Afleveringen
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André Ventura e Luís Montenegro negociaram até à hora da votação. Foi uma negociação longa que levou a um adiamento da votação por meia hora, mas está rejeitada a reforma laboral do Governo na generalidade porque o Chega se juntou à esquerda e votou contra a proposta de lei. O diploma foi rejeitado com os votos contra do Chega, do PS, Livre, PCP, Bloco, PAN e JPP, apesar dos votos a favor do PSD, da IL e do CDS-PP. E agora?
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Depois de, na quarta-feira, ter ficado claro que a redução da idade da reforma é uma causa perdida, o líder do Chega, André Ventura, deu gás a algumas das suas propostas para o pacote laboral e prometeu aos trabalhadores “a maior vitória das últimas décadas” com a criação do subsídio de turno para um milhão de pessoas, a reposição dos três dias de férias em função da assiduidade ou a correcção do “erro” do Governo na amamentação. Depois de dada como morta, a reforma laboral vai mesmo seguir em frente graças à "coligação" PSD-Chega.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Não há acordo, para já. Ainda sem fechar a porta, o líder do Chega anunciou esta terça-feira que, "até ao momento, não foi possível chegar a um entendimento" com o Governo para que o Chega viabilize a reforma laboral. André Ventura diz que ficaram claros os "pontos" em que há ou não convergência, remetendo uma decisão final para depois do trabalho que decorrerá "nas próximas horas". Neste Soundbite voltamos à reforma laboral.
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Estamos a dias do Congresso do PSD, uma reunião magna que o partido parece querer ignorar, perdido no meio do Mundial de futebol. Neste episódio há espaço para a análise do ex-ministro social-democrata Miguel Relvas, numa conversa que passa por Passos Coelho, pelo papel do Chega e pelo espírito (pouco) reformista de Luís Montenegro.
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É mais uma tentativa de acordo entre Governo e Chega na reforma laboral. Dois dias antes da discussão da reforma laboral em plenário, André Ventura e Luís Montenegro voltam a sentar-se nesta terça-feira para discutir alterações à lei do trabalho. O anúncio foi feito pelo líder do Chega que, em conferência de imprensa, na tarde desta segunda-feira, vincou que "esta reforma laboral é má" e insistiu na necessidade de um “compromisso escrito” sobre a descida na idade da reforma — ainda que não se comprometa com o voto contra, caso esse compromisso não se verifique. O PS, apurou o PÚBLICO junto de fonte oficial, não foi contactado pelo Governo para qualquer encontro relativo à lei laboral.
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Em ano e meio, foram feitos pagamentos indevidos de prestações sociais no valor de 159 milhões de euros, “alguns dos quais decorrentes de fraude”, adiantou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social no Parlamento nesta sexta-feira. O número foi apresentado por Rosário Palma Ramalho para justificar a pertinência da nova Prestação Social Única (PSU), mas ele inclui "as principais prestações de todos os regimes" e não apenas os 13 apoios que serão integrados na PSU. Palma Ramalho mostra mais proximidade com o Chega do que com o PS?
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Naquele que é o primeiro veto político desde que chegou a Belém, António José Seguro invoca o hastear de bandeiras de “causas humanitárias” — como a paz, os direitos humanos ou a protecção do clima — como argumento para travar o diploma, aprovado no Parlamento, que impõe que só bandeiras institucionais possam ser hasteadas em edifícios públicos. O Presidente da República considera também que “os conceitos de ‘bandeira ideológica’ e de ‘bandeira associativa’ não se encontram definidos” no decreto da Assembleia da República. Neste Soundbite olhamos também para o discurso do Presidente da República no seu primeiro 10 de Junho em funções.
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O presidente do Chega disse nesta segunda-feira que o seu partido poderá viabilizar a criação da Prestação Social Única (PSU) na generalidade se o PSD aceitar limitar os apoios sociais para imigrantes, desafiando os sociais-democratas a aceitarem esse "compromisso". Vai o Governo seguir atrás do apoio do Chega em detrimento do Partido Socialista?
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Há dez anos, em Paris, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa deixavam uma imagem marcante: o primeiro-ministro socialista, num gesto generoso, segurava um guarda-chuva para proteger o Presidente da chuva enquanto este discursava. Hoje, a coabitação tem novos e recentes protagonistas e poderá comparar-se à “lua-de-mel” política de Costa e Marcelo?
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Portugal foi eleito nesta quarta-feira como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU nos próximos dois anos. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirma que “talvez em Portugal não se esteja a dar o devido valor” à eleição. Neste Soundbite analisamos esta vitória da diplomacia portuguesa.
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O processo de criação da Prestação Social Única (PSU) está a gerar fortes críticas no Parlamento e o Chega anunciou já que vai votar contra a autorização legislativa pedida pelo Governo. Esta tarde foi a votos, na Assembleia da República, o processo de urgência solicitado pelo executivo, que prevê uma discussão na especialidade num máximo de dez dias — e que foi aprovado com os votos da AD e da IL, a abstenção de PS, PAN e JPP e o voto contra de Chega, Livre, PCP e BE. Mas o que explica esta aproximação do PS ao Governo neste tema?
