Afleveringen
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No terceiro episódio do MABCast, recebemos o Dr. Lincoln Nogueira, especialista em Teologia Bíblica e Exegese do Novo Testamento. O programa abordou a análise narrativa de João 4, a história da mulher samaritana.
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No segundo episódio do MABCast, recebemos o pesquisador Thiago Abdala, historiador e teólogo pelo UNASP, além de editor da Editora Universitária do UNASP (UNASPRESS). O programa abordou a análise narrativa de Gênesis 4, a história -de Caim e Abel.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Neste primeiro episódio, recebemos em nosso programa a Profª Dra. Christie Chadwick, professora da Faculdade Adventista de Teologia e arqueóloga do Museu de Arqueologia Bíblica. Neste programa, foi abordada a célebre história de Davi e Golias, mencionada na Bíblia em I Samuel 17.
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No século V, o Império Romano perdeu suas províncias ocidentais para os chamados "bárbaros", povos considerados culturalmente diferentes. No Oriente, a civilização bizantina surgiu como continuação do Império Romano, com origem em Bizâncio, uma colônia grega fundada em 658 a.C. Em 330 d.C., o imperador Constantino renomeou Bizâncio como Constantinopla, tornando-a a capital do Império Romano Oriental. A legalização do Cristianismo pelo Édito de Milão (313 d.C.) permitiu seu rápido crescimento, influenciando a arte e a arquitetura, com destaque para cruzes e basílicas decoradas com ilustrações bíblicas.
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Na Judeia, durante o período em que Jesus viveu, a região estava sob domínio do Império Romano, administradapor procuradores, como Pôncio Pilatos (26-36 d.C.), que representavam a autoridade imperial. O controle romano era marcado por tensões constantes com os judeus, que resistiam à ocupação e ao pagamento de impostos, muitas vezes levando a revoltas. Esse contexto romano de domínio e supervisão direta impactava profundamente a vida cotidiana na Judeia, exacerbando conflitos internos entre grupos como fariseus e saduceus, enquanto moldava o ambiente político e social em que Jesus desenvolveu seu ministério.
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O período Helenístico teve início com Alexandre III, denominado o Grande (356-323 a.C.), que sucedeu seu pai, Filipe II da Macedônia (382-336 a.C.), unificador da Grécia, e expandiu vastamente o império macedônio através de suas conquistas. Deste modo, todos os eventos deste período são associados ao contexto intertestamental, que, segundo teólogos, abrange os chamados '400 anos de silêncio', marcados pela ausência de revelação especial ou comunicação divina registrada por profetas. O helenismo deixou uma profunda influência cultural, política elinguística no mundo do Novo Testamento.
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Durante esse período, os judeus estavam exilados na Babilônia, enquanto outros povos migraram para Canaã, ocupando parcialmente a região. Posteriormente, os exércitos de Dario I e Xerxes subjugaram cidades babilônicas e helênicas, mas o evento mais relevante ocorreu em 539 a.C., quando o rei persa Ciro, o Grande, capturou Babilônia, cumprindo as profecias de Isaías (44:28; 45:1) e Jeremias (25:11-12; 29:10). No ano seguinte, em 538 a.C., Ciro emitiu um decreto que autorizava o retorno dos exilados judeus a Jerusalém e a reconstrução do templo, conforme relatado em Esdras 1:1-4 e 6:3-5.
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Neste período, a monarquia em Israel tem início com Saul, aproximadamente em 1050 a.C. Sob o reinado de Davie Salomão, Israel alcança seu ápice cultural e político, marcado pela construção do primeiro Templo. Contudo, a supremacia israelita foi abalada pela divisão do reino em duas partes: o Reino do Norte (Israel) e o Reino do Sul (Judá). O Reino do Norte foi destruído pelos assírios em 722 a.C., enquanto o Reino do Sul enfrentou sucessivas crises, incluindo a invasão egípcia e, mais tarde, a destruição por Babilônia em 586 a.C., após o cerco final a Jerusalém. Durante esse período, destacaram-se profetas como Elias e Eliseu (no Reino do Norte), Jonas (atuando em Nínive), e Jeremias, Ezequiel e Daniel (associados aos eventos que precederam e acompanharam o exílio babilônico).
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O Bronze Final, no contexto da narrativa bíblica, é associado aos eventos da escravidão israelita no Egito e sua posterior libertação, conhecida como Êxodo. Nesse período, os hebreus deixaram o Egito por volta de 1400 a.C., liderados por Moisés (Êxodo 13), receberam os Dez Mandamentos, peregrinaram no deserto, invadiram Jericó sob o comando de Josué, conquistaram Canaã por volta de 1370 a.C. e por fim, transitaram para a chamada fase dos juízes.
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A Idade do Bronze Médio em Canaã coincide com a era dos hicsos no Egito. Nessa fase da história, Abraão atravessou aMesopotâmia a caminho da terra de Canaã (Gênesis 13). Posteriormente, os hebreus migraram para o Egito, onde José se tornou governador e anos depois, Moisés nasceu.
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Este é o período em que a humanidade começou a desenvolver a metalurgia (bronze, cobre, ouro e prata), marcando o início da formação das civilizações mesopotâmicas (ex.: sumérios e babilônios) e egípcia. O período do Bronze Antigo pode ser identificado na história bíblica como o período patriarcal, durante o qual viveram Abraão, Sara e Hagar. A Bíblia relata que, nesse tempo, os patriarcas eram nômades, e Abraão desceu ao Egito devido a uma grande fome.
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Nesta seção, podemos conhecer brevemente sobre o processo de escrita, compilação e tradução da Bíblia. Em cada letra da palavra “Bíblia”, estão expostos os principais materiais utilizados para a escrita e formação do livro sagrado. Ao centro deste espaço, temos em exibição uma das bíblias impressas mais antigas da história, trata-se de uma Vulgata Latina de 1528 oriunda de Paris, França.