Afleveringen

  • Em sua volta à língua espanhola, Pedro Almodóvar olha para dentro e propõe uma profunda reflexão sobre a dor, a alegria e a ética do processo de criação artística.

    No longa, selecionado para competir pela Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, nós acompanhamos o cineasta Raúl (Leonardo Sbaraglia) que, em meio a um bloqueio criativo, usa os dramas reais de pessoas próximas para escrever um roteiro autoficcional. A obra ganha vida em 2004 através de seu alter ego, a publicitária Elsa (Bárbara Lennie), uma mulher marcada por tragédias pessoais.

    Alternando entre a Madrid do passado e o verão de 2026 nas Ilhas Canárias, "Natal Amargo" usa a metalinguagem para conectar as linhas temporais em uma narrativa que nos envolve nas perdas e paixões, memórias e inspirações de seus personagens, distanciando-se completamente de um conto natalino tradicional.

    Almodóvar assina o roteiro e a direção de "Natal Amargo", uma produção da El Deseo com distribuição da Warner Bros.

    Escute ou veja o podcast com a crítica de "Natal Amargo" por Renato Silveira e Kel Gomes, com participação de Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.

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    NATAL AMARGO (Amarga Navidad, 2026, Espanha)

    Direção: Pedro Almodóvar

    Roteiro: Pedro Almodóvar

    Produção: Agustín Almodóvar

    Elenco: Bárbara Lennie, Leonardo Sbaraglia, Aitana Sánchez-Gijón, Victoria Luengo, Patrick Criado, Milena Smit, Quim Gutiérrez, Rossy de Palma

    Fotografia: Pau Esteve Birba

    Montagem: Teresa Font

    Música: Alberto Iglesias

    Duração: 1h 52min

    Distribuição: Warner Bros.

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  • Dos fóruns da internet para as telas de cinema, "Backrooms: Um Não-Lugar" traz o realismo para o fantástico com uso de found footage e cenários surrealistas.

    Dirigido pelo novato Kane Parsons, mais jovem cineasta contratado pela produtora A24, o filme traz Chiwetel Ejiofor ("12 Anos de Escravidão", "Coisas Belas e Sujas") no papel de Clark, um arquiteto que passa por uma crise pessoal após o fim do casamento e a frustração com a carreira profissional.

    Vivendo como vendedor de móveis, ele descobre acidentamente uma passagem para uma dimensão paralela em sua loja e adentra um mundo de imensas salas e corredores labirínticos que guardam perigos imprevisíveis.

    Intrigada com a história de Clark, a psicológa Mary, vivida por Renate Einsve ("Valor Sentimental", "A Pior Pessoa do Mundo"), tenta ajudá-lo, mas no caminho também se lança ao risco de se perder.

    Situado nos anos 90, "Backrooms" se apropria de códigos do cinema de horror e estéticas surrealistas, que passam por Lewis Carroll, Escher e David Lynch, para criar uma noção de nostalgia distorcida na qual objetos, lugares e imagens de conforto se convertem em formas ameaçadoras e inóspitas.

    Veja ou escute a crítica de "Backrooms" por Renato Silveira e Kel Gomes.

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    BACKROOMS: UM NÃO-LUGAR (Backrooms, 2026, EUA)

    Direção: Kane Parsons

    Roteiro: Will Soodik (baseado na web série criada por Kane Parsons)

    Produção: James Wan, Shawn Levy, Osgood Perkins

    Elenco: Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell

    Fotografia: Jeremy Cox

    Montagem: Greg Ng

    Música: Edo Van Breemen, Kane Parsons

    Duração: 1h 40min

    Distribuição: A24, Imagem Filmes

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  • Com muita ação e um fiapo de história, filme derivado da série "The Mandalorian" traz novamente Pedro Pascal no papel-título, acompanhado do pequeno e poderoso Grogu.

    Dirigido por Jon Favreau, criador da série, o longa-metragem traz o caçador de recompensas Din Djarin percorrendo a galáxia atrás de ex-líderes militares do Império. No caminho, ele e Grogu recebem uma missão do clã Hutt para resgatar Rotta, filho do falecido Jabba.

