Afleveringen
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No vigésimo quarto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram no universo dos mascotes da Copa do Mundo, aqueles personagens que tentam representar o país-sede, vender brinquedo, virar meme e, às vezes, simplesmente desaparecer da memória coletiva.
A dupla revisita a história desde o primeiro mascote oficial, o leão World Cup Willie, da Copa da Inglaterra de 1966, passando por Juanito, Tip e Tap, Gauchito, Naranjito, Pique, Ciao, Striker, Footix, Ato, Kaz e Nik, Goleo e Pille, Zakumi, Fuleco, Zabivaka e La’eeb.
O episódio também destaca curiosidades sobre cada mascote: os mais carismáticos, os mais estranhos, os mais criticados, os que viraram sucesso comercial, os que pareciam saídos de videogame, os que geraram memes e, claro, o brasileiro Fuleco, o tatu-bola que virou um dos mascotes mais lembrados da história recente da Copa.
Na Copa de 2026, entram em campo três mascotes: Maple, o alce goleiro do Canadá; Clutch, a águia careca dos Estados Unidos; e Zayu, o jaguar mexicano. Mesmo com pouca presença durante o torneio, eles representam os três países-sede e suas identidades culturais.
Com humor, eliminação do Brasil, Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar, zoológico, Naranjito, calça do Pato Donald e mascotes que talvez tenham sido barrados na imigração, o Rota América mostra que os mascotes também fazem parte da memória afetiva da Copa do Mundo.
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No vigésimo terceiro episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram no universo das figurinhas da Copa do Mundo, um dos rituais mais tradicionais — e caros — do futebol.
A dupla relembra como tudo começou no Brasil, ainda em 1919, com figurinhas de jogadores distribuídas em balas, passa pelos primeiros álbuns organizados, pelas figurinhas em chicletes, pelos álbuns da Ping-Pong e chega até a Panini, que lançou o primeiro álbum oficial da Copa do Mundo em 1970.
O episódio também fala sobre a evolução dos cromos, as figurinhas autocolantes, os escudos metalizados, a chegada da Panini ao Brasil, o mercado de troca, as bancas de jornal, as figurinhas raras, os pacotes, as caixas, os preços e a matemática assustadora para completar um álbum moderno.
Na Copa de 2026, o álbum é o maior da história, com 980 figurinhas, versões especiais, Legends, níveis de raridade e um mercado paralelo onde algumas figurinhas podem valer centenas ou até milhares de reais. Também entram na conversa Endrick, Mbappé, Neymar, Pelé, Maradona, Zico, Romário, Ronaldinho, Cristiano Ronaldo e até as figurinhas da Coca-Cola.
Com humor, nostalgia, eliminação do Brasil, grupos de troca, chiclete, bala jogada fora, mercado secundário e muito colecionismo, o Rota América mostra que o álbum da Copa é quase uma Copa à parte.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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No vigésimo segundo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram em campo para falar sobre Carlo Ancelotti, o italiano mais brasileiro da Copa do Mundo de 2026.
A dupla relembra a trajetória do treinador desde a infância em Reggiolo, na região da Emília-Romanha, passando pela vida no campo, a carreira como jogador, as lesões no joelho, os tempos de Milan e a convivência com grandes nomes como Van Basten, Ruud Gullit, Rijkaard, Maldini, Donadoni e outros craques do futebol italiano.
O episódio também acompanha a carreira de Ancelotti como técnico: Reggiana, Parma, Juventus, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Real Madrid, Bayern de Munique, Napoli e Everton. Entre Champions League, campeonatos nacionais, Mundial de Clubes, Kaká, Cristiano Ronaldo, Benzema, Mbappé, Zidane, Pirlo e muitos títulos, o programa mostra por que Ancelotti é um dos maiores treinadores da história do futebol.
Por fim, entra em pauta o desafio de comandar a Seleção Brasileira na busca pelo título que o Brasil não conquista desde 2002. Com humor, Laura Pausini, Lady Gaga, queijo parmesão, Endrick esperando no banco e muita expectativa pelo hexa, o Rota América dedica este episódio ao técnico que pode marcar uma nova era no futebol brasileiro.
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No vigésimo primeiro episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram em clima de fome para falar sobre a culinária dos três países-sede da Copa do Mundo de 2026: México, Canadá e Estados Unidos.
