Afleveringen
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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) e o Fael encaramos uma missão que parecia simples… até começar: montar nossa primeira Tier List dos jogos da geração 16-bits.
Clássicos do Super Nintendo e do Mega Drive passaram pelo nosso julgamento em uma conversa cheia de nostalgia, boas lembranças e algumas decisões que deram muito mais trabalho do que imaginávamos. Afinal, como comparar tantos jogos que marcaram uma geração inteira?
Ao longo do episódio, explicamos o motivo de cada escolha, relembramos histórias, discutimos o legado de vários clássicos e, claro, discordamos em alguns momentos. Porque fazer uma Tier List é fácil… difícil é convencer o outro de que ela faz sentido.
A pergunta agora é inevitável: será que a nossa lista ficou boa ou já começamos colecionando polêmicas?
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Se Brasil x Japão fosse um jogo de futebol do Super Nintendo, muita gente teria apertado Reset antes do intervalo.
No quinto episódio do Especial Copa 2026, eu (Mauro Junior) e o Facioli comentamos a vitória de virada da Seleção Brasileira, um jogo que conseguiu reunir desespero, esperança e comemoração… tudo isso antes do apito final.
Também passamos pelos classificados para a fase de mata-mata e começamos a olhar para o que vem pela frente. Agora acabou a fase de aquecimento: daqui em diante é igual aos jogos antigos. Perdeu, acabou. Sem password, sem continue e sem segunda chance.
Entre uma corneta e outra, tentamos responder a pergunta que todo brasileiro está fazendo: essa virada mostrou que o Brasil está pronto para buscar o hexa ou foi só mais um susto para testar o coração do torcedor?
Peguem sua chuteiras e venha para mais uma resenha de Copa no melhor estilo Passa de Fase.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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No novo episódio (#344) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Matheus Reis e Fael fizemos uma experiência diferente: gravamos o episódio enquanto jogávamos Balatro.
Entre uma mão e outra, conversamos sobre as mecânicas que transformaram o jogo em um dos grandes fenômenos dos últimos anos, curiosidades do desenvolvimento, o que torna a experiência tão viciante e por que ele conquistou tanta gente, até mesmo quem nunca foi fã de jogos de cartas.
O papo também passa por outros games do gênero, nossas recomendações e algumas dicas para quem está começando ou quer entender melhor o universo de Balatro.
Esse é aquele episódio que funciona muito bem só no áudio, mas ganha uma camada extra quando você acompanha a nossa jogatina. Então, além de ouvir no Spotify ou no seu aplicativo de podcast favorito, vale muito a pena passar no YouTube do Passa de Fase para assistir às partidas enquanto a conversa acontece.
E agora queremos saber: qual foi o último jogo que simplesmente roubou horas da sua vida? E, se você já jogou Balatro, quais foram as combinações mais absurdas que conseguiu montar?
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No quarto episódio do nosso Especial Copa 2026, Mauro Junior e Facioli voltam para comentar tudo o que aconteceu na segunda rodada da fase de grupos e analisar a atuação da Seleção Brasileira diante do Haiti.
Depois de uma estreia que dividiu opiniões, será que o Brasil mostrou evolução? A atuação convenceu ou ainda deixou dúvidas para a sequência da competição? Debatemos os principais lances da partida, os destaques individuais e o que esse resultado representa para a caminhada rumo ao mata-mata.
Além da Seleção Brasileira, também passamos pelos jogos mais interessantes da segunda rodada, comentando as surpresas, as decepções e como os resultados começaram a desenhar o destino das seleções na Copa do Mundo.
O episódio também traz mais uma edição do nosso quadro de dicas de games de futebol, com novas recomendações para quem quer aproveitar o clima do Mundial também nos videogames.
E, claro, o Desafio do Facioli está de volta com mais uma missão que promete render boas risadas e muita cobrança até o fim da Copa.
Pegue sua toalha e venha acompanhar mais uma resenha de Copa no melhor estilo Passa de Fase.
