Afleveringen
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Gravado durante e logo após a turnê de Monster, o álbum New Adventures in Hi-Fi não nega ter sido registrado na estrada: letras que falam de deslocamentos e viagens, sonoridade crua e uma banda à beira da exaustão.
Mas o resultado é belo e brilhante, melancólico e intenso.
Chegando aos 30 anos, New Adventures in Hi-Fi é o assunto deste episódio
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Peso, melodias grandiosas e experimentação. Rock alternativo, eletrônica e progressivo. Tem tudo isso e ainda mais em Black Holes and Revelations, do Muse, que está completando 20 anos.
Com a participação de Renata Costa, do Rock na Mesa, nosso papo de hoje é sobre esse novo clássico.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Nos Drops temos episódios mais curtos e em trabalho solo.
Nesta edição, Rodrigo Melão indica cinco álbuns de indie rock dos anos 90 que tiveram lançamento no Brasil.
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O terceiro disco dos Titãs surpreendeu público e crítica: um trabalho agressivo, intenso e genial.
Completando 40 anos no dia 25 de junho, Cabeça Dinossauro é o assunto deste episódio, que contou com a participação de Gleydson Alves.
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Depois de dois discos recebidos de maneira morna por público e crítica, os Paralamas voltaram aos holofotes em 1995 com o ao vivo Vamo Batê Lata. Em seguida, consolidam sua recuperação de prestígio com um de seus melhores trabalhos da carreira - Nove Luas.
Lançado em 2 de julho de 1996, Nove Luas tem pop latino, reggae, rock e uma banda no auge de sua criatividade e talento.
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Lançado no auge do enorme sucesso solo de Phil Collins, Invisible Touch foi visto por muitos como um álbum de Collins disfarçado de Genesis. Não é difícil entender o motivo: trata-se do disco mais pop da carreira da banda, marcado por bateria eletrônica, sintetizadores e uma produção elegante e altamente acessível.
Mas mesmo com a coleção de grandes hits que define o álbum, Invisible Touch tem momentos que nos lembram que estamos diante de um dos grandes nomes do rock progressivo de todos os tempos.
Chegando aos 40 anos, Invisible Touch é o assunto do nosso papo de hoje.
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Completando 40 anos no dia 2 de junho, A Kind of Magic traz várias canções da trilha sonora do clássico cult-trash Highlander, e também alguns das melhores composições do Queen em seus últimos anos. Mas que não fazem feio diante da obra completa da banda.
A Kind of Magic é o assunto do nosso papo neste episódio.
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Voltamos a falar de discos que detestamos feitos por bandas que amamos!
Desta vez, vamos conversar sobre álbuns que apareceram no nosso instagram, na odiada série Quando o Rock Errou.
Escolhemos para esta edição os discos Thank You, do Duran Duran, Mardi Gras, do Creedence, e Hot Space, do Queen.
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Nos Drops temos episódios mais curtos e em trabalho solo.
Nesta edição, Rodrigo Melão indica cinco discos ao vivo de punk e hardcore.
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So é o álbum mais vendido da carreira de Peter Gabriel e tem alguns de seus maiores hits. Mas não é meramente um álbum mais pop e acessível. É elegante, intrigante e muito original, e por isso é uma obra-prima
Completando 40 anos em 19 de maio, So foi o assunto do nosso papo neste episódio.
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Mais que uma coletânea, Standing on a Beach/Staring at the Sea foi o álbum que apresentou o Cure ao mundo, se tornando seu trabalho mais vendido.
Resumo perfeito da carreira da banda até 1985, o álbum traz hits de todas as fases e mostra como a banda surgiu, quase acabou e ressurgiu ainda melhor em menos de sete anos.
Completando 40 anos, essa coletânea essencial é o assunto do nosso papo de hoje
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O terceiro álbum da banda The Cranberries é, para nós, uma obra subestimada. Mais complexo e diverso musicalmente, com peso, melancolia e beleza, To The Faithful Departed merece ser celebrado como o melhor disco da banda, na nossa opinião.
Chegando aos 30 anos, o álbum é o assunto do nosso episódio de hoje.
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Lançado no dia 24 de abril de 1986, Selvagem? é o terceiro álbum dos Paralamas do Sucesso e consegue ser o maior sucesso comercial da banda, dentre os discos de estúdio, e um dos trabalhos mais aclamados do rock nacional de todos os tempos.
Reconhecidamente inovador e ousado nas suas mudanças sonoras e líricas, Selvagem? foi o assunto do nosso papo, onde analisamos o impacto do álbum em seu lançamento e o legado dessa obra.
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Lançado em 1972, Argus é o terceiro e mais bem-sucedido álbum de estúdio da banda britânica Wishbone Ash.
Além de uma eficiente combinação de folk, progressivo e hard rock, Argus traz belos arranjos vocais e o uso pioneiro de guitarras gêmeas, técnica que influenciou profundamente Steve Harris, do Iron Maiden.
Argus é um dos cinco álbuns que o nosso convidado de hoje, Rômulo Konzen, levaria para uma ilha deserta.
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Evil Empire é uma fusão agressiva de hip-hop, rock e funk, além de um manifesto político contra a opressão e o sistema capitalista.
Segundo disco do Rage Against The Machine, Evil Empire está completando 30 anos em 16 de abril e soa mais atual do que nunca.
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Astral Weeks é um fluxo de consciência musicado. Aqui, Van Morrison abandona completamente a estrutura tradicional do rock e mergulha em algo entre folk, jazz, soul e música de câmara. É um disco sobre memória, espiritualidade, infância, desejo, transcendência. E tudo ao mesmo tempo.
Neste episódio contamos com a luxuosa participação de Daniel Rezende, do perfil altrockbrasil do instagram.
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Presence foi gravado em pouco mais de duas semanas e surgiu num momento turbulento: Robert Plant estava se recuperando de um grave acidente de carro na Grécia, gravando boa parte dos vocais em uma cadeira de rodas.
Sem baladas acústicas e sem teclados, o que deixa Jimmy Page dominando a paisagem sonora, o disco é um retorno a um Zeppelin mais cru, pesado e centrado na guitarra. Ao mesmo tempo, é um trabalho tenso, introspectivo e por vezes sombrio.
Chegando aos cinquenta anos no dia 31 de março, Presence é o assunto deste episódio.
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Lançado em 31 de março de 1986, o álbum 5150 marca a estreia de Sammy Hagar como vocalista da banda após a saída de David Lee Roth. A troca de vocalista veio junto com uma sonoridade mais polida e acessível.
O disco equilibra riffs marcantes de Eddie Van Halen com teclados mais presentes, consolidando uma nova fase, comercialmente bem-sucedida e musicalmente ainda vibrante
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Neste Drops, Rodrigo Melão dá cinco dicas de coletâneas que saem do óbvio lançadas nos anos 90!
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No quadro O Som da Convidada quem escolhe o álbum do episódio é a nossa visita!
Nesta semana, Renata Costa nos trouxe Strange Days, do The Doors.
Segundo álbum da banda, lançado em setembro de 1967, apenas oito meses depois da estreia, Strange Days representa uma evolução experimental e mais coesa em relação ao seu antecessor. É visto por muitos como o melhor trabalho dos Doors, capturando um lado elegante e sombrio da era psicodélica
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