A viagem começa pelo México, única cozinha das Américas reconhecida pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial da humanidade. O episódio passa por tacos, guacamole, mole poblano, pozole, elote, chiles en nogada, tequila, mezcal, horchata e michelada, além de falar sobre ingredientes fundamentais como milho, feijão, pimenta, tomate, cacau e abacate.
Depois, a dupla segue para o Canadá, país do maple syrup, do poutine, do beaver tail, da tourtière, do ice wine e do famoso café double double. Também entram na conversa as influências francesas, inglesas, indígenas, asiáticas e imigrantes que formam uma culinária diversa e cheia de misturas.
Por fim, chega a vez dos Estados Unidos, com hambúrguer, barbecue, fried chicken, buffalo wings, mac and cheese e apple pie, em uma conversa bem-humorada sobre fast food, pratos importados, comida globalizada e a pergunta inevitável: afinal, existe uma culinária realmente estadunidense?
Com fome, piadas, TikTok, inteligência artificial, frutas de plástico, guacamole, poutine e vontade de passar no BK depois da gravação, o Rota América transforma a Copa de 2026 em um verdadeiro tour gastronômico.
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No vigésimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi embarcam para a Noruega, adversária do Brasil na Copa do Mundo de 2026, em um programa que mistura futebol, cultura, monarquia, comida, música e mitologia nórdica.
A dupla fala sobre Oslo, a Escandinávia, a monarquia norueguesa, o rei Harald V, a princesa Märtha Louise, a sucessão real, a população do país, a coroa norueguesa e algumas curiosidades culturais da Noruega. Também entram no cardápio o salmão norueguês, o bacalhau, o queijo marrom brunost e a curiosa tradição dos livros policiais durante a Páscoa.
Na cultura pop, o episódio passa por Aurora, A-ha, Kygo, Henrik Ibsen, Jo Nesbø, Magnus Carlsen, Frozen, Olaf, Thor, mitologia nórdica, Vikings, God of War e várias referências que fazem da Noruega um país pequeno em população, mas gigante em influência cultural.
No futebol, o programa destaca Erling Haaland, Antonio Nusa, a famosa comemoração da remada viking e o histórico indigesto para o Brasil: a Seleção Brasileira nunca venceu a Noruega, incluindo a derrota na Copa do Mundo de 1998.
Com humor, sotaques, fofocas reais, salmão no sushi e tensão pré-jogo, o Rota América prepara o clima para Brasil x Noruega em mais uma viagem curiosa pela Copa de 2026.
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No décimo nono episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram em clima de descanso para falar sobre os principais feriados dos três países-sede da Copa do Mundo de 2026: Estados Unidos, Canadá e México.
A dupla começa pelos Estados Unidos, passando pelo 4 de Julho, o Independence Day, Juneteenth, Thanksgiving, Halloween, Martin Luther King Day, Presidents’ Day, Memorial Day, Labor Day, Columbus Day, Veterans Day e Natal. Entre fogos, perus, futebol americano, Black Friday e confusões de datas, o episódio mostra como os feriados ajudam a contar a história e a cultura estadunidense.
No Canadá, entram em pauta o Canada Day, o Thanksgiving canadense, o Remembrance Day, o Victoria Day, o Dia Nacional da Verdade e Reconciliação e até as particularidades de Quebec. Já no México, o programa fala sobre o Dia da Independência, o Grito de Dolores, o Dia de los Muertos, o Cinco de Mayo, a Revolução Mexicana e o Dia da Virgem de Guadalupe.
Com humor, digressões sobre Ibitinga, feriados religiosos, Corpus Christi, Black Friday, Dia da Bandeira e pedidos por mais folgas no calendário brasileiro, o Rota América mostra que feriado também é história, identidade, memória e, claro, uma ótima desculpa para não trabalhar.
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No décimo oitavo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi deixam a Copa do Mundo em segundo plano para falar de quem já estava nas Américas muito antes da chegada dos colonizadores: os povos originários.
A dupla começa pelo México, passando pelos Astecas, pelos Maias, por Tenochtitlán, pela Cidade do México, pelos calendários, pela arquitetura, pela engenharia, pela educação, pelo chocolate, pelo milho, pelo cacau, pelo tomate, pelo abacate e por outras heranças fundamentais dos povos mesoamericanos. Também entra na conversa a história dos Rarámuri/Tarahumara, conhecidos por correrem longas distâncias.
Nos Estados Unidos, o episódio aborda nações como Cherokee, Sioux, Navajo, Apache, Cheyenne, Comanche, Iroquois e Seminole, além da remoção forçada, da Trilha das Lágrimas, das reservas, do apagamento cultural, da cidadania tardia e das polêmicas envolvendo mascotes e nomes de times esportivos.
