Afleveringen
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Nesse episódio, Caio e Samuel se concentram no coração partido, no núcleo duro do problema: o destino dos reféns e a determinação da imensa maioria do povo israelense para que todos sejam libertados a qualquer preço.
A guerra se expande em Gaza em meio a protestos populares contra o Hamas e no ar está o ultimato de Trump para o Irã aceitar um novo acordo nuclear.
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O título do episódio é produto das impressões de viagem do jornalista Pedro Doria, o primeiro convidado do Levante. Antenado em sociedades polarizadas, mas movidas a slogans, como Brasil e EUA, Pedro vivenciou uma sociedade israelense opinativa, mas estruturada. Pedro, Caio e Samuel conversam sobre o trauma do 7 de outubro, a paz distante e antissemitismo de esquerda e de direita. E como enquadrar Lula no debate sobre antissemitismo?
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Na crônica de um colapso anunciado, o cessar-fogo acabou em Gaza, abrindo incertezas sobre a escalada dos ataques de Israel e das reações do Hamas. Temos um cenário que só somente reforça as aflições das famílias dos reféns. Caio e Samuel comentam também a escalada de riscos na região, no Iêmen, Irã, Síria e Líbano. Em um clima tão pessimista, vamos falar de um tempo remoto, muito remoto, de coexistência pacífica naquelas bandas. E tapete vermelho para Bernard-Henri Lév.
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Os reféns nos túneis de Gaza e as negociações na superfície empacadas. Caio e Samuel falam dessa paralisia diplomática e debatem se existe uma luz no fim do túnel na Síria. Na comunidade judaica americana, o debate é sobre a detenção e eventual deportação de Mahmoud Khalil, um dos líderes dos protestos na Universidade de Columbia contra Israel, acusado pelo governo Trump de antissemitismo e de ser a favor do terro
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Estamos no mundo do Trump. O presidente americano manda carta para o aiatolá Khamenei, mas pode atacar o Irã. Os americanos negociam diretamente com o Hamas, mas podem dar sinal verde e até atacar Gaza com Israel. Caio e Samuel conversam nessas encruzilhadas e também vão para Hollywood falar do Oscar israelense, sim, israelense.
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Nesse episódio, Caio e Samuel estão afinados no estado de espírito sobre as perspectivas para a fase 2 do cessar-fogo em Gaza e sobre o cenário na Cisjordânia. Afinados no pessimismo ou no otimismo? E reviravoltas não faltam nos resultados das eleições alemãs e em votação na ONU sobre Ucrânia em que EUA e Israel se alinharam ao Putin, Kim Jong-un e Maduro. Faz sentido?
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Caio e Samuel com um prato cheio de agonias e incertezas no marco dos 500 dias desde aquele 7 de outubro sobre o destino dos refens, de Gaza e do plano Riviera do Trump, que segue na mesa na falta de alternativas. E falando em Trump, o dilema: o mesmo governo Trump, que tanto apoia Israel, endossa a extrema-direita nas eleições alemãs no próximo domingo. Como um judeu se posiciona nesse dilema?
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Mais uma semana de muita tensão e ansiedade sobre a libertação de refens pelo Hamas e o futuro do cessar-fogo. Trump continua a balançar o coreto e o coqueiro com sua proposta de tornar Gaza uma “Riviera”. Claro que Caio e Samuel quebram a cabeça e o coco para tentar entender o plano e o impacto.
O gourmet Samuel tem uma dica culinária e Caio, o desafinado, uma musical.
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Nesse episódio, o judeu errante Samuel finamente chega ao destino e nos fala da Terra Prometida, com relatos emocionantes sobre Nir Oz, o kibbutz em que 25% dos residentes foram mortos ou sequestrados naquele 7 de outubro. E os reféns claro são assunto-chave das conversas em Washington entre Netanyahu e Trump, definido por Caio como o “primeiro-ministro” de Israel.
E o episódio tem um bônus! A dica gastronômica do Samuel em Tel Aviv.
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Nosso terceiro episódio tem um debate entre Caio e Samuel: será que os termos do cessar fogo podem efetivamente levar ao final da guerra de Gaza? E muito debate sobre a proposta explosiva (mais uma) de Trump para deslocar palestinos de Gaza para o Egito e a Jordânia. Nosso cardápio tem até dica de restaurante, filme e livros.
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Nosso segundo episódio compartilha a alegria e a ansiedade com a libertação das 3 refens Israelenses e o destino dos demais, além é claro do início da ET 2, a segunda era Trump. Falamos também dos 80 anos de Auschwitz, algo infelizmente muito familiar para o Samuel.
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O 7 de outubro deflagrou guerras no Oriente Médio e levou ao desenho de um novo mapa regional, ainda com rabiscos incertos. Incerteza que aumenta com o retorno de Trump, imprevisível por excelência.
Nesse novo desenho, Israel e Turquia despontam como potências rivais, em particular na estratégica Síria.
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Guerra ou paz? Guerra e paz? A única certeza sobre o segundo mandato de Donald Trump eh a incerteza. Sua marca registrada é ser imprevisível, confundindo aliados, adversários e esses dois judeus errantes do podcast Levante. Os atores políticos no Oriente Médio aguardam com alta ansiedade o segundo mandato de Trump, todas as atenções nele, como ele gosta.
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Em 7 de outubro, Israel morreu e renasceu. Morreram as ilusões e renasceram nossas forças. Na frase apócrifa de Lênin, ha décadas em que nada acontece e há semanas em que décadas acontecem.
Naquele dia de outubro, décadas aconteceram.
O mesmo nos dias seguintes até nessa chegada de 5785 em que a história é veloz e Israel está na encruzilhada.