    Grogu continua roubando a cena, mas o enredo do filme não engata e frustra quem espera saber mais sobre os personagens e ver a trajetória deles avançar dentro da franquia "Star Wars".

    Veja ou escute a crítica por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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    O MANDALORIANO E GROGU (The Mandalorian and Grogu, 2026, EUA)

    Direção: Jon Favreau

    Roteiro: Jon Favreau, Dave Filoni, Noah Kloor

    Produção: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce

    Elenco: Pedro Pascal, Jeremy Allen White, Brendan Wayne, Lateef Crowder, Jonny Coyne, Martin Scorsese, Sigourney Weaver

    Fotografia: David Klein

    Montagem: Rachel Goodlett Katz, Dylan Firshein

    Música: Ludwig Göransson

    Duração: 2h 12min

    Distribuição: Disney

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  • Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos "Mortal Kombat", primeira adaptação para o cinema do popular jogo de luta.

    O filme tem direção de Paul W.S. Anderson (que mais tarde também levaria "Resident Evil" para a telona) e no elenco principal estão Robin Shou (Liu Kang), Cary-Hiroyuki Tagawa (Shang-Tsung), Christopher Lambert (Rayden), Bridgette Wilson (Sonya Blade), Linden Ashby (Johnny Cage) e Talisa Soto (Kitana).

    Prepare o seu Fatality e aperte o play para revisitar "Mortal Kombat" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.

    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:

    00:00:00 - Introdução

    00:01:23 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?

    00:22:02 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades

    00:44:12 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais

    01:03:53 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    01:14:59 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:38:17 - Música de Encerramento

    - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio

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    Em "Mortal Kombat", três relutantes lutadores -- Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage -- são enviados para uma ilha remota onde enfrentarão adversários perigosos em um torneio no qual o destino da Terra está em jogo. Com a ajuda do poderoso Lord Rayden, eles terão que passar por combates mortais até chegarem ao confronto final contra o temido feiticeiro Shang-Tsung.

    Lançado quando os jogos de "Mortal Kombat" já eram uma febre mundial, o filme fez sucesso de bilheteria, mas foi alvo de críticas por retirar quase que integralmente a violência extrema e o sangue que fizeram a fama do game e o tornaram o principal concorrente de "Street Fighter" nos fliperamas. O longa teve uma continuação, "Mortal Kombat - A Aniquilação" (1997), e mais tarde a franquia ganhou séries de TV e um reboot no cinema, em 2021.

    No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mortal Kombat" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção.

    O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.

    O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Techno Syndrome (Mortal Kombat)" (1995), de The Immortals, e "Breathe" (1996), de The Prodigy. Todos os direitos reservados aos artistas.

  • Jornalismo e moda voltam a se encontrar em “O Diabo Veste Prada 2” (2026). A continuação do sucesso de duas décadas atrás busca atualizar as bases nem sempre confortáveis da relação entre a jornalista idealista Andy Sachs e a poderosa e cruel editora Miranda Priestly -- que agora se aproxima da aposentadoria enquanto compete pela publicidade na revista Runaway em meio ao declínio da mídia impressa.

    O filme traz o retorno do elenco original, com Anne Hathaway, Meryl Strepp, Emily Blunt e Stanley Tucci. A direção e o roteiro são novamente assinados por David Frankel e Aline Brosh McKenna, respectivamente.

    Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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  • Um dos lançamentos mais aguardados do ano, “Michael” (2026) é a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson. O filme é um deleite para os fãs do astro, mas interferências externas -- devido ao envolvimento de sua família com o projeto e às acusações de abuso sexual contra ele -- fizeram os realizadores omitirem e/ou suavizarem as passagens mais polêmicas da vida do artista.

    Na tela, Michael Jackson é interpretado pelo próprio sobrinho, Jaafar Jackson, que faz sua estreia como ator. O filme acompanha a trajetória de Michael do sucesso com os irmãos no grupo Jackson 5 até o estrelato da carreira solo, marcada por muita pressão da sua vida pessoal e da grande mídia.