No Canadá, o programa fala sobre Primeiras Nações, Inuit e Métis, escolas residenciais, genocídio cultural, pedido de perdão da Igreja, pobreza, violência e a retomada de línguas e práticas culturais indígenas.
Com humor, reflexão e informação, o Rota América dedica este episódio a lembrar que a história do continente não começa com a colonização: ela começa muito antes.
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No décimo sétimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram no território mais delicado da Copa do Mundo de 2026: as polêmicas do torneio.
A dupla comenta os preços altíssimos dos ingressos, os custos para torcedores acompanharem jogos nos Estados Unidos, México e Canadá, as críticas ao modelo de preços dinâmicos e até a declaração de Donald Trump dizendo que também não pagaria determinados valores para assistir à Copa.
O episódio também passa por temas mais pesados, como a tensão entre Estados Unidos e Irã, dificuldades de visto para jogadores e torcedores, problemas na imigração, delegações barradas, críticas da ONU, além de controvérsias envolvendo árbitros, VAR, gestos associados à extrema-direita, camisas censuradas pela FIFA e manifestações políticas proibidas.
Ainda entram na conversa as bets, problemas no site da FIFA, torcidas organizadas, a chamada “Lei Viní Jr.”, polêmicas de transmissão, Virgínia, teorias de boicote e a eterna promessa de finalmente explicar o que o regulamento prevê em caso de abdução alienígena durante uma partida.
Com humor, indignação e muita ironia, o Rota América mostra que, dentro e fora de campo, a Copa de 2026 está longe de ser apenas futebol.
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No décimo sexto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi chegam ao Japão, adversário do Brasil nos 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026.
A dupla relembra a forte relação entre Brasil e Japão, passando pela imigração japonesa, a chegada do navio Kasato Maru ao Porto de Santos em 1908, a presença da comunidade japonesa no Brasil e os laços culturais que aproximam os dois países há mais de um século.
O episódio também faz um passeio pela história e cultura japonesa, falando sobre o arquipélago, Tóquio, o imperador, a linhagem imperial mais antiga do mundo, samurais, xintoísmo, budismo, mangás, animes, Pokémon, Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco, One Piece, culinária japonesa, tecnologia, trem-bala, robótica e muito mais.
No futebol, entram em campo Zico, a influência brasileira no desenvolvimento do futebol japonês e clubes com nomes inspirados na língua portuguesa, como Júbilo Iwata, Kashiwa Reysol e outros exemplos curiosos.
Com muito humor, saquê, fuso horário, referências ao Rota de Tóquio e um clima de “quem ganhar, a gente fica feliz e triste ao mesmo tempo”, o Rota América prepara você para Brasil x Japão em uma viagem pela Terra do Sol Nascente.
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No décimo quinto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi fazem uma viagem por Hollywood, o bairro de Los Angeles que virou sinônimo da maior indústria cinematográfica do mundo.
A dupla relembra como o cinema estadunidense se deslocou para a Califórnia, a formação dos grandes estúdios, a era de ouro de Hollywood, o surgimento do cinema sonoro, o impacto de clássicos como Cidadão Kane, O Poderoso Chefão, Tubarão e Star Wars, além da criação do modelo de blockbuster e das grandes franquias modernas.
O episódio também discute o Oscar, a presença crescente do cinema internacional, o impacto de Parasita, a crise provocada pelos streamings, a redução da janela entre cinema e casa, o preço dos ingressos, o comportamento do público nas salas e a disputa global com produções como La Casa de Papel, Round 6, Dark e Lupin.
Com muito humor, Donald Trump falando sobre “football”, teorias de ETs, críticas ao streaming e uma boa dose de amor pelo cinema, o Rota América troca a bola pela tela grande em mais uma parada pelos Estados Unidos
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No décimo quarto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi deixam a bola um pouco de lado para falar sobre a enorme influência da cultura mexicana no Brasil.
A dupla relembra a chegada de Chaves ao SBT, o impacto de Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, a força de Chapolin, a dublagem brasileira e a volta histórica do programa à TV após anos fora do ar. Também entram na conversa as novelas mexicanas que marcaram gerações, como Os Ricos Também Choram, Carrossel, A Usurpadora, Cúmplices de Resgate, Rebelde e a trilogia das Marias, estrelada por Thalía.
