Afleveringen
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Na estreia do podcast Geração 2000, Manel Rosa senta-se à conversa com Rui Pedro Silva, 22 anos, nascido em Oliveira do Douro, e já com um percurso que desmente qualquer ideia de que esta geração anda à deriva. Entre memórias de um primeiro contacto com o teatro num campo de férias — ainda sem saber bem ao que ia, mas com vontade de tentar — e a estreia profissional no Centro Cultural de Belém, o ator revisita um caminho feito de tentativa e erro, onde a curiosidade falou sempre mais alto do que o medo. Foi esse impulso que o levou até ao cinema, com “Restos do Vento”, de Tiago Guedes, apresentado no Festival de Cannes, e a um improvável “encontro de segundo grau” com Ethan Hawke. Mas é na televisão que o país o reconhece: do fenómeno do remake de “Morangos com Açúcar” às nomeações para os Globos de Ouro, passando pela novela “Herança”, onde a história de “Teresinha e Bernardo”, com Laura Dutra, se tornou viral e conquistou milhões. De regresso ao palco, com “Brokeback Mountain” e em breve “O Clube dos Poetas Mortos”, no Teatro da Trindade, Rui Pedro Silva mostra que esta geração não espera por oportunidades: cria-as. Um episódio sobre começos, exposição, pressão e ambição, na estreia do Geração 2000, todas as quartas-feiras, no site da SIC, SIC Notícias e Expresso, e em todas as plataformas de podcast.
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A geração que inaugurou o século XXI cresceu entre dois mundos: começou com Nokias 3310 e hoje vive com smartphones sempre na mão. Foi a primeira a descobrir a Internet em casa, a levar para a escola o computador Magalhães e a trocar a televisão pelo YouTube. Também foi a geração que ouviu falar da troika ainda em criança e que cresceu num mundo que muda cada vez mais depressa. Neste Geração 2000, Manel Rosa conversa com os jovens que querem mudar o mundo à semelhança do seu tempo... rapidamente. Todas as quartas-feiras, episódios com artistas, ativistas, atletas, empreendedores e académicos, que traçam o retrato de uma geração marcada por profundas transformações tecnológicas, sociais e culturais. Entre memórias de infância e ambições de futuro, mostrando que os nascidos a partir do ano 2000 não só acompanham a mudança, como já estão a transformá-la. Não perca em todas as plataformas de podcast, e no site da SIC, SIC Notícias e Expresso.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Nasceu em Lisboa no final da 2ª Guerra Mundial. Cresceu no seio de uma família grande, de origem aristocrática, numa casa que conserva grandes memórias. São três irmãs que seguiram caminhos diferentes, e o caminho de Maria João Avillez estava destinado à comunicação social. Estreou-se em televisão aos 17 anos, fundou jornais, fez rádio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40, o novo podcast conduzido por Júlio Isidro.
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Geração 40 é uma conversa com quem nasceu nos anos 40, uma geração que cresceu com os racionamentos e a sombra da guerra. Viram um país fechado abrir-se à Europa. Assistiram ao salto do analógico para o digital.
Hoje olham de frente para a era da Inteligência Artificial. O mundo transformou-se. Mas será este o futuro que imaginaram? “Geração 40” é uma viagem, entre memórias e desafios do presente, conduzida por Júlio Isidro.
Todas as quintas-feiras nos sites da SIC Notícias, SIC e Expresso ou na sua plataforma de podcasts preferida. O primeiro episódio sai no dia 12 de fevereiro.
O genérico do Geração 40 é composto pela canção portuguesa de 1943 “A Minha Casinha”, estreada pela atriz e cantora Milú no filme “O Costa do Castelo”. A canção tornou-se um dos maiores sucessos da carreira de Milu e foi muito difundida na rádio. Décadas depois, ganhou nova vida com a versão rock dos Xutos & Pontapés, o que a levou a ser conhecida por várias gerações, dos mais velhos aos mais novos. Não há mote mais transversal do que este para voltarmos aos anos 40 em 2026. Acompanhe-nos nesta viagem!