    Também estrelando Nia Long e Colman Domingo, “Michael” tem direção de Antoine Fuqua, de filmes como "Dia de Treinamento" e "O Protetor". O roteiro foi escrito por John Logan, indicado ao Oscar por "Gladiador", "O Aviador" e "A Invenção de Hugo Cabret".

    Crítica do filme "Michael" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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  • O filme "O Drama" (2026), estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, é uma comédia romântica desconstruída que trabalha a ideia de que a gente nunca conhece completamente a pessoa que está ao nosso lado.

    O longa, escrito e dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, de filmes como “O Homem dos Sonhos” e “Doente de Mim Mesma”, parte de uma situação aparentemente simples: um casal prestes a se casar vê tudo estremecer depois que a noiva revela um segredo do passado. Emma, vivida por Zendaya, e Charlie, interpretado por Robert Pattinson, são aquele casal que, à primeira vista, parece perfeito. Mas o filme vai desmontando essa imagem aos poucos.

    Crítica do filme "O Drama" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos filmes aos quais assistimos após o Oscar 2026, entre eles "Devoradores de Estrelas" (Project Hail Mary), da dupla Phil Lord e Christopher Miller, com Ryan Gosling e Sandra Hüller, e "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, estrelando Margot Robbie e Jacob Elordi.

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    No podcast, nós também falamos sobre a nossa participação no Golden Globes Tribute Gala e comentamos a animação "Super Mario Galaxy", o romance de horror "A Noiva!", que traz Jessie Buckley e Christian Bale vivendo um casal de monstros em fuga, os filmes brasileiros "#SalveRosa" e "Narciso", o thriller sci-fi "Matar. Vingar. Repetir." e a comédia "Quando o Céu Se Engana", estrelada por Aziz Ansari, Seth Rogen e Keanu Reeves.

    Confira a minutagem em que cada filme é abordado:

    00:00:00 - Introdução e Golden Globes Tribute Gala00:09:25 - Uma reflexão sobre podcasts00:22:50 - Devoradores de Estrelas00:39:06 - Super Mario Galaxy00:43:36 - O Morro dos Ventos Uivantes01:09:54 - A Noiva!01:21:07 - #SalveRosa e Narciso01:38:40 - Matar. Vingar. Repetir. e Quando o Céu Se Engana

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Pecadores" (Sinners, 2025), de Ryan Coogler, recordista de indicações do Oscar 2026 e da história da premiação. O longa concorre a 16 estatuetas, incluindo as de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Ator para Michael B. Jordan, Atriz Coadjuvante para Wunmi Mosaku e Ator Coadjuvante para Delroy Lindo. No Globo de Ouro, o longa venceu os prêmios de Melhor Trilha Sonora Original, composta por Ludwig Göransson, e Realização Cinematográfica e de Bilheteria.

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    No podcast, nós discutimos -- com spoilers -- como "Pecadores" mescla o drama racial com o cinema de horror, reinventando e honrando características próprias dos filmes de vampiros. Nós também comentamos aspectos do longa que envolvem o desenho de som, a trilha sonora, o visual requintado e conceitos como tempo espiralar e imortalidade.

    Quem se senta à mesa conosco neste podcast é a crítica, curadora, pesquisadora e professora Yasmine Evaristo.

    Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:

    00:00:00 - Introdução00:06:42 - Um novo tipo de filme de vampiros00:14:28 - Criando cenas com o som00:19:04 - Visual requintado, beleza diferenciada00:30:47 - Fogo, Fumaça e Fuligem00:36:08 - A sequência sublime e o tempo espiralar00:42:34 - Sammie, Buddy Guy, o dom e o poder00:57:26 - Imortalidade e infinito01:03:32 - Vampirismos01:10:52 - Montagem, razão de aspecto e memória oral01:18:33 - Considerações finais

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "O Agente Secreto" (2025), de Kleber Mendonça Filho. O longa é o representante oficial do Brasil no Oscar 2026 e concorre a quatro estatuetas: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Elenco.

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    No podcast, nós discutimos os vários aspectos que levaram "O Agente Secreto" a se tornar um filme brasileiro tão celebrado mundialmente nesta temporada, desde os prêmios conquistados no Festival de Cannes até o Globo de Ouro e o Oscar. Aspectos que incluem o uso cada vez mais aprimorado da linguagem cinematográfica por Kleber e sua equipe, a união perfeita de imagem e trilha sonora e, claro, o elenco formidável que conta com a grande revelação do ano: Tânia Maria, intérprete da impagável Dona Sebastiana.

    Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder".

    Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:

    00:00:00 - Introdução com carnaval e expectativa para o Oscar00:06:43 - Um filme melhor após o outro00:11:41 - (Re)criando memórias00:19:24 - O verdadeiro agente secreto00:25:20 - Os grandes coadjuvantes00:29:17 - O que aconteceu com Armando?00:35:37 - A Perna Cabeluda00:40:17 - Divisão em capítulos00:44:46 - A elite e os matadores00:52:41 - Elza e Hans00:56:15 - Memórias analógicas e musicais01:06:19 - Considerações finais e cenas ou momentos favoritos

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos a 5ª e última temporada de "Stranger Things". Após quase uma década, a nostálgica série da Netflix, criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, encerra a história situada nos anos 80 de maneira apoteótica e dividindo opiniões.

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    No podcast, nós discutimos os desfechos de cada núcleo de personagens e quais deles funcionaram ou não. Nós também debatemos se o formato de lançamento da última temporada, dividido em três partes, prejudicou a experiência do público.

    Nosso convidado para este episódio é Matheus Monteiro, crítico, roteirista, cineclubista e professor, autor do Cinegrafia.

    Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:

    00:00:00 - Os quase 10 anos de coming of age de "Stranger Things"00:15:39 - Dividir a temporada em volumes foi uma boa ideia? Os problemas de roteiro00:43:54 - Max, Holly e Vecna00:52:50 - A prisão narrativa de Eleven01:01:50 - Os heróis não são os meninos01:08:28 - A revelação de Will01:25:55 - Nancy, Jonathan e Cia.01:34:10 - Acabou mesmo?

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos o Globo de Ouro 2026. Renato Silveira e Kel Gomes, votantes internacionais da premiação, analisam o resultado da 83ª edição -- incluindo as vitórias históricas de "O Agente Secreto" e de Wagner Moura como Melhor Ator em Filme de Drama. Confira também recomendações dos melhores filmes que não foram premiados.

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    No podcast, além de "O Agente Secreto", nós analisamos as vitórias dos filmes "Uma Batalha Após a Outra", "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", "Pecadores", "Valor Sentimental", "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria" e "Guerreiras do KPop", e como ficam as chances de cada um para o Oscar 2026. Também comentamos o novo prêmio de Melhor Podcast e as séries vencedoras, incluindo "Adolescência".

    Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:

    00:07:46 - "O Agente Secreto", Wagner Moura e as chances (e concorrentes) no Oscar00:37:44 - "Hamnet" surpreende e se recoloca na corrida da temporada de premiações00:47:15 - Melhores Atrizes: Jessie Buckley e Rose Byrne vencem disputa aberta e acirrada00:58:38 - "Nouvelle Vague" e "Blue Moon": dois Linklaters não fizeram frente a um Paul Thomas Anderson01:06:09 - Melhor Animação: "Guerreiras do KPop" era favorito de longe, mas concorrentes também são ótimos filmes01:12:32 - "Pecadores" é o melhor e mais importante blockbuster do ano01:19:16 - Melhor Trilha, Melhor Canção e... Melhor Podcast01:28:27 - "The Pitt" e "Adolescência": as melhores séries?

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre o filme "Abre Alas" (2025), primeiro longa dirigido por ela. Filmado em Belo Horizonte, o documentário é um retrato sensível sobre experiências femininas e se propõe como espaço de escuta e acolhida de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, para que elas contem as histórias de suas vidas.

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    Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:

    00:02:53 - As origens de "Abre Alas"00:08:54 - Chegando às sete personagens00:17:51 - Os contrastes entre Walkíria e Lorena00:23:30 - Os espelhos no cenário00:28:22 - As cenas entre os depoimentos00:36:45 - As músicas do filme00:41:04 - Influências e referências00:44:15 - Próximo projeto00:45:57 - O filme como um renascimento

    Em "Abre Alas", Ursula trabalha com variações de um mesmo cenário, composto por espelhos que multiplicam e revelam as muitas facetas dessas mulheres vindas de diferentes contextos socioeconômicos. Diante da câmera, elas compartilham vivências, revisitam escolhas e, por vezes, arriscam confissões.