Mas a influência do México no Brasil vai além da televisão. O episódio também mostra como os mariachis, as rancheras e a estética musical mexicana ajudaram a moldar parte do nosso sertanejo, influenciando duplas como Pedro Bento e Zé da Estrada, Milionário e José Rico, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo e Zezé Di Camargo & Luciano.
Com nostalgia, cultura pop, SBT, Televisa, novelas, música e até teorias sobre ETs e Xuxa, este episódio celebra a relação afetiva entre Brasil e México.
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No décimo terceiro episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram no clima musical da Copa do Mundo para relembrar os hinos, trilhas e músicas que marcaram diferentes edições do torneio.
A dupla passa por clássicos como La Copa de la Vida, de Ricky Martin, Waka Waka, de Shakira, Wavin’ Flag, de K’naan, We Are One, com Pitbull, Jennifer Lopez e Claudia Leitte, além de músicas da Coca-Cola, álbuns oficiais da FIFA e parcerias improváveis envolvendo Alexandre Pires, Avicii, Will Smith, Jason Derulo, BTS, Anitta e muito mais.
O episódio também destaca a volta de Shakira ao universo da Copa em 2026, agora com Dai Dai, e comenta o novo álbum oficial do torneio, que reúne artistas de diferentes países e estilos musicais.
Com cantorias, confusões, piadas sobre abdução alienígena e muita memória afetiva, este episódio mostra que Copa do Mundo não é feita só de futebol: também é feita de refrões que grudam na cabeça e viram trilha sonora de uma geração.
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No décimo segundo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi desembarcam na Escócia, adversária do Brasil na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.Antes da bola rolar no Hard Rock Stadium, em Miami, a dupla explora a história, a cultura e as curiosidades de um dos países mais marcantes do Reino Unido. Tem Edimburgo, Glasgow, Highlands, sotaque difícil, gaita de foles, kilt, tartã, whisky, haggis, unicórnio e, claro, o lendário Monstro do Lago Ness.O episódio também relembra invenções escocesas que mudaram o mundo, como o telefone, a televisão, a penicilina, a bicicleta, a capa de chuva impermeável e até a descarga do banheiro. No futebol, entram em campo os confrontos históricos entre Brasil e Escócia em Copas do Mundo e a expectativa para o duelo decisivo de 2026.Com muito humor, teorias de abdução alienígena, referências improváveis e uma boa dose de whisky imaginário, o Rota América prepara você para Brasil x Escócia com uma viagem divertida por terras escocesas.
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No décimo primeiro episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi voltam para a Copa do Mundo de 1994, realizada nos Estados Unidos, para relembrar a campanha que deu ao Brasil o tão esperado tetracampeonato mundial.
A dupla revisita a escolha curiosa dos Estados Unidos como sede, em uma época em que o futebol ainda não era um esporte popular no país, e comenta como aquela Copa bateu recordes de público, ajudou a expandir o soccer entre os americanos e mostrou mais uma vez que, quando a FIFA se mexe, quase sempre tem dinheiro envolvido.
Também entram em campo Romário, Bebeto, Galvão Bueno, a comemoração do “embala bebê”, o recorde de Roger Milla, o caso de doping de Maradona, a cotovelada de Leonardo em Tab Ramos e outras histórias marcantes daquela edição.
Com nostalgia, humor e muitas fugidas de pauta, o episódio relembra a Copa do Tetra e pergunta: será que o Hexa vai ter o mesmo sabor histórico que aquele inesquecível “É tetra!” de 1994?
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No décimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi conhecem melhor o Haiti, adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, e descobrem uma das histórias mais impressionantes — e menos conhecidas — das Américas.
Muito além do futebol, o episódio mergulha na Revolução Haitiana, que transformou o país na primeira república negra independente do mundo e no primeiro país da América Latina e do Caribe a conquistar sua independência. A dupla também debate a controversa dívida imposta pela França após a libertação dos escravizados, os desafios enfrentados pelo país após o terremoto de 2010 e a influência internacional sobre sua história recente.
Além disso, o programa passeia pela cultura haitiana, explorando o vodu, a culinária local, a música compas, as tradições populares, os idiomas falados no país e a forte ligação do povo haitiano com a Seleção Brasileira.
Uma viagem histórica, cultural e humana por um dos países mais fascinantes e incompreendidos do continente americano.
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No nono episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi voltam ao México para revisitar a inesquecível Copa do Mundo de 1986, uma das edições mais marcantes da história do futebol.