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Nasceu em setembro de 1983, em Lisboa. A mãe é africana e o pai de etnia cigana. Viveu no Casal Ventoso com os pais e o irmão mais velho até ir para o Sporting. O dia-a-dia dividia-se entre a escola e a rua, onde passava grande parte do tempo a jogar à bola. O pai esteve ausente quase dois anos, a mãe trabalhava de manhã à noite e durante esse período o irmão mais velho foi pai que metia o mais novo “reguila” no lugar. Começou a jogar futebol no clube do bairro e foi lá que o Sporting o foi buscar com apenas oito anos. Cresceu na Academia e aos 17 já jogava na equipa principal. Partilhava balneário com João Pinto, Jardel ou Paulo Bento e foi com eles que aprendeu tudo sobre o futebol. Deixou Alvalade para ir para o FC Barcelona, mas as coisas não correram bem. Não regressou ao Sporting, foi para o Porto e hoje sabe que foi “a melhor escolha”, mas na altura ficou “magoado”. "Deve quase tudo ao futebol” e ganhou quase tudo a jogar futebol. Para a memória de todos os portugueses fica o ano de 2016 onde ao lado de Cristiano Ronaldo ganhou o Euro. Ricardo Quaresma foi o convidado do último episódio da 2ª temporada do Geração 80, de Francisco Pedro Balsemão, e um do mais ouvidos de 2025
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Nasceu em junho de 1983, em Lisboa. Filha única de pais ligados à produção na área do audiovisual. É uma das mais talentosas atrizes portuguesas. Tem uma longa e brilhante carreira em televisão, cinema e teatro, apenas interrompida por uns sabáticos anos em Macau. Ali, interrompeu a carreira como atriz para dedicar-se às “folhas de Excel” numa mercearia portuguesa que abriu, com produtos portugueses, mas das quais não tem saudades. “Queria ter ali uma pausa na vida. Já tinha feito a rica, a pobre, a boa, a má, a vilã, a heroína, estava esgotada profissionalmente”, desabafa. Cresceu com uma mãe exigente e rodeada de adultos: "Acho que fui muito mimada, mas porque cresci rodeada de muito amor, mas tive uma educação relativamente dura. Tenho muito mais dificuldade de impor limites e nãos aos meus filhos do que os meus pais colocaram-me", admite. Para os filhos, só pede que cresçam num “mundo em que haja igualdade, respeito, empatia, solidariedade. “Quero que os meus filhos tenham admiração não só pela mãe, mas também por todas as mulheres. Quero que respeitem a mulher, a namorada, as filhas que eles tiverem, com todo o respeito e com toda a educação que qualquer ser humano, independentemente do seu sexo, merece ser tratado”, apela nesta conversa com Francisco Pedro Balsemão. Margarida Vila-Nova foi convidada do Geração 80, num dos episódios mais ouvidos em 2025.
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Nasceu em maio de 1987, em Lisboa. Cresceu numa família de “betos desempoeirados” com uma educação “rígida”, mas sem amarguras ou amarras. No colégio nunca foi adorado pelos colegas e não tinha muitos amigos, mas a ida para o Liceu foi o “auge da liberdade”. A ligação ao teatro vem da infância e das idas ao Chapitô com a avó Ana. Gostava de criar as suas personagens, mas nada a sério. Até ao dia em que o pai o obrigou a fazer os testes para o conservatório, não passou porque não soube imitar um “macaco bebé cego”. Já teve várias vidas e viveu várias personagens. Depois do curso de Marketing decidiu seguir um caminho que já o acompanhava desde a adolescência, desde a altura em que deu catequese - quis ser padre e foi estudar para o seminário em Roma. Regressou de Itália porque o caminho ainda não era por ali. "Ser ator, esta profissão, é a minha, eu fui feito para esta. Eu acho que nasci para isto”. Vasco Pereira Coutinho, a Tia Bli, a enfermeira Lourdes e a professora Regina são os convidados do episódio especial do Geração 80 gravado ao vivo no Festival Tribeca.