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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) e o Facioli colocamos a bola no chão para relembrar os games de futebol que marcaram diferentes gerações de videogames.
O papo começa lá na infância, com os primeiros jogos que nos fizeram passar horas em frente à TV, passa pela evolução do gênero com clássicos como International Superstar Soccer, Winning Eleven e FIFA, e chega aos dias de hoje para discutir como os jogos de futebol mudaram ao longo dos anos.
Também aproveitamos para abrir espaço para um assunto que pouca gente comenta: os games de futebol indie. Será que eles conseguem resgatar a diversão que muitos jogadores sentem falta nas grandes franquias?
Entre muita nostalgia, histórias, rivalidades e boas lembranças, esse episódio é uma viagem pela história dos games de futebol e um convite para relembrar aqueles títulos que fizeram parte da infância de muita gente.
E agora queremos saber: qual foi o primeiro game de futebol que você jogou? E qual deles marcou a sua vida?
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No terceiro episódio do nosso Especial Copa 2026, Mauro Junior e Facioli entram em campo para comentar os primeiros jogos do Mundial e, claro, falar sobre a tão aguardada estreia da Seleção Brasileira.
Será que os favoritos começaram mostrando força? Já tivemos zebra? Quem decepcionou? E aquela pergunta inevitável: o Brasil convenceu na estreia ou deixou aquele gostinho de “dava pra jogar mais”?
Além da Seleção, também comentamos os destaques dos primeiros confrontos da Copa, jogadores que chamaram atenção, seleções que surpreenderam e aquelas impressões iniciais que sempre fazem todo mundo mudar — ou reforçar — seus palpites do bolão.
No melhor estilo resenha de Copa, Mauro Junior e Facioli trazem opiniões, análises, corneta saudável e aquele olhar gamer do Passa de Fase para um dos momentos mais esperados do futebol mundial.
Se você já está vivendo o clima da Copa e quer uma conversa leve entre futebol e videogame, esse episódio é pra você.
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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) e o Fael resolvemos encarar uma discussão que está cada vez mais presente no mundo dos games: a bolha do AAA estourou? E o que ainda significa ser indie hoje?
Falamos sobre o crescimento absurdo dos custos dos jogos AAA, franquias cada vez mais seguras, lançamentos problemáticos e a sensação de que muitos jogos gigantes perderam espaço para experiências menores, mas cheias de personalidade.
Ao mesmo tempo, discutimos o crescimento dos indies, jogos que ganharam espaço pela criatividade, identidade e proximidade com a comunidade. Mas será que indie ainda significa jogo pequeno e independente? Ou virou algo muito maior?
Um papo cheio de opinião, exemplos e boas discussões sobre o presente — e talvez o futuro — da indústria dos games.
Agora queremos saber: a bolha AAA realmente estourou? E pra você, o que define um jogo indie hoje?
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No segundo episódio do nosso Especial Copa 2026, Mauro Junior, Fael e Facioli entram de vez no clima do Mundial para analisar os grupos da Copa do Mundo e tentar responder aquela pergunta que todo torcedor faz: quem passa e quem vai decepcionar?
Grupo por grupo, comentamos os principais jogadores das seleções, debatemos favoritos, possíveis zebras e aqueles confrontos que já têm cara de decisão logo na primeira fase. Tem espaço para falar da Seleção Brasileira, do perigo de seleções como Marrocos, França, Argentina e Espanha, além de apostas em times que podem surpreender durante o torneio.
Claro que o clima de “todo mundo é técnico” toma conta do episódio, com muita opinião, palpites e aquela corneta saudável de Copa que todo brasileiro conhece bem.
Além disso, o quadro fixo de dicas de games de futebol está de volta, com Mauro Junior, Fael e Facioli trazendo recomendações para quem quiser entrar ainda mais no clima do Mundial entre uma partida e outra.
