundo à semelhança do seu tempo... rapidamente. Todas as quartas-feiras, episódios com artistas, ativistas, atletas, empreendedores e académicos, que traçam o retrato de uma geração marcada por profundas transformações tecnológicas, sociais e culturais. Entre memórias de infância e ambições de futuro, mostrando que os nascidos a partir do ano 2000 não só acompanham a mudança, como já estão a transformá-la. Não perca em todas as plataformas de podcast, e no site da SIC, SIC Notícias e Expresso.
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Nasceu em Lisboa a 26 de janeiro de 1949. Filho de médico e de engenheira química, seguiu a profissão do pai e é um dos mais reconhecidos cirurgiões na área da cirurgia e ou bio pancreático. Operou três Presidentes da República - o tio, Mário Soares, e o amigo de infância e “irmão” Marcelo Rebelo de Sousa. Frequentou o Externato Lar da Criança e teve de repetir a quarta classe com o amigo Marcelo Rebelo de Sousa. É sócio do Sporting Clube de Portugal desde nascença e nem mesmo quando estudou em Cambridge deixou de pagar as quotas. Com 77 anos é autor de uma vasta obra literária, com diversos livros publicados. Todos conhecemos Eduardo Barroso, um personagem fascinante, polémico e sem papas na língua.
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