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Na nova temporada do Geração 90, Júlia Palha volta a abrir as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro. Neste podcast, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Estreia-se a 07 de outubro, com novas conversas todas as semanas.
O Geração 90 tem o apoio do Novo Banco.
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Nasceu em setembro de 1983, em Lisboa. A mãe é africana e o pai de etnia cigana. Viveu no Casal Ventoso com os pais e o irmão mais velho até ir para o Sporting. O dia-a-dia dividia-se entre a escola e a rua, onde passava grande parte do tempo a jogar à bola. O pai esteve ausente quase dois anos, a mãe trabalhava de manhã à noite e durante esse período o irmão mais velho foi pai que metia o mais novo “reguila” no lugar. Começou a jogar futebol no clube do bairro e foi lá que o Sporting o foi buscar com apenas oito anos. Cresceu na Academia e aos 17 já jogava na equipa principal. Partilhava balneário com João Pinto, Jardel ou Paulo Bento e foi com eles que aprendeu tudo sobre o futebol. Deixou Alvalade para ir para o FC Barcelona, mas as coisas não correram bem. Não regressou ao Sporting, foi para o Porto e hoje sabe que foi “a melhor escolha”, mas na altura ficou “magoado”. "Deve quase tudo ao futebol” e ganhou quase tudo a jogar futebol. Para a memória de todos os portugueses fica o ano de 2016 onde ao lado de Cristiano Ronaldo ganhou o Euro. Ricardo Quaresma é o convidado do último episódio da 2ª temporada do Geração 80, conduzido por Francisco Pedro Balsemão.
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Nasceu em junho de 1982, em Faro. O pai, africano, nascido em Angola e veio para Portugal “sem nada” e começou a dar aulas de música ao filho Júlio. Com quatro anos recebeu o “brinquedo favorito” - “um pequeno teclado” onde aprendeu a tocar. Aos 10 anos já compunha melodias. Foi para Paris, de Erasmus, atrás do Jazz e da Filosofia. Sempre que regressava a casa trazia a mala cheia discos com novas canções, melodias e estilos que descobria na capital francesa. Júlio Resende, pioneiro do Fado Jazz, é um dos músicos mais versáteis da sua geração. O pianista e compositor é o convidado do novo episódio do podcast Geração 80. Ouça aqui a conversa com Francisco Pedro Balsemão.
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Nasceu em junho de 1983, em Lisboa. Filha única de pais ligados à produção na área do audiovisual. É uma das mais talentosas atrizes portuguesas. Tem uma longa e brilhante carreira em televisão, cinema e teatro, apenas interrompida por uns sabáticos anos em Macau. Ali, interrompeu a carreira como atriz para dedicar-se às “folhas de Excel” numa mercearia portuguesa que abriu, com produtos portugueses, mas das quais não tem saudades. “Queria ter ali uma pausa na vida. Já tinha feito a rica, a pobre, a boa, a má, a vilã, a heroína, estava esgotada profissionalmente”, desabafa. Cresceu com uma mãe exigente e rodeada de adultos: "Acho que fui muito mimada, mas porque cresci rodeada de muito amor, mas tive uma educação relativamente dura. Tenho muito mais dificuldade de impor limites e nãos aos meus filhos do que os meus pais colocaram-me", admite. Para os filhos, só pede que cresçam num “mundo em que haja igualdade, respeito, empatia, solidariedade. “Quero que os meus filhos tenham admiração não só pela mãe, mas também por todas as mulheres”. Quero que respeitem a mulher, a namorada, as filhas que eles tiverem, com todo o respeito e com toda a educação que qualquer ser humano, independentemente do seu sexo, merece ser tratado”, apela nesta conversa com Francisco Pedro Balsemão. Margarida Vila-Nova é a convidada do novo episódio do Geração 80.
