Afleveringen
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Miguel Poiares Maduro confessa estar "preocupado" com a intenção do Governo de criar um fundo soberano para investir em empresas. O social-democrata duvida das capacidades do país, e o antigo ministro das Finanças, Fernando Medina, é claro ao afirmar que Portugal "não tem receitas" para o alimentar. Neste episódio, Poiares Maduro defende ainda que o PSD "já devia ter percebido há muito tempo que o Chega não é confiável", e Medina entende que o Governo ficou "péssimo" depois de o Chega ter chumbado a reforma laboral. Os antigos ministros comentam ainda o plano do Movimento Armilar Lusitano, travado pelas autoridades.
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Com duas reuniões em menos de uma semana, Fernando Medina não tem dúvidas de que o Chega é o parceiro preferencial do Governo. Miguel Poiares Maduro não acredita que dos encontros resultem acordos entre Chega e Governo. Os antigos ministros do PS e PSD analisam os novos avanços da operação imergente e o acordo anunciado para sexta feira entre EUA e Irão.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Antigo ministro do PSD critica a obrigatoriedade de trabalho social e os 16 mil euros de património definido para o acesso à Prestação Social Única na proposta do Governo. Poiares Maduro pede ao executivo que "reconsidere" algumas medidas. Já Fernando Medina, antigo ministro das Finanças do PS, fala em "demagogia" na proposta e acusa executivo de querer agradar o eleitorado do Chega.
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Miguel Poiares Maduro foi ministro-adjunto de Passos Coelho e acredita que o antigo primeiro-ministro não pretende regressar, por ter optado por uma estratégia assente em declarações que geram desagrado no PSD. O social-democrata compreende que as palavras usadas possam ter sido "fortes demais". Fernando Medina comenta a Operação Imergente, que envolveu vários membros do universo do PS. Neste episódio, fala-se ainda da greve geral desta semana.
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O antigo ministro do PSD para a Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, considera que o será curto o tempo para aplicar as medidas do Governo que financiam a limpeza das regiões afetadas pelas tempestades. Já o socialista Fernando Medina entende que será "dificilmente admissível" que o Estado não esteja preparado para lidar com os incêndios. Os antigos governantes do PS e PSD analisam ainda o que se conhece do relatório do Presidente da República sobre a crise de tempestades, a venda de cursos em escolas e o acesso a dados de utentes do SNS
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Miguel Poiares Maduro considera que a posição de António José Seguro pode resultar numa derrota no início da presidência e Fernando Medina reconhece que o trabalho de Adalberto Campos Fernandes nomeado para liderar as conversações será "difícil". Neste episódio ainda o chumbo constitucional da perda de nacionalidade, o PTRR e a falta de acordo na lei laboral.
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Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam a reforma laboral na semana que pode ser decisiva para a nova lei. Os antigos governantes do PS e PSD admitem que o diploma dificilmente será validado no parlamento. Neste programa, o futuro da ministra do Trabalho e a falta de explicação de António Costa sobre as novas escutas conhecidas da operação Influencer.
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Miguel Poiares Maduro entende que as tempestades provaram que o país continua sem capacidade de resposta a crises, nomeadamente, na Proteção Civil e na rede SIRESP. Fernando Medina entende que se houvesse um novo apagão amanhã o nível de preparação continuaria a ser "muito baixo". Neste episódio, ainda a resposta à crise energética com taxas sobre os lucros das empresas do setor energético e o atentado a Donald Trump. Ainda as críticas de Medina a Pedro Nuno Santos e os elogios a Duarte Cordeiro.
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Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam nova polémica com o INEM e a dívida aos Bombeiros.O antigo ministro das Finanças considera que já não é possível desculpar Ana Paula Martins e Poiares Maduro acredita que ministra está em silêncio a "resguardar-se" para responder no parlamento esta terça feira. O social-democrata considera ainda o novo caso no INEM como "problemático" e aponta problemas no subfinanciamento do INEM. Neste episódio, ainda elogios ao fim do visto prévio do Tribunal de Contas e o aviso de Fernando Medina ao Presidente da República para não se pronunciar sobre a reforma laboral antes do parlamento. Poiares Maduro elogia atuação de Seguro, mas recorda o risco associado aos temas laborais.