Se você gosta de futebol, videogame e uma boa discussão de Copa, esse episódio é praticamente uma resenha entre amigos no melhor estilo Passa de Fase.
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No novo episódio (341) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Fael e Mandi, recebemos o convidado Marisardo para um papo cheio de caos, risadas e boas histórias sobre Slap Showdown, um party-fighting game onde a regra é simples: se estapear até sobrar alguém em pé.
Inspirado principalmente em Gang Beasts, Slap Showdown aposta em partidas caóticas para até 8 jogadores, colocando a galera para sair no tapa em confrontos que misturam humor, bagunça e aquele clássico clima de amizade sendo colocada à prova.
Durante o episódio, batemos um papo sobre como nasceu a ideia do projeto, os desafios de criar um multiplayer tão caótico e, claro, as situações inesperadas que aparecem quando você coloca um monte de gente brigando de forma completamente descontrolada dentro de um game.
Também falamos das inspirações do projeto, bastidores do desenvolvimento, momentos engraçados dos testes e como funciona o equilíbrio entre diversão, caos e competitividade em um jogo onde perder a amizade talvez seja parte da experiência.
O episódio ainda rende muita zoeira, discussões absurdas e aquele clima de resenha gamer que combina perfeitamente com a proposta de Slap Showdown.
Agora queremos saber: qual game já quase acabou com uma amizade sua?
E mais importante… você encararia uma partida de Slap Showdown com seus amigos? -
A Copa do Mundo está de volta e, junto com ela, aquele velho costume brasileiro: todo mundo vira técnico.
No primeiro episódio da série especial do Passa de Fase Cast dedicada à Copa do Mundo de 2026, Mauro Junior, Fael e Facioli entram em campo para relembrar as experiências que marcaram suas vidas durante os Mundiais. Das ruas decoradas aos álbuns de figurinhas, passando pelas reuniões em família e pelos jogos decisivos da Seleção Brasileira, o episódio é uma verdadeira viagem pelas memórias que fazem da Copa um evento único.
Além das lembranças, inauguramos um novo quadro fixo dedicado aos videogames de futebol. Em cada episódio da série, os participantes trarão recomendações de jogos para quem quer entrar ainda mais no clima da competição. Afinal, a paixão pelo futebol não acontece apenas dentro das quatro linhas.
O tema principal desta estreia foi a convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Mauro, Fael e Facioli analisaram as escolhas do treinador, discutiram ausências, surpresas e expectativas para a campanha do Brasil na busca pelo tão sonhado hexacampeonato.
E para fechar o programa, estreia também mais um quadro que promete acompanhar toda a cobertura da Copa: o Desafio do Facioli. Uma brincadeira especial que colocará os participantes à prova ao longo dos próximos episódios.
Seja você daqueles que acompanha cada lance, daqueles que só assiste em ano de Copa ou daqueles que passam mais tempo jogando futebol nos videogames do que vendo partidas reais, este episódio é o ponto de partida perfeito para acompanhar a jornada da Copa do Mundo 2026 com o jeito descontraído e apaixonado que só o Passa de Fase Cast tem.
Então pegue sua toalha, vista a amarelinha e venha com a gente. A Copa começou.
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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Facioli e Fael, recebemos Gustavo Rocha e Jefferson Jales, da Retrolabs Game Studio, para bater um papo sobre RoadOut, game brasileiro lançado no dia 14 de maio de 2026.
E olha… já começamos tentando entender uma coisa: como alguém teve a ideia de misturar corrida, dungeon crawler, pós-apocalipse, mercenários, gangues e robôs de uma antiga inteligência artificial no mesmo jogo?
O resultado dessa mistura é RoadOut, um game onde o jogador assume o papel de um mercenário encarregado de sobreviver aos perigos da misteriosa Zona Morta, enfrentando bandidos, gangues rivais, máquinas hostis e participando de corridas mortais enquanto tenta desvendar os mistérios desse mundo caótico.
