Afleveringen
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A tradição da animação abrasileira está mais associada à experimentação, com reconhecimento internacional, que aos produtos de apelo junto ao mercado e voltado para crianças. Os aspectos formal e técnico, visual e narrativo sempre estiveram à frente, mesmo em filmes mais abertos ao público, demonstrando um desejo de estética. A conversa percorrerá os aspectos mais importantes e recorrentes dessa tradição de inventividade.
Convidados:
Allan Sieber – desenhista e diretor | RJ Marão – diretor de animação | RJ Marco Arruda – diretor de animação | RS Maria Leite – animadora | MG Amir Admoni – diretor de animação | SPMediação: Fábio Yamaji – curador assistente da Temática Histórica| SP
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A animação em Minas Gerais, desde os anos 90, é da linha de frente brasileira. Tem a seu favor o primeiro curso especializado, professores da área e pesquisas acadêmicas. Há dezenas de produtoras de animação em Belo Horizonte e iniciativas importantes no interior. Haveria uma identidade mineira em meio a tanta diversidade em mais de uma geração? O que mantém a animação de Minas em posição de destaque?
Convidados:
CataPreta – realizador de cinema | MG Elisangela Lobo Schirigatti – Docente e pesquisadora da área de animação | PR Igor Bastos – cineasta e produtor executivo | MG Maurício Gino – professor de animação | MG Sávio Leite – diretor | MG Rafael Guimarães – diretor de animação | MG Magda Rezende – animadora e diretora | MGMediação: Fábio Yamaji – curador Temática Histórica| SP
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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A presença feminina foi discreta ao longo das décadas, apagada em muitos casos e em progressivo crescimento nos últimos anos, não apenas na produção, mas também na direção e em outras cabeças de funções. Qual o panorama atual em relação ao de décadas passadas? Qual a importância das diretoras de gerações anteriores para as gerações mais recentes? Mudou o lugar da mulher nas relações de equipes?
Convidadas:
Camila Kater – diretora e animadora | SP Helena Lustosa – cineasta e artista plástica | RJ Ingrid Wagner – diretora e animadora | PR Nara Normande – realizadora | SP Rosana Urbes – cineasta | SPMediação: Patrícia Lindoso – artista e pesquisadora | PA
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A presença feminina foi discreta ao longo das décadas, apagada em muitos casos e em progressivo crescimento nos últimos anos, não apenas na produção, mas também na direção e em outras cabeças de funções. Qual o panorama atual em relação ao de décadas passadas? Qual a importância das diretoras de gerações anteriores para as gerações mais recentes? Mudou o lugar da mulher nas relações de equipes?
Convidadas:
Camila Kater – diretora e animadora | SP Helena Lustosa – cineasta e artista plástica | RJ Ingrid Wagner – diretora e animadora | PR Nara Normande – realizadora | SP Rosana Urbes – cineasta | SPMediação: Patrícia Lindoso – artista e pesquisadora | PA
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No cinema há uma variedade de tempos: o tempo da duração do filme, o tempo interno das cenas, o tempo rítmico da montagem, o tempo espacializado, o tempo histórico do qual o filme é um documento, o tempo do ofício, o tempo criativo da realização e há também o tempo de quem assiste ao filme com seus efeitos físicos e cognitivos. No cinema o tempo é uma experiência empírica, experimentada e visível. Tendo em vista as condições, circunstâncias e debates atuais no audiovisual brasileiro, que tempos e temporalidades compõem as práticas cinematográficas, nas ideias, nas imagens e, sobretudo, nos filmes brasileiros contemporâneos?
Convidados:
Kleber Mendonça Filho – diretor, produtor, roteirista e crítico de cinema | PE Lia Bahia – professora e pesquisadora | RJ Luiz Carlos Oliveira Jr. – professor e crítico de cinema – MGMediação: Francis Vogner dos Reis – curador | SP
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Na história da Mostra Tiradentes, se destacam filmes cujo processo de feitura é resultado de invenção de um modo de fazer, não industrial. Nessa recusa em ser um produto, a duração é um dado essencial tanto na maturação do fazer quanto na própria sensação de duração que do filme resulta. Em ambos, uma interrupção do ritmo do capitalismo 24/7 é produzida. Portanto, como isso se constrói? Qual tempo é este da criação? Que tempo é este do espectador-espectadora? Como os artistas veem a matéria do tempo como elemento político de criação e pensamento sobre as imagens?