    O filme entrou em cartaz nos cinemas em 11 de dezembro de 2025, em um momento em que o Brasil enfrenta um aumento alarmante da violência contra as mulheres. Um novo dado do Conselho Nacional de Justiça diz que acontece um feminicídio a cada 44 minutos no nosso país. Manifestações massivas sobre o assunto tomaram as ruas de várias cidades brasileiras poucos dias antes do lançamento do documentário. Assim, é interessante pensar como o filme nasce como gesto de escuta e cuidado, mas também se mostra uma forma de resistência, de memória coletiva de mulheres, de reivindicação do direito à vida.

    Premiado no Femina 2025 – Festival Internacional de Cinema Feminino, “Abre Alas” é produzido por Ursula Rösele e Simone Martins, por meio da Sanar Produções, com distribuição da Embaúba Filmes. A fotografia é da Jenny Cardoso, a direção de arte é da Rimenna Procópio e a montagem é da Beatriz Pomar.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Uma Batalha Após a Outra" (One Battle After Another, 2025), de Paul Thomas Anderson. Estrelado por Leonardo DiCaprio, Teyana Taylor, Sean Penn, Chase Infiniti, Benicio Del Toro e Regina Hall, o longa é um dos melhores lançamentos do ano e forte candidato ao Oscar 2026.

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    Inspirado no livro "Vineland", de Thomas Pynchon (mesmo autor de "Vício Inerente"), "Uma Batalha Após a Outra" conta a história de Bob Ferguson (DiCaprio), um antigo revolucionário que é arrastado de volta a um mundo de perigos e conspirações quando sua filha, Willa (Infiniti), é colocada em risco. Em meio a confrontos intensos e situações imprevisíveis, ele precisa desafiar seu próprio passado para tentar salvá-la, em uma história marcada por ação incessante e reviravoltas inesperadas.

    Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder".

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "One Battle After Another" (2025), de Jonny Greenwood; "The Revolution Will Not Be Televised" (1971), de Gil Scott-Heron; e "Dirty Work" (1971), de Steely Dan. Todos os direitos reservados aos artistas.

  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com o diretor Maurilio Martins, da Filmes de Plástico, sobre "O Último Episódio" (2025), primeiro longa-metragem solo dirigido por ele, que acompanha a jornada de amadurecimento (o famoso coming of age) de três amigos na periferia de Contagem, em Minas Gerais, no início dos anos 90. Mais do que uma entrevista com detalhes sobre os bastidores da produção, o programa fala sobre a nostalgia da época em que a história se passa, estilo cinematográfico, a influência de Hollywood e a importância de haver mais filmes para crianças e adolescentes feitos no Brasil.

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    Confira a minutagem em que cada assunto é abordado:

    00:03:58 - O início de tudo: como a vontade de fazer o filme surgiu

    00:13:29 - A parceira com Thiago Macêdo Correia no roteiro

    00:17:48 - A trilha sonora criada por John Ulhoa e Richard Neves, do Pato Fu

    00:22:17 - O videogame como referência na música e na imagem

    00:28:26 - A influência de Hollywood e importância de haver mais filmes para crianças e adolescentes feitos no Brasil

    00:40:46 - Estilo de direção e ritmo na construção das cenas

    00:49:41 - Como Matheus Sampaio foi escalado para viver Erik

    00:55:24 - As escolhas por Daniel Victor e Tatiana Costa para os papéis de Cassinho e Cristão

    01:09:16 - O convite inesperado para Camila Morena interpretar a mãe de Erik

    01:14:50 - A direção de arte e a produção de objetos de época

    01:27:33 - A narração e a ponta de Maurilio e do filho no filme

    01:31:35 - Os próximos projetos

    Situado em 1991, "O Último Episódio" é inspirado nas memórias de Maurilio Martins, que nasceu, cresceu e ainda vive no Jardim Laguna, bairro periférico de Contagem onde a história se desenrola. O filme retrata experiências comuns da adolescência: o nervosismo do primeiro amor, o desejo de demonstrar mais coragem do que se tem e os laços de amizade que se fortalecem nas pequenas aventuras.

