Afleveringen
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Neste episódio, recebo o Henrique Krigner, um irmão e líder que tem caminhado com seriedade no Reino. Conversamos sobre um princípio fundamental do Evangelho: a nossa fidelidade no "pouco". Muitas vezes, estamos tão focados na escala do que queremos alcançar que negligenciamos a profundidade do que já temos em mãos. A autoridade espiritual é construída na constância das pequenas decisões, e é ali que Deus forja o caráter necessário para os desafios maiores.
Além disso, trouxemos para a mesa um tema que pulsa no coração de muitos: a nossa esperança pelo Brasil. Em tempos de incertezas políticas e sociais, como manter o olhar fixo no que é eterno enquanto exercemos o nosso papel como cidadãos? Henrique, que hoje coloca seu chamado à disposição de São Paulo, compartilha como a nossa fé não é um refúgio para nos omitirmos, mas o combustível para servirmos com excelência e integridade.
Este é um convite para realinharmos nossas prioridades e lembrarmos que, não importa o cenário, a nossa esperança tem nome e endereço: ela está fundamentada na soberania de Deus sobre a nossa nação e um povo posicionado e comprometido em expandir o Reino de Deus nessa terra.
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Dando continuidade ao nosso Especial de Dia dos Namorados, fique com a segunda parte da nossa conversa sem filtros. Como o papo foi tão rico na parte 1, abrimos novamente a caixa de perguntas para responder dúvidas práticas sobre namoro e vida sentimental que vocês enviaram.
Se você sente que ainda está "cansado de esperar" ou tem dúvidas sobre como aplicar os princípios que conversamos na prática do seu relacionamento (ou na espera por ele), esse episódio é a continuação direta que você precisava.
Vamos seguir mergulhando em como construir um relacionamento maduro, sólido e fundamentado na Bíblia, saindo da teoria e entrando nas situações que acontecem no dia a dia.
Assista até o final e descubra como alinhar suas expectativas e atitudes aos planos de Deus para sua vida sentimental.
Deixe aqui nos comentários: qual foi a pergunta que você mais queria ver respondida hoje?
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Hoje, no nosso Especial de Dia dos Namorados, eu recebi o Pastor Nelson Jr., do movimento Escolhi Esperar, para uma conversa sem filtros. Nós abrimos as perguntas que vocês enviaram e o papo foi profundo.
Descobrimos juntos a linha tênue (e muitas vezes invisível) entre o amor, a paixão e a carência emocional. Se você está cansado de esperar, de se sentir "refém" das expectativas esse episódio é para você.
Assista até o final e descubra como construir um relacionamento maduro e sólido.
Deixe aqui nos comentários: você já confundiu carência com amor alguma vez?
Fundador do Dunamis Movement, Teófilo Hayashi é uma voz que tem inspirado jovens nas nações a viverem um evangelho relevante e palpável. Teo começou seu ministério como um missionário da Jocum atuando por 3 anos na Ásia. Logo depois foi pastor de jovens por 5 anos em North Carolina, EUA e depois voltou ao Brasil para iniciar um trabalho missionário voltado aos universitários: o Dunamis. Ele tem viajado o Brasil e mais de trinta nações pregando o amor de Jesus e o poder do Espírito Santo. É conhecido por despertar e capacitar líderes para estabelecerem o Reino de Deus na Terra e transformarem a sociedade. Formado em psicologia e teologia pela Liberty University (EUA), Téo também exerce seu ministério como escritor, palestrante e pastor sênior da Zion Church, em São Paulo (BRA), onde mora com sua esposa Junia e seus quatro filhos: Zach, Koa, Beni e Kaila.Me acompanhe nas redes sociais:
Instagram:https://www.instagram.com/teohayashi/Spotify: open.spotify.com/show/3IjKWBsbW37MACTco5piFqTikTok: https://www.tiktok.com/@teohayashiQue você seja avivado para ser um agente de transformação na sociedade e expandir o Reino de Deus aqui na terra!
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Muitos de nós fomos condicionados a entrar na igreja com a mentalidade de um consumidor: avaliamos a qualidade do "serviço", o conforto das cadeiras e o quanto aquela experiência nos faz sentir bem. Mas, neste segundo episódio com o Pr. Samuel Nova, confrontamos essa lógica perigosa. Você não foi chamado para ser cliente de uma igreja; você foi chamado para edificá-la.
Existe algo que só podemos fazer hoje, nesta brevidade chamada vida terrena. No céu, viveremos em adoração perpétua, mas o privilégio de servir com sacrifício e de evangelizar o perdido é uma exclusividade do agora. Se você gasta seus dias apenas "assistindo" ao mover de Deus sem colocar as mãos na obra, você não está apenas descansando — você está desperdiçando a sua existência.
Vivemos em uma era que elevou o bem-estar (wellness) ao status de divindade. Se a nossa fidelidade a Jesus depende de como nos sentimos no dia, então o nosso Deus não é Cristo, é o nosso próprio conforto.
Amadurecer no Reino significa abraçar ambos. Não pregamos uma mensagem baseada na aceitação do público ou no que gera "likes", mas na verdade que transforma. A pergunta que deixo para você neste podcast é direta: quem ocupa o trono do seu coração? O seu bem-estar momentâneo ou a soberania de Cristo?