Durante o papo, Gustavo e Jefferson compartilharam bastidores do desenvolvimento, os desafios de criar uma proposta tão diferente e como nasceu a identidade do jogo. Também falamos das inspirações do projeto, decisões de gameplay, perrengues do desenvolvimento e, claro, como foi finalmente colocar RoadOut no mundo após o lançamento.
O episódio acaba virando aquele tipo de conversa que a gente gosta: curiosidade, bastidor, desenvolvimento indie e aquela sensação de descobrir um projeto brasileiro cheio de personalidade.
E agora queremos saber: você teria coragem de encarar a Zona Morta?
Clica aqui para conhecer o game
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No novo episódio 339 do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Facioli e Fael, resolvemos falar de um assunto que acompanha a gente há anos — e que talvez ainda receba menos atenção do que merece: os games indies brasileiros.
A conversa parte de uma pergunta simples: por que ainda tem tanta gente que ignora jogo brasileiro sem nem conhecer? E a partir daí, o papo vai longe.
Falamos de títulos nacionais que surpreenderam, jogos que mereciam muito mais reconhecimento e daqueles projetos que fazem você pensar: “como eu não joguei isso antes?”. Também comentamos sobre a evolução da cena indie BR, o quanto ela amadureceu e como os desenvolvedores brasileiros vêm criando experiências cada vez mais criativas, emocionantes e cheias de personalidade.
Claro que também rolou aquele papo sincero sobre o comportamento do próprio público brasileiro. A gente realmente apoia game nacional ou só fala que apoia? Será que ainda existe preconceito? E o que faz um indie brasileiro chamar atenção em meio a tanto lançamento?
Entre histórias, recomendações e bastidores de quem acompanha de perto muitos estúdios nacionais, o episódio acaba virando quase uma carta de amor ao cenário indie brasileiro — mas sem passar pano quando precisa falar de desafios.
No fim, fica uma certeza: tem muito jogo brasileiro bom por aí… talvez só esteja faltando você dar uma chance.
Agora queremos saber: qual indie BR merece MUITO mais atenção?
E qual jogo brasileiro mais te surpreendeu? -
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Facioli, Fael e Mandi, sentamos para fazer algo que parecia simples… mas rapidamente virou terapia gamer coletiva: falar das nossas impressões da Gamescom 2026 e da eterna luta de ser adulto gamer nos dias de hoje.
O papo começa revisitando os destaques da feira, os jogos que chamaram atenção, surpresas, decepções, tendências e aquele clássico sentimento de “isso aqui eu preciso jogar” mesmo sabendo que a backlog já parece uma segunda profissão.
Mas naturalmente a conversa vai para outro lugar: como mudou a forma de jogar depois da vida adulta? Quando o tempo ficou curto? Em que momento o hype passou a disputar espaço com boleto, trabalho, cansaço e sono?
Entre histórias, risadas e algumas verdades difíceis de admitir, falamos sobre culpa gamer, jogos abandonados, falta de tempo, mudança de gosto e aquela sensação de que hoje a gente joga diferente — mas talvez valorize ainda mais os momentos que consegue jogar.
No fim, o episódio vira aquele papo de identificação instantânea pra quem ama videogame, mas também precisa equilibrar a vida real.
Agora conta pra gente: ser adulto mudou seu jeito de jogar?
Ou você ainda consegue jogar como antigamente? -
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Matheus Reis e Fael, resolvemos admitir uma verdade difícil: tem muito jogo bom que a gente simplesmente ignorou por pura teimosia.
Sabe aquele game que todo mundo elogiava, aparecia em lista de recomendação, os amigos insistiam… e mesmo assim você falava “uma hora eu jogo”? Então. O episódio inteiro gira em volta desse sentimento.
O papo segue no clima mais leve possível, quase como conversa de bar entre amigos relembrando decisões gamer duvidosas. A gente comenta jogos que evitou por preconceito, ranço, hype exagerado ou simplesmente porque “não tava afim”. Só que quando finalmente jogamos… bateu o arrependimento.