Convidados:
Ariel Ortega – cineasta indígena e líder Mbyá-Guarani | RS Claudia Mesquita – professora e pesquisadora |MG Ernesto de Carvalho – cineasta, fotógrafo e montador |PE Neville d’Almeida – cineasta, roteirista, escritor, ator, fotografo e artista multimídia | RJMediação: Juliano Gomes – curador | RJ
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Os festivais de cinema franceses e alemães têm uma tradição de defesa de cinematografias periféricas na economia audiovisual e de países colonizados por europeus, com uma relação intensa e histórica com o cinema brasileiro e latino-americano. Mas os festivais diferem muito entre si e a presença de produções latino-americanas e brasileiras tem a constância de suas presenças variáveis de acordo com as equipes curatoriais e com as ênfases de cada evento. Em muitos casos, essa presença latino-americana segue sendo nula ou pequena, com filmes da região competindo entre si por espaço, ou um e outro título ocupando os mesmos espaços. A Quinzena dos Cineastas e o festival Entrevues de Belfort, especificamente, foram criados para revelar e acompanhar “novos autores” de todos os cantos. O Festival de Cinema Latino-americano de Munique (LAFITA) têm foco circunscrito na América Latina. Em que medida esse aspecto se desdobra no projeto de participar da escrita de uma história do cinema mundial, consciente das peculiaridades das cinematografias regionais? Segundo que critérios/valores os filmes brasileiros visionados pelas curadorias francesas e alemãs estão postos em perspectiva de uma historiografia das formas, temas e contextos contemporâneos?Convidados:Paola Raiman – programadora – Entrevues de Belfort | FrançaSven Pötting – codiretor – LAFITA – Festival de Cinema Latino-Americano de Munique | AlemanhaMediação: Pedro Butcher – curador Conexão Brasil CineMundi | Brasil
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A programação de filmes em festivais não segue uma abordagem unívoca, e depende, em grande parte, das linhas editoriais dos eventos e de contextos locais, com seus objetivos específicos e suas contingências concretas. No caso da programação de filmes brasileiros e latino-americanos de modo mais amplo, há prováveis diferenças entre programá-los no Brasil, em outros países da América Latina e na Europa – cada qual com seus mundos cinematográficos particulares, distâncias e pontos de contato entre cinéfilas e perspectivas históricas que, às vezes, compartilham mais mal-entendidos do que compreensão mútua. Quais são as semelhanças e as diferenças mais gritantes entre programar um filme latino-americano na América Latina e na Europa? Como driblar as possibilidades de se curvar a uma linha hegemônica no primeiro mundo, sem provocar um choque de incomunicabilidade entre o filme e seu público? Quais exemplos concretos e fílmicos podemos considerar em seus trânsitos pelos diferentes continentes?Convidados:Esmeralda Vivas – diretora de programação – Festival Internacional de Cinema em Guadalajara | MéxicoPaola Buontempo – programadora – Festival Internacional de Cinema de Mar del Palta | ArgentinaRoger Koza – programador – Filmfest Hamburgo, Viennale | Alemanha/ ÁustriaVanja Milena Munjin Paiva – programadora – FICValdivia, IndieLisboa – Chile/PortugalWalter Tiepelmann – coordenador – Málaga WIP/Diretor artístico – FIDBA | Espanha/ArgentinaMediação: Cleber Eduardo – curador Conexão Brasil CineMundi | Brasil
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Apresentação, leitura e entrega da Carta de Tiradentes – documento oficial resultante dos trabalhos realizados pelos coordenadores executivos, coordenadores dos GTs, colaboradores e participantes do 2º Fórum de Tiradentes
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Os desafios da gestão compartilhada na execução de políticas nacionais de fomento ao audiovisual por meio da Lei Paulo Gustavo, da Lei Aldir Blanc e dos Arranjos Regionais, que envolve o Ministério da Cultura, Ancine, estados e municípios, com especial atenção à qualificação dos agentes públicos e a convergência das ações locais para uma estruturação sistêmica.Convidados:Camila Coelho – Gerente Executiva de Gestão e prestação de contas da Spcine | SPDenise Marques – Coordenadora de Economia Criativa do Sebrae Nacional | DFFabrício Noronha – secretário de Estado de Cultura do Espírito Santo e presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura | ESGabriel Portela – secretário Municipal Adjunto de Cultura e secretário-geral do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados | MGPaulo Alcoforado – diretor da Ancine | DFThiago Rocha Leandro – diretor de Assistência Técnica a Estados e Municípios do Ministério da Cultura | DFMediadora: Alessandra Meleiro – pesquisadora, gestora cultural, coordenadora do GT Formação do Fórum de Tiradentes e integrante do Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual – Forcine | SP