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“Para quem tanto critica os políticos postiços, acho que ficava bem [a Passos Coelho] assumir. O que ele tem a dizer ao país que diga": na CNN Portugal, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte, lançou críticas às recentes declarações de Passos Coelho. O "montenegrismo" já tem porta-voz contra o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho?
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Na senda de outras sondagens recentes, o PS lidera as intenções de voto, beneficiando do recuo de sociais-democratas e centristas. Já a AD continua à frente do Chega. A mais recente sondagem do ICS/Iscte/Gfk Metris feita para o Expresso e a SIC, publicada nesta quinta-feira, mostra que, segundo refere o semanário, pela primeira vez o PS surge à frente da AD desde que Luís Montenegro chegou pela primeira vez ao Governo. Neste episódio ouvimos a análise de Ana Sá Lopes.
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A Operação Imergente resultou na detenção de cinco pessoas, mas a identidade dos visados pela investigação desenvolvida no terreno pela Polícia Judiciária (PJ) nesta quinta-feira está a ser divulgada a "conta-gotas". Muitos destes têm, porém, fortes ligações ao Partido Socialista (PS), força política no centro deste caso. Em causa estão suspeitas de crimes de prevaricação, que se reflectiam na adjudicação de contratos em câmaras municipais e juntas de freguesia lideradas pelos socialistas, nomeadamente a de Santa Maria Maior, em Lisboa. José Luís Carneiro vai conseguir demarcar o partido deste caso?
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Num episódio especial do podcast Soundbite analisamos o panorama da direita em Portugal, explorando a fragmentação e a possível reconfiguração deste campo político. O convidado é o colunista do PÚBLICO Francisco Mendes da Silva. O advogado argumenta que não existe um paradoxo entre a maioria parlamentar da direita e a sua crise interna, mas sim uma cisão ideológica profunda. O debate foca-se no crescimento do Chega, no declínio do CDS e na estratégia de Luís Montenegro perante a influência persistente de Pedro Passos Coelho.
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Directo e com estrondo, sem mencionar nomes, Pedro Passos Coelho criticou os “políticos do mainstream” que vestiram a “casaca do populismo”. Como alerta, o antigo primeiro-ministro sublinhou que, entre o original e a cópia, o “genuíno sempre se manifesta de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço” e que, no fim de contas, o “postiço fica sem nada, como um prostituto sem carácter”. Com André Ventura na plateia, com quem falou sobre o “ritmo” da actividade política, Passos Coelho encarnou uma atitude antipolíticas identitárias e dura com a imigração: “Ao ritmo que as coisas se estavam a processar, qualquer dia, estaríamos, com certeza, a falar não do povo português, nem de cultura portuguesa." O que quer Passos Coelho?
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Um mês e meio depois da sua primeira Presidência Aberta, António José Seguro concluiu o relatório global em que regista as conclusões de uma semana a ver os estragos causados na região Centro pelas tempestades e sinaliza o que de mais urgente há a fazer. O Presidente da República conclui que “a governação da crise revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade” e espera que este “contributo para o futuro” produza resultados. O Governo passou a ter oposição em Belém?
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Um ano depois das legislativas antecipadas que deixaram o PS reduzido a terceira força parlamentar, os socialistas surgem agora destacados na liderança das intenções de voto e com margem confortável sobre os principais adversários. Segundo o mais recente barómetro da Aximage para o Diário de Notícias, o partido liderado por José Luís Carneiro recolhe 33,4% das preferências, quase dez pontos acima da AD (23,2%) e do Chega (23,5%), num sinal claro de desgaste da coligação PSD/CDS após mais de dois anos no Governo. Neste episódio analisamos os dados desta sondagem.
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Em jeito de balanço sobre o início de mandato de António José Seguro como Presidente da República, o antigo ministro do Trabalho e ex-dirigente socialista Paulo Pedroso afirma, em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, que "arriscou entrar em territórios não cartografados" ao lançar um Pacto Estratégico para a Saúde.
Esta é uma entrevista que pode ler de forma completa aqui: https://www.publico.pt/2026/05/21/politica/entrevista/pedroso-seguro-entrou-territorios-desde-general-eanes-nao-entrava-2175441See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, condenou esta quarta-feira o “comportamento intolerável” do ministro isrelita Ben-Gvir e o tratamento infligido aos activistas da flotilha, detidos em águas internacionais, quando tentavam entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza e romper o bloqueio israelita ao território.
O vídeo de Ben-Gvir suscitou reacções da diplomacia de vários países europeus, incluindo de Portugal. Luís Montenegro e Paulo Rangel consideram a acção “inaceitável” e o primeiro-ministro defende a suspensão parcial do acordo com Israel.
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