Entre histórias, zoeiras e confissões gamer, o episódio vira uma sequência de “como eu demorei tanto pra jogar isso?”. E quanto mais a conversa anda, mais aparece aquele tipo de jogo que provavelmente muita gente também deixou passar.
No fim, fica claro que todo gamer tem pelo menos um título que ignorou por anos… e depois teve que admitir: “ok, eu tava errado”.
Agora conta pra gente: qual foi o jogo que você demorou demais pra jogar e depois percebeu que era bom mesmo?
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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com o Facioli, o Fael e a estreia da caster Mandi, resolvemos fazer algo simples… que obviamente não terminou simples.
A ideia era cada um trazer três jogos que mexeram emocionalmente com a gente. Só que, como era de se esperar, o papo rapidamente saiu do controle e virou aquele tipo de conversa que mistura lembrança, identificação e alguns momentos meio inesperados.
Tem jogo que marca pela história, tem jogo que pega pela jornada e tem aqueles que simplesmente chegam na hora errada ou certa demais. E quando a gente começa a lembrar disso, já viu.
O episódio acaba mostrando uma coisa bem clara. Videogame não é só passatempo. Tem jogo que fica, que volta na cabeça e que mexe mais do que a gente gostaria de admitir.
Com a entrada da Mandi, o papo ganha ainda mais perspectiva e deixa tudo mais interessante. Cada escolha traz um motivo diferente e isso faz a conversa fluir de um jeito muito natural.
No fim, virou exatamente o que você imagina. A gente falando de jogo… e, sem perceber, falando da gente também.
Agora quero saber de você.
Qual jogo já mexeu de verdade com você?
E qual você não consegue nem revisitar? -
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) estou de volta das férias… e nada melhor do que voltar direto pra um dos maiores patrimônios da nossa infância: a Sessão da Tarde.
Ao lado do Fael, a conversa vira uma viagem pelos filmes que marcaram os anos 80 e 90 aqueles que a gente assistia sem pensar duas vezes, decorava falas e, quando repetiam, assistia de novo mesmo assim.
O papo passa por clássicos, reprises infinitas, filmes que todo mundo viu pelo menos uma vez e aquele clima único de “parar tudo pra assistir”. Entre lembranças e boas histórias, a nostalgia bate forte.
E aproveitando o embalo, a gente também entra em outro território que sempre gerou curiosidade: os filmes baseados em games daquela época. Produções que tentavam traduzir o universo dos videogames pro cinema às vezes acertando, outras nem tanto mas que, de qualquer forma, marcaram presença.
É um episódio leve, cheio de memória afetiva e com aquela sensação boa de revisitar um tempo em que assistir filme era um evento e muitas vezes, a porta de entrada pra conhecer novos mundos, inclusive os dos games.
E agora a pergunta fica pra você: qual filme da Sessão da Tarde mais marcou a sua infância?
E indo além… qual adaptação de game dessa época você lembra até hoje? -
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) sigo de férias… e claramente deixei o programa sem supervisão.
Com o controle nas mãos, Fael e Marcos Machette resolveram entrar em um território perigoso: discutir os jogos com pixel art mais lindos. E como era de se esperar, isso rapidamente virou uma mistura de bom gosto, opinião forte e algumas escolhas que vão dar o que falar.
Mas o papo não fica só na aparência. A conversa passa por direção artística, estilo, identidade e como a pixel art evoluiu ao longo dos anos, mostrando que o visual é parte fundamental da experiência e não só um detalhe.
Entre argumentos bem defendidos, nostalgia e aquele clima de debate que vai e volta, o episódio entrega exatamente o que a gente gosta: conversa boa, referência de sobra e opiniões que não passam batido.
Agora a pergunta fica pra você: quais jogos com pixel art entrariam na sua lista?
