Afleveringen
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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O major-general e antigo subdiretor da política de defesa nacional considera que o melhor é deixar o acordo "vago e flexível" para o adaptar a cada circunstância e, assim, "defender o interesse nacional". Já sobre o Estreito de Ormuz, considera que a China vai pressionar o Irão para uma reabertura.
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A representante da Comissão Europeia em Portugal considera que os ataques sobre Kiev mostram que a Rússia não quer a paz. Já sobre os atrasos nos aeroportos, Sofia Moreira de Sousa contraria o governo: recusa qualquer responsabilidades e diz que essa é uma competência de cada Estado-membro.
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António Martins da Cruz, embaixador e ex-MNE, lamenta que a UE critique mais Israel do que o Irão, mas diz ver razão nos pedidos para suspender parcialmente o acordo com Telaviv. Sobre a base das Lajes, Sobre a base das Lajes, Martins da Cruz acusa o PS de colocar Portugal numa posição de fragilidade com posições "antiamericanistas".
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O especialista em comunicação, Luís Paixão Martins, aponta que o afastamento de aliados como Meloni mostra que as ideias de Trump estão a ficar impopulares na Europa. Sobre o estilo do presidente dos EUA, diz que Trump está mais interessado em "fazer televisão" do que em ser coerente e evitar contradições.
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O Patriarca de Lisboa considera que a Igreja deve "denunciar" a postura dos EUA, mas manter postura de "diálogo e união". Sobre a base das Lajes, diz "não haver informação suficiente para se pronunciar" e que tem mais "perguntas do que respostas", mas vê Portugal como um elemento chave para reconciliar EUA e Europa. D. Rui Valério fala ainda do primeiro ano de pontificado de Leão XIV: um "convicto ativista pela paz", defende.
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Tony Cabral, congressista estadual democrata em Massachusets, diz estar "otimista" numa vitória nacional nas intercalares e duvida que a tentativa de ataque a Donald Trump faça recuperar os republicanos nas sondagens.Noutro plano, e sobre os portugueses a viver nos EUA, diz que há medo com a polícia de imigração, mas desdramatiza. "Não é ao nível da comunidade latina".
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A eurodeputada do PSD, Lídia Pereira, rejeita a ideia de Espanha que Bruxelas deve romper o acordo comercial com Telaviv para ganhar "credibilidade". Quanto às sugestões europeias para responder à crise energética, a social-democrata (que partilha a família europeia com Ursula von der Leyen) lamenta as declarações "disparatadas e infantis" da Comissão, que pediu aos cidadãos dos 27 para utilizarem menos carro e pouparem combustível.
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O presidente da Agência Espacial Portuguesa, Ricardo Conde, diz que até junho o porto espacial de Santa Maria vai lanççar o primeiro voo suborbital. Quanto à Lua, acredita que será mais fácil chegar com robôs e Marte é um "romanticismo".
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O embaixador Vale de Almeida adianta que há contactos europeus para a reabertura do Estreito de Ormuz e que esta é uma "oportunidade" para a UE ganhar relevância. Sobre a NATO, o ex-líder da missão de Bruxelas em Washington considera que os aliados têm de "procurar novos interlocutores" nos EUA, para preservarem a relação transatlântica.
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O coronel Caetano de Sousa aponta que Trump não tem nada a ganhar em se afastar dos aliados: "Só fragiliza. Ele é o principal elemento". Quanto à crise petrolífera, este especialista em energia recusa que o crude norte-americano seja suficiente para fazer baixar os preços e duvida da eficácia dos projetos da UE para a energia nuclear: "São objetivos de quem não tem noção".
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O antigo ministro da Defesa alerta que o financiamento da ONU para gerir crises humanitárias ronda os 20% e que Portugal pode acabar também afetado por essa falta de investimento. No plano nacional, lamenta o "embaraço" do governo sobre a base das Lajes e apela a Seguro para ser "ativo" na redefinição da política externa.
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De Washington a Moscovo, de Bruxelas a Pequim, afinal como se está a construir a nova ordem mundial? No Escala Global, olhamos para o que decidem os protagonistas internacionais, para os conflitos da atualidade e para o papel de Portugal no mundo. À quinta-feira, o jornalista Alexandre Abrantes Neves conta com a análise de Manuel Poejo Torres e de um convidado para perceber como se governam os nossos tempos.