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Um dos maiores mercados consumidores de VoD do mundo, o Brasil ainda não implantou qualquer marco regulatório para os serviços de streaming. Lideranças políticas, representantes do poder público e profissionais do audiovisual vão debater que modelo de regulação queremos no Brasil.Convidados:Cintia Domit Bittar – cineasta e diretora da Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro – API e integrante do +Mulheres | SCJoelma Gonzaga – Secretária Nacional do Audiovisual | Ministério da Cultura | DFJuca Ferreira – Assessor da Presidência do BNDES e ex-Ministro da Cultura | DFLeo Edde – produtor e Presidente do Sindicato Interestadual da Industria Audiovisual – SICAV e vice-presidente da FIRJAN | RJPaulo Alcoforado – diretor da Ancine | RJMediadora: Rosana Alcântara – advogada especializada em regulação do audiovisual e integrante do +Mulheres | RJ
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O audiovisual demanda um tempo processual que pode ser mais longo ou mais curto, o que incidirá no resultado do produto, mas também nas condições de trabalho da indústria audiovisual. Quais são os custos humanos e econômicos do tempo acelerado na indústria audiovisual contemporânea? O tempo acelerado da grande indústria é um padrão a ser adotado pela produção independente?Convidados:Bernardo de Oliveira – crítico de cinema, professor e produtor – RJClarissa Campolina – diretora, roteirista, montadora, professora e curadora | MGFelipe Bragança – cineasta | RJMediadora: Tatiana Carvalho Costa – curadora | MG
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Apresentação dos avanços do setor audiovisual em 2023 e das perspectivas para 2024. Políticas nacionais, arranjos regionais e programas de internacionalização do audiovisual brasileiro.Convidados:Joelma Gonzaga – secretária Nacional do Audiovisual | Ministério da Cultura |DFDebora Ivanov – Programa Cinema do Brasil |SPMárcio Yatsuda – Programa Brazilian TV Producers |SPMarcelo Rocha – Superintendente de Investimentos e Parcerias Estratégicas da Spcine |SPMediadora: Tatiana Carvalho Costa – Presidente da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro – APAN e curadora | MG
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A ideia em torno das “formas do tempo” dialoga com a ousadia das produções exibidas na Mostra Tiradentes e com a tentativa de compreensão ampla de como fazer filmes no Brasil hoje e agora pode impactar suas estéticas. A demanda de eficiência e a velocidade dos acontecimentos no mundo solicitam novas formas da atenção e dos sentidos, mais rápida, fragmentária e ansiosa. Tendo em vista as condições, circunstâncias e debates atuais no audiovisual brasileiro, que tempos e temporalidades atravessam a noção de contemporâneo nas práticas cinematográficas, nas ideias, nas imagens e, sobretudo, nos filmes brasileiros contemporâneos? A equipe curatorial apresenta a temática e programação que norteiam a 27ª Mostra Tiradentes.Convidados:Camila Vieira – curadora de curtas | CEJuliano Gomes – curador de longas | RJLeonardo Amaral – curador de curtas | MGLorenna Rocha – curadora de curtas | SPMariana Queen Nwabasili – curadora de curtas | SPPedro Guimarães – curador de curtas | SPTatiana Carvalho Costa – curadora de longas | MGMediador: Francis Vogner dos Reis – coordenador curatorial e curador de longas| SP
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A promoção da cultura e do audiovisual no contexto do desenvolvimento, da defesa da democracia e na afirmação da soberania nacional. O aprofundamento das políticas publicas, universalização de acesso e implantação de marcos regulatórios de proteção e estímulo ao setor.Convidados:Eliane Parreiras – secretária Municipal de Cultura de Belo Horizonte e presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados Emmanuel Lenain – embaixador da França no BrasilFabrício Noronha – secretário de Estado de Cultura do Espírito Santo e presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de CulturaJarbas Soares Júnior – procurador-geral do Ministério Público do estado de Minas Gerais | MGJoelma Gonzaga – secretária Nacional do Audiovisual | Ministério da CulturaMargareth Menezes – Ministra da CulturaPablo Soares Pires (Dom Black) – assessor do Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais | MGMediadora: Debora Ivanov – coordenadora executiva do 2º Fórum de Tiradentes e + Mulheres