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Nasceu em outubro de 1980, no Canadá. Os pais mudaram-se para Toronto depois do 25 de Abril com “medo de que o país virasse muito à esquerda”. Regressou a Portugal com 2 anos, o pai era engenheiro químico e a mãe professora de física e química. Cresceu no Porto é adepto de futebol e do clube da terra. Fez bodyboard até aos 15 anos, mas um acidente no mar, em Peniche, obrigou-o a deixar a modalidade muito cedo. Agarrou-se aos livros e licenciou-se em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Ficou conhecido pelos portugueses durante a pandemia através dos relatos que fazia nas redes sociais e na televisão. Depois da pandemia, uma doença incurável deixou-o preso a uma cama e passa grande parte do dia deitado. Ainda como médico de emergência percorreu o mundo em missões humanitárias e nesta conversa com Francisco Pedro Balsemão recorda algumas dessas histórias. Gustavo Carona é o convidado do novo episódio do Geração 80.
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Nasceu em outubro de 1982, em Lisboa. Desde pequena que a música foi uma espécie de “refúgio” e forma de conexão com o mundo. Sentia-se deslocada das outras crianças, brincava muito sozinha e ouvia músicas que não eram para. Nasceu Marisa Pinto Oliveira Pinto e é hoje Marisa Liz. Aos 12 anos fez parte dos Onda Choc, no 9º ano largou a escola e foi estudar Música. Nunca mais parou. Seguiram-se Os Donna Maria e 2010 os Amor Electro, agora uma carreira a solo de sucesso. Ouça aqui o novo episódio do Geração 80.
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Nasceu em maio de 1984 em Vila Praia de Âncora. Foi lá que cresceu e para lá que regressa sempre que procura um “porto de abrigo”. A infância foi passada a brincar na rua com os amigos com quem ia para a praia de manhã e só regressava à noite (com um escaldão). Foi na fase mais “negra” da vida, durante uma depressão, que se aproximou do bar e apaixonou-se por aquilo que é hoje a sua profissão: bartender. Em 2024 foi eleito o melhor bartender de Portugal e finalista global em Xangai e mostrou à família que tinha uma “profissão digna”. Rui Pereira é o convidado do novo episódio do Geração 80, conduzido por Francisco Pedro Balsemão. Ouça aqui.
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Nasceu em outubro de 1984, em Lisboa. Cresceu numa família de artistas e não podia ser a excepção. O bisavô foi o escultor do Padrão dos Descobrimentos, é filha e neta de artistas plásticos. Foi um dia na Feira da Ladra que sentiu o “clique” para o desenho. Começou pela joalharia e na passagem por Amesterdão, onde fez um estágio com Lucy McRae e algumas peças que foram depois usadas por Lady Gaga. Regressou a Portugal para criar a marca "Baguera", que mais tarde acabou por deixar. Hoje é artista plástica e consegue “viver da arte”, ainda que seja difícil. Para o podcast trouxe uma pedra que simboliza a “sorte” a “ligação afetiva”. Branca Cuvier é a convidada do novo episódio do Geração 80
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Nasceu em agosto de 1982, em Vila do Conde. Cresceu numa família de pescadores das Caxinas, lugar que já deu ao país alguns dos maiores futebolistas do mundo. A família era humilde, mas “felizes com pouco”. Tem dois irmãos e a irmã mais velha foi como uma segunda mãe. Deixou a escola para seguir o sonho de muitas crianças: ser jogador de futebol. Aos 12 anos deixou a casa dos pais e foi jogar para o FC Porto. Foi campeão nacional com 18 anos e fez parte do plantel da Seleção Nacional que fez os país e os portugueses de todo o mundo acreditarem no primeiro europeu de futebol. Hélder Postiga é o convidado do novo episódio do Geração 80. Ouça aqui.