    O protagonista de "O Último Episódio" é Erik, um garoto de 13 anos que tem uma paixão platônica por Sheila e, para se aproximar dela, diz ter em casa uma fita com o lendário “último episódio” do desenho "Caverna do Dragão". Com a ajuda de seus amigos, ele busca uma saída para a enrascada em que se meteu, vivendo uma intensa história de amadurecimento.

    O elenco principal de "O Último Episódio" é formado por Matheus Sampaio, Daniel Victor, Tatiana Costa, Camila Morena, Rejane Faria, Maria Leite, Daniel Jaber, Babí Amaral e Leonardo De Jesus, com participações de Gabriel Martins e André Novais Oliveira. O roteiro é assinado por aurilio Martins e Thiago Macêdo Correia. A trilha sonora é outro destaque do longa e foi composta por John Ulhoa e Richard Neves, da banda Pato Fu. O lançamento é da Malute Filmes e da Embaúba Filmes.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "A Hora do Mal" (Weapons, 2025), de Zach Cregger, um dos grandes sucessos de 2025. Também comentamos outros filmes de horror recentes sobre os quais ainda não havíamos falado no podcast: "O Pranto do Mal", "Apartamento 7A", "Pecadores", "Extermínio: A Evolução", "M3GAN 2.0" e "Prédio Vazio".

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    Em "A Hora do Mal", uma comunidade é abalada pelo desaparecimento repentino de crianças de uma mesma sala de aula. As suspeitas recaem sobre a professora delas, enquanto os pais e a polícia tentam desvendar o mistério. No elenco, Julia Garner, Josh Brolin, Amy Madigan, Benedict Wong e Alden Ehrenreich.

    Confira a minutagem em que os filmes são discutidos:

    00:03:57 - "A Hora do Mal"

    01:04:07 - "O Pranto do Mal", "Apartamento 7A", "Pecadores", "Extermínio: A Evolução", "M3GAN 2.0", "Prédio Vazio"

    Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder".

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Weapons Main Theme" (2025), de Ryan Holladay, Hays Holladay & Zach Cregger; "Beware of Darkness" (1970), de George Harrison; e "Terminator 2 Main Title" (1991), de Brad Fiedel. Todos os direitos reservados aos artistas.

  • Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1988 para revisitarmos uma das franquias mais engraçadas de todos os tempos: "Corra que a Polícia Vem Aí!" Relembramos os três filmes de paródia do cinema policial estrelados pelo inesquecível Leslie Nielsen e realizados pelo trio ZAZ (David Zucker, Jim Abrahams e Jerry Zucker). Também comentamos o longa de 2025 protagonizado por Liam Neeson.

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    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:

    00:00:00 - Introdução

    00:05:17 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?

    00:20:24 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades

    00:44:18 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais

    01:09:13 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    01:19:46 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:43:27 - Corra que a Polícia Vem Aí! (2025)

    02:07:53 - Música de Encerramento

    Em "Corra que a Polícia Vem Aí!", o corajoso, mas atrapalhado detetive Frank Drebin (Leslie Nielsen), do Esquadrão de Polícia, descobre sem querer um plano para assassinar a Rainha da Inglaterra durante um jogo de beisebol nos EUA. Para impedir o atentado, ele acaba se metendo em diversas confusões. Ao lado de Drebin estão os colegas policiais Ed (George Kennedy) e Nordberg (O.J. Simpson), além de sua amada Jane (Priscilla Presley).

    O sucesso do filme original -- realizado na esteira de "Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu!" (1980) e "Top Sectet! Superconfidencial" (1984), ambos também do trio ZAZ -- rendeu as continuações "Corra que a Polícia Vem Aí! 2 e 1/2" (1991) e "Corra que a Polícia Vem Aí! 33 e 1/3 - O Insulto Final" (1994). Em 2025, a franquia voltou às telas com Liam Neeson, interpretando o filho de Frank Drebin, e Pamela Anderson, vivendo seu interesse amoroso. A direção de Akiva Schaffer, de "Tico e Teco: Defensores da Lei" (2022) e "Hot Rod: Loucos Sobre Rodas" (2007).