E mais importante… quem ficou de fora e merecia estar aqui? -
Enquanto eu (Mauro Junior) tirava um merecido descanso, Fael e Marcos Machette assumiram o controle do cast e aproveitaram a oportunidade para falar de um dos consoles mais injustiçados da história: o Sega Dreamcast.
O episódio mergulha no legado do Dreamcast, relembrando seu impacto, suas inovações e o carinho que ele ainda desperta na comunidade até hoje. E pra enriquecer ainda mais o papo, dois convidados especiais entram em cena trazendo o presente e o futuro desse console.
De um lado, Angelo Pontes, responsável pelo projeto DreamColor, uma proposta que transforma o controle original do Dreamcast em uma plataforma moderna e expansível, mantendo sua essência clássica enquanto abre portas para novas possibilidades — especialmente na cena homebrew.
Do outro, Luiz Nai, desenvolvedor do game Metal Canary, um shoot ‘em up brasileiro que chega com versões para PC, Dreamcast e Wii. O projeto se destaca pelo cuidado em cada detalhe, desde a engine própria até a edição física especial com HQ.
O episódio vira uma conversa que vai além da nostalgia, mostrando como o Dreamcast continua vivo através de novos projetos, desenvolvedores independentes e uma comunidade apaixonada.
Esse é mais um daqueles episódios que mostram exatamente o que é o Passa de Fase: memória, paixão e futuro dos games andando juntos.
Dream Color Plus: CLICA AQUIMetal Canary: CLICA AQUI
Link dos projetos: -
No novo episódio (#332) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli, Fael e Diogo fazemos história com um episódio especial: o primeiro crossover entre o Passa de Fase Cast e o MeuPS1Cast.
E para marcar esse encontro, nada melhor do que voltar para uma das gerações mais importantes dos videogames: a 5ª geração, dominada por consoles como PlayStation, Nintendo 64, Sega Saturn e 3DO.
Dentro da série Games de A a Z por geração, o desafio segue o mesmo: passar letra por letra citando jogos marcantes da época. Mas dessa vez, o episódio ganhou um peso ainda maior com o encontro dos dois podcasts o que resultou em ainda mais histórias, opiniões, nostalgia e aquela disputa saudável que já virou marca do formato.
Falamos de clássicos que definiram a transição para o 3D, franquias que nasceram nessa geração e experiências que moldaram a forma como jogamos até hoje. Entre uma letra e outra, surgem histórias de locadoras, primeiras memórias com o PS1, momentos multiplayer inesquecíveis e aquele sentimento de descoberta que marcou a época.
Mais do que um episódio da série, esse é um verdadeiro encontro de universos celebrando uma geração icônica e unindo duas comunidades apaixonadas por videogames.
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No novo episódio (#331) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael recebemos Bruno Toledo, Leandro e Felipe, da Mother Gaia, para um papo sobre o intrigante A Investigação Póstuma.
O episódio mergulha em uma proposta que chama atenção logo de cara: um game ambientado em um Rio de Janeiro noir em 1937, onde o jogador precisa investigar o assassinato de ninguém menos que Brás Cubas, personagem clássico da literatura de Machado de Assis.
Durante a conversa, os desenvolvedores contam como surgiu a ideia de misturar literatura brasileira com videogame, os desafios de adaptar esse universo e como construíram uma narrativa baseada em mistério, intrigas e traições.
Um dos grandes destaques do jogo é o loop temporal, que prende o jogador até que a verdade seja descoberta. Falamos sobre como essa mecânica impacta a experiência, incentiva a exploração e transforma cada tentativa em uma nova peça do quebra-cabeça.
O papo também passa pelos bastidores do desenvolvimento, referências criativas, decisões de design e o cuidado em criar uma experiência que respeita o material original, mas ao mesmo tempo apresenta algo novo e interativo.
E já tem data marcada: A Investigação Póstuma será lançado em 31 de março de 2026, reforçando a expectativa para um dos projetos mais criativos do cenário indie nacional.
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