A dupla relembra como o México se tornou sede do torneio após a desistência da Colômbia, superou um devastador terremoto poucos meses antes da competição e entrou definitivamente para a história como o primeiro país a receber duas Copas do Mundo.
Mas o grande protagonista do episódio é Diego Armando Maradona. Conheça os bastidores da lendária campanha argentina, a história por trás da famosa "Mão de Deus", o contexto político do confronto contra a Inglaterra após a Guerra das Malvinas e o gol que seria eleito pela FIFA como o Gol do Século.
Além disso, o programa traz curiosidades sobre a Dinamáquina da Dinamarca, a eliminação do Brasil para a França nos pênaltis e histórias improváveis envolvendo uniformes improvisados, tecnologia, terremotos e muita nostalgia futebolística.
Apertem os cintos, senhoras e senhores, porque a viagem de hoje desembarca em uma das Copas mais icônicas de todos os tempos.
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No oitavo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi fazem uma viagem no tempo para revisitar a histórica Copa do Mundo de 1970, realizada no México e considerada por muitos como o Mundial que revolucionou o futebol moderno.
Entre curiosidades, histórias improváveis e muito bom humor, a dupla relembra a primeira Copa transmitida em cores para o mundo, a estreia dos cartões amarelo e vermelho, o surgimento do replay instantâneo, a chegada do álbum de figurinhas da Panini e a lendária campanha da Seleção Brasileira de Pelé, Jairzinho, Tostão, Gérson e Rivellino.
Além disso, descubra como a altitude mexicana influenciou a preparação das equipes, por que a NASA ajudou indiretamente o Brasil a conquistar o tricampeonato e como um simples cachorro acabou ajudando a recuperar a Taça Jules Rimet.
Uma viagem nostálgica por uma das Copas mais importantes da história do futebol mundial.
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No sétimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi encaram a pergunta que todo brasileiro faz de quatro em quatro anos: afinal, o Hexa vem?
A dupla analisa a convocação oficial da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, debate os pontos fortes e fracos do elenco, comenta a situação de Neymar, Vinícius Júnior, Marquinhos, Casemiro e companhia, além de discutir se Carlo Ancelotti terá tempo suficiente para transformar o Brasil em um candidato real ao título.
Entre estatísticas, opiniões nem sempre otimistas e muito bom humor, o episódio também passeia por Game of Thrones, álbum de figurinhas, Coca-Cola, Duolingo e outras fugidas de pauta que já viraram tradição no programa.
Será que o Brasil está pronto para conquistar o Hexa ou estamos apenas nos agarrando à superstição de 2002? Descubra nesta análise descontraída da Seleção Brasileira rumo à Copa do Mundo de 2026.
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No sexto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi exploram as grandes novidades da Copa do Mundo de 2026, uma edição que promete mudar para sempre a forma como o torneio é disputado.
Pela primeira vez na história, a competição acontece em três países simultaneamente, reúne 48 seleções e ultrapassa a marca de 100 partidas. A dupla explica como funciona o novo formato, debate os impactos do aumento de vagas e discute se a FIFA está pensando no crescimento do futebol ou apenas em arrecadar mais dinheiro.
O episódio também mergulha nas inovações tecnológicas que prometem transformar a competição, desde inteligência artificial e análise de dados em tempo real até estádios digitais, sensores, câmeras e novas ferramentas de arbitragem.
Com muito humor, teorias improváveis, críticas ao capitalismo esportivo e até uma inesperada discussão sobre Jeff Bezos organizando uma Copa na Lua, acompanhe Edson Jr. e Rafa Kawachi em mais uma parada da nossa viagem rumo ao Mundial de 2026.
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No quinto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi fazem um aquecimento para a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 conhecendo melhor o seu primeiro adversário: o Marrocos.
Entre estatísticas, curiosidades e teorias nada científicas sobre o resultado da partida, a dupla explora a surpreendente ascensão da seleção marroquina, semifinalista da última Copa do Mundo, e relembra o histórico recente de confrontos contra o Brasil.
Mas a viagem vai muito além do futebol. Descubra como um país pode reunir deserto e neve ao mesmo tempo, conheça Casablanca, Rabá, Marrakech, a universidade mais antiga do mundo e as tradições do famoso chá marroquino. Também sobra espaço para novelas, filmes, Star Wars, múmias, temperos e várias fugidas de pauta pelo caminho.
Com muito humor, curiosidades e um leve pessimismo sobre a Seleção Brasileira, acompanhe Edson Jr. e Rafa Kawachi em mais uma parada da nossa viagem rumo à Copa do Mundo de 2026.
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