    No podcast, além da nossa análise, você conhece diversas curiosidades sobre "Corra que a Polícia Vem Aí!" -- que teve sua origem na série de TV "Esquadrão de Polícia" (Police Squad!), também criada pelo trio ZAZ e estrelada por Leslie Nielsen.

    O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão dos filmes, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.

    Ligue o giroflex e aperte o play para revisitar "Corra que a Polícia Vem Aí!" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.

    O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "The Naked Gun Theme" (1988), de Ira Newborn, e "Polícia" (1986), dos Titãs, composição de Tony Bellotto. Todos os direitos reservados aos artistas.

  • Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos um dos filmes mais marcantes e chocantes da década: o suspense policial "Se7en - Os Sete Crimes Capitais" (Se7en), dirigido por David Fincher e estrelado por Brad Pitt, Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow e Kevin Spacey.

    - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio

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    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:

    00:00:00 - Introdução

    00:04:59 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?

    00:20:25 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades

    00:46:42 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais

    01:00:26 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    01:14:38 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:30:17 - Música de Encerramento

    Escrito por Andrew Kevin Walker, "Se7en" tem como protagonistas Somerset (Freeman), um detetive a uma semana da aposentadoria, e Mills (Pitt), um jovem investigador ansioso por assumir o posto do veterano. Eles acabam formando uma dupla não planejada para resolver o caso de um serial killer meticuloso que mata suas vítimas de acordo com os sete pecados capitais: gula, avareza, soberba, preguiça, luxúria, inveja e ira.

    No podcast, além da nossa análise, você conhece diversas curiosidades sobre o filme -- que foi indicado ao Oscar de Melhor Montagem, teve uma excelente bilheteria e chegou a ter uma proposta de continuação, mas que se transformou em um projeto muito diferente, 20 anos depois.

    O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.

    Pegue seu distintivo, vista um sobretudo e aperte o play para revisitar "Se7en" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.

    O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

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    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Closer (Precursor)" (1994), de Nine Inch Nails, e "The Hearts Filthy Lesson" (1995), de David Bowie. Todos os direitos reservados aos artistas.

  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos quatro filmes europeus, lançados entre 2024 e 2025, que lidam de diferentes formas e propósitos com temas da sexualidade: a nova versão do clássico do cinema erótico "Emmanuelle", dirigida por Audrey Diwan e estrelada por Noémie Merlant, e a premiada trilogia "Dreams Sex Love", do cineasta norueguês Dag Johan Haugerud, vencedor do Urso de Ouro na Berlinale deste ano.

    - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio

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    Confira a minutagem os filmes são discutidos:

    00:06:55 - Emmanuelle

    00:48:49 - Trilogia "Dreams Sex Love"

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

    Este episódio utiliza trechos da música "Emmanuelle", de Pierre Bachelet. Todos os direitos reservados ao artista. Nosso intuito é apenas ilustrar o podcast com a canção.

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  • Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos três filmes recém-lançados que levam às telas a vida e a obra de três artistas essenciais da música brasileira: "Cazuza: Boas Novas", de Roberto Moret e Nilo Romero, "Homem com H", de Esmir Filho e com Jesuíta Barbosa vivendo Ney Matogrosso, e "Ritas", de Oswaldo Santana e Karen Harley, livremente baseado na autobiografia de Rita Lee.

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    Confira a minutagem em que cada filme é comentado:

    00:04:11 - Homem com H

    00:37:54 - Cazuza: Boas Novas

    01:05:44 - Ritas

    Neste episódio, nós recebemos Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório, para discutir os três filmes.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    Este episódio utiliza trechos das músicas: "Brasil" (Cazuza, George Israel, Nilo Romero), "Boas Novas" (Cazuza), "Homem com H" (Antonio Barros), "Agora Só Falta Você" (Rita Lee, Luiz Sergio) e "Flagra" (Rita Lee, Roberto de Carvalho). Nosso intuito é apenas ilustrar o podcast com as canções. Todos os direitos reservados aos artistas.