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Antigo ministro das Finanças considera que "não há condições" para haver acordo sobre a reforma laboral e defende que Governo e Presidente da República não devem pressionar UGT a assinar um entendimento. Já Miguel Poiares Maduro considera que o pedido de novas reuniões mostram que o Primeiro-Ministro tem intenção de aprovar a reforma laboral. Neste episódio ainda a reviravolta na Hungria, o "falhanço" de Donald Trump e anova ferramenta para a comunicação do Governo.
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Fernando Medina considera que avaliação do Presidente da República sobre a novo diploma aprovado da Lei da Nacionalidade deve ser "estritamente política", mas defende que o Tribunal Constitucional deve fiscalizar a perda de nacionalidade prevista para quem cometa crimes graves. Também Miguel Poiares Maduro realça que a perda de nacionalidade continua em desacordo com o que defende a Constituição. O socialista e o social-democrata analisam ainda se deve, ou não, o país avançar para a revisão da Constituição.
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O aviso é deixado por Fernando Medina sobre o possível entendimento entre AD e Chega para a nomeação de juízes do Tribunal Constitucional. Miguel Poiares Maduro considera “inaceitável” a forma como decorre o debate e critica o contributo dos partidos para o entendimento sobre o Tribunal Constitucional. Os antigos ministros analisam ainda se o Governo deve avançar com medidas para mitigar o impacto da guerra do Irão no custo de vida.
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Fernando Medina considera que António José Seguro não deve gastar capital político na lei laboral por entender que a mesma não tem futuro. Miguel Poiares Maduro considera que era "claro" que não seria fácil conseguir um acordo e defende que a CGTP poderia participar nas reuniões. Neste episódio, ainda os atrasos nos apoios às regiões afetadas pela tempestade Kristin.
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O antigo ministro das Finanças considera que o Governo devia ter sido mais prudente no aumento da despesa pública e avisa que se deve começar a preparar medidas de mitigação para os efeitos da guerra. Medina alerta o executivo que deve estar "preparado para o pior". Neste episódio, Fernando Medina analisa ainda o que pode ser o mandato de António José Seguro considerando difícil que o novo Presidente da República cumpra o objetivo de conseguir consenso entre os partidos políticos sobre o sector da saúde.
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O antigo ministro do Governo de Passos Coelho analisa as últimas declarações do ex-primeiro ministro e entende que Pedro Passos Coelho não tenciona regressar à vida partidária no imediato. Poiares Maduro reconhece, ainda assim, que as críticas vão ser um desafio para Luís Montenegro e critica a visão de Passos Coelho quando defende um acordo entre PSD, IL e Chega. Fernando Medina considera que o reaparecimento de Passos Coelho vem dividir o PSD em dois e com isso fragilizar o PS. O socialista diz não ter dúvidas de que Passos Coelho apresentaria uma candidatura de imediato se houvesse eleições diretas marcadas no PSD. Neste episódio, ainda o balanço sobre a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa e a guerra no Irão.
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O antigo ministro do Governo de Passos Coelho critica a ida direta do diretor nacional da PJ para o Governo e defende que devia haver "um princípio" para se salvaguardar a "independência e separação de poderes dentro do Estado". Já Fernando Medina elogia a escolha do primeiro-ministro que considera "surpreendente". Neste episódio, ainda as linhas gerais do PTRR que Fernando Medina considera que não deviam ter sido já apresentadas devido à escassez de informação.
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Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam o que deve ser feito para a recuperação das zonas afetadas pelas tempestades. O antigo ministro das Finanças entende que apoio deve ser feito através de "dívida pública" e o social-democrata alerta para a necessidade de se reorganizar as cidades. Sobre a possibilidade de o ano terminar com défice orçamental defendem ser "prematuro" para chegar a essa conclusão. Sobre o papel de Luís Montenegro à frente da Administração Interna, Poiares Maduro alerta para os riscos da demora na escolha de um sucessor e Medina diz que o primeiro-ministro deve procurar um novo governante depois de deixar os processos fechados entre Governo e autarquias.
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