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André Novais Oliveira e Bárbara Colen representam a força inventiva que ascendeu no cinema brasileiro na última década. Ele é um dos diretores e roteiristas mais celebrados no país, ela é uma das atrizes mais importantes dessa geração. Ainda que sejam de Minas Gerais e tragam a marca forte do cinema mineiro, se tornaram também referência do cinema contemporâneo em nível internacional, com passagens pelos principais festivais do mundo. O debate discute a obra de ambos, mas também reflete sobre a força criativa do cinema contemporâneo brasileiro por meio de dois de seus artistas mais emblemáticos.Convidados:André Novais Oliveira – cineasta homenageado 27ª MCT | MGBárbara Colen – atriz homenageada 27ª MCT | MGMediação: Juliano Gomes – curador de longas | RJ
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Convidados:
Diego Pino Anguita – diretor executivo – Conecta | Chile
Gudula Meinzolt – produtora – Autentika Films | Suíça
Luis González – diretor executivo – DocMontevideo/DocSP | Uruguai/Brasil
Renato Manganello – agente de vendas – Utopia Docs | Brasil/Portugal
Walter Tiepelmann – diretor artístico – FIDBA | Argentina
Mediadora: Lila Foster – curadora e pesquisadora, colaboradora – Brasil CineMundi | Brasil
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A regulação do VoD no Brasil é fundamental e urgente. Este debate propõe oferecer um espaço de diálogo e encontros com a presença de lideranças políticas, representantes do poder público e profissionais do audiovisual visando promover um debate transversal e transdisciplinar entre política, tecnologia e sociedade para pensarmos juntos: que modelo de regulação de vídeo sob demanda – VoD queremos no Brasil?
Convidados:
Fábio Barcelos – Assessor da Secretaria de Regulação da Ancine | RJ Joelma Gonzaga – secretária Nacional do Audiovisual – Ministério da
Cultura | DF Minom Pinho – diretora da Associação Paulista de Cineastas – Apaci | SP Reginaldo Lopes – deputado Federal – PT | MG Tatiana Carvalho Costa – presidente da Associação dos Profissionais do
Audiovisual Negro – Apan | MG
Mediadora: Cintia Domit Bittar – cineasta e diretora da Associação das
Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro – API | SC -
As grandes plataformas de streaming – a maior parte delas estrangeiras – já se consolidaram como importantes agentes da circulação de obras audiovisuais de alcance global, sendo o Brasil um dos principais mercados. O streaming representa desafios e novas oportunidades para o setor, para as políticas públicas do cinema e do audiovisual e para a organização geopolítica da informação e do conhecimento, no entanto, segue sem regulação. Este debate é um convite a pensar e problematizar premissas e questões que possam responder: que modelo de regulação queremos no Brasil?
Convidados:
Daniel Queiroz – distribuidor Embaúba Play | MG Guilherme Fiuza Zenha – diretor, produtor e presidente do Sindicato da
Indústria do Audiovisual – Sindav | MG Letícia Friedrich – produtora e distribuidora – Vitrine Filmes | SP Luciana Damasceno – produtora e plataforma Cardume | MG Sara Silveira – produtora | SP
Mediadora: Lia Bahia – professora e pesquisadora do Departamento de
Cinema e Vídeo da UFF | RJ -
A Sessão de Abertura terá por temas centrais as questões ligadas às políticas de difusão do cinema brasileiro e a legislação de regulação e fomento do audiovisual, com foco na regulamentação dos serviços de streaming e na internacionalização do cinema brasileiro face ao contexto da crescente globalização dos circuitos de subvenção e difusão audiovisual.
Convidados:
Débora Ivanov – produtora, diretora do Siaesp e liderança do +Mulheres –
Cinema do Brasil | SP Joelma Gonzaga – secretária Nacional do Audiovisual – Ministério da Cultura | DF Juca Ferreira – assessor especial da Presidência – BNDES | DF
Mediador: Gabriel Portela – secretário adjunto de Cultura de Belo Horizonte,
gestor de políticas para o audiovisual e vice-presidente do Fórum Nacional de
Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados | MG - Laat meer zien