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Nasceu em setembro de 1985, no Porto. Cresceu numa família católica e ia à missa todos os domingos. Teve uma educação “rija” e “rígida”, mas “sempre com amor em casa”. Estudou em escolas católicas, mas a escola nunca lhe interessou muito. Gostava das aulas de artes e música, mas desde cedo percebeu que “decorar coisas” não era para ele.
“Com 14 anos ia à missa do colégio todos os dias, não sei se era para fugir às aulas”, lembra. Ser padre nunca esteve nos planos, mas aos 21 anos tudo mudou. Bastaram dois meses de reflexão para fazer as malas e trocar Portugal, a banda que tinha com amigos e a vida de universitário, por Roma e por um curso de Teologia.
“Senti uma vontade enorme, uma alegria enorme e um desejo gigante de poder dar a vida por Jesus. Pensei que se dormisse passasse, mas não passou!”, recorda. O padre jesuíta, compositor e músico, Duarte Rosado, é o convidado do novo episódio do Geração 80. Ouça aqui
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Nasceu e cresceu em Caminha e é lá que regressa quase todos os fins de semana. É a irmã mais velha, “a segunda mãe", do irmão oito anos mais novo.
Desportista desde pequena, tem um curso de mergulho e foi jogadora de voleibol até à faculdade. “Era boa a receber e a distribuir”, recorda.
Deixou Caminha pela primeira vez para estudar Direito no Porto. Regressou com o objetivo de ser advogada na terra onde nasceu, mas recebeu um convite para assumir o cargo de assessora jurídica do Grupo Parlamentar do PS, em Lisboa. O pai achou que a filha não ia aceitar, mas nem hesitou.
O “bichinho” da política cresceu quando começou a trabalhar com Pedro Nuno Santos e desde aí andaram sempre de “braços dados”. O caminho que fez na política e no partido “não foi um acaso”. Aos 34 anos tornou-se ministra da Habitação, a mais jovem de sempre do PS.
Marina Gonçalves é a convidada do novo episódio do Geração 80, conduzido por Francisco Pedro Balsemão. Esta conversa foi gravada dias depois do resultado das eleições do passado dia 18 de maio, à data o PS e o Chega estavam empatados no número de deputados eleitos para a Assembleia da República.
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Nasceu em agosto de 1989, em Lisboa. É o mais novo de três irmãos, o caçula da família que andou sempre atrás dos mais velhos, o mais “rebelde” e que gozou de uma educação mais liberal. Cresceu na Beloura, Sintra, e estudou em Cascais. Sempre em escolas públicas porque os pais preferiram investir no desporto. Desde pequeno que gosta de números, começou a receber a primeira mesada com 10 anos e foi nessa altura que aprendeu a gerir o próprio dinheiro. Estudou Gestão, mas só se aventurou no mundo empresarial há poucos anos. Pelo caminho cruzou-se com a representação e tornou-se conhecido com a participação na série “Morangos com Açúcar”. Mais recentemente assumiu o papel mais importante da sua vida: ser pai babado. Lourenço Ortigão é convidado do novo episódio do Geração 80
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Nasceu em julho de 1989, no Porto. Cresceu no mundo “beto da Foz”, conservador, rodeada de irmãos rapazes onde às vezes se sentia “deslocada”. Desde pequena que quer ser atriz. Em criança não conseguia fugir das câmaras e acabava a “estragar” todos os filmes que os pais faziam nas férias. Mudou-se para Lisboa para vir estudar para o Conservatório, mas não entrou. Foi na capital que encontrou “liberdade” e os amigos com quem se identificava e sentia a “Inês louca”. Como atriz ganhou espaço na representação e tornou-se um fenómeno de quarentena com o “Como É Que o Bicho Mexe”. Hoje divide-se entre o humor e a representação. Inês Aires Pereira é a convidada do novo episódio do Geração 80, conduzido por Francisco Pedro Balsemão
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