Nesta continuação da nossa jornada no podcast, mergulhamos em uma conversa sobre a responsabilidade da nova geração. Não estamos aqui para oferecer um entretenimento gospel, mas para convocar construtores.
Assista agora ao segundo episódio com Samuel Nova e entenda por que o seu serviço na Terra é o investimento mais estratégico que você pode fazer para a eternidade.
O Ídolo do Wellness e a Teologia do Conforto
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Recentemente, me deparei com uma coluna da atriz Ingrid Guimarães no jornal "O Globo" intitulada "Se Jesus estivesse aqui". O texto, que rapidamente viralizou, tenta pintar um Cristo que se amolda perfeitamente ao paladar da nossa cultura atual: um Jesus que "pularia ondas", "tomaria vinho com espíritas" e "meditaria com budistas". À primeira vista, parece uma mensagem de amor e tolerância, mas, quando olhamos de perto, percebemos algo muito mais perigoso.
O que estamos vendo aqui é a tentativa de criar um "Jesus Relativo" — um ícone que não confronta, não transforma e, principalmente, não exige arrependimento. Eu acho curioso, para não dizer trágico, quando figuras públicas que não vivem a realidade do Reino tentam ensinar à Igreja quem é o seu próprio Senhor. A Igreja estuda, segue e serve a Cristo há 2.000 anos. Não precisamos de uma releitura artística para entender o que está escrito de forma absoluta nas Escrituras.
Jesus não é uma ideia positiva que você molda conforme sua conveniência. Ele é O Caminho, a Verdade e a Vida. Ele amava os pecadores? Sim, profundamente. Mas Ele os chamava à Metanoia — uma mudança radical de mente. Ele não se unia ao pecado; Ele libertava as pessoas dele. Dizer que Jesus aceitaria todas as práticas religiosas como caminhos válidos é ignorar Sua própria voz nos Evangelhos e abraçar a heresia universalista.
Além disso, precisamos falar sobre esse ataque sutil à Igreja através da frase: "Amo Jesus, não o fã-clube". Entenda: a Igreja é o Corpo de Cristo. Ela é imperfeita, sim, porque é composta por nós, mas ela é a Noiva que Ele virá buscar. Não existe relacionamento com o Rei enquanto você despreza o Seu Reino e a Sua família.
Neste vídeo, eu quero pontuar por que esse discurso "simpatizante" de Jesus é, na verdade, uma negação de quem Ele realmente é. É hora de pararmos de caçar opiniões em colunas de jornal e voltarmos para a Bíblia. Jesus não vai mudar para se adequar a nós; somos nós que precisamos ser transformados por Ele.
Assista, reflita e compartilhe. Não podemos ficar calados enquanto tentam relativizar o Absoluto.
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Muitas pessoas me perguntam: “Teo, qual é o segredo para montar uma equipe de alto nível?”
A verdade é que a liderança não começa quando você recebe um cargo; ela começa quando você entende que é um mordomo da influência que Deus te deu. E uma das tarefas mais sagradas e perigosas de um líder é decidir quem ele traz para perto.
Eu aprendi, muitas vezes da forma mais difícil, que contratar ou escalar alguém apenas pelo talento é uma receita para o desastre. Se você foca só na técnica, terá sucesso rápido, mas um fracasso retumbante no longo prazo. Para proteger a visão e o coração do que estamos construindo, eu estabeleci 5 métricas inegociáveis — os 5 C’s da Liderança.
Neste episódio, eu abro o meu filtro pessoal com você:
Competência: O básico necessário para sustentar a posição.
Caráter: O que mantém você na sala quando a pressão aumenta.
Cultura: O "espírito da casa" que evita divisões futuras.
Conexão: A química orgânica que transforma um grupo em família.
Chamado: A convicção espiritual que gera aliança e não apenas contrato.
Se você deseja crescer, expandir sua influência e, acima de tudo, honrar o Corpo de Cristo com uma liderança saudável, este vídeo é para você. Não exponha seu time ao fracasso por falta de critério.
Assista, anote e aplique. A conta da negligência no caráter sempre chega, e o preço é alto demais.
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A neutralidade política é frequentemente confundida com uma postura de santidade, mas, na prática, ela representa uma transferência de poder para mãos que não carregam os valores do Reino. O silêncio dos bons não é uma zona de segurança, é o combustível que permite a deterioração da nossa sociedade e o comprometimento do futuro das próximas gerações. Como cristãos, recebemos o mandato bíblico de governar e administrar a terra, e isso exige que sejamos força de contenção contra a corrupção moral. Personagens como José, Daniel e Ester não mudaram a história apenas através da oração, mas ocupando espaços estratégicos de influência e decisão.
Este vídeo é um chamado direto para que você deixe de lado a passividade e assuma sua responsabilidade como cidadão e agente do Reino de Deus. Ocupar espaços não é uma opção, é um dever espiritual. O primeiro passo prático para esse posicionamento é garantir sua participação no processo democrático, e o prazo final para tirar, transferir ou regularizar seu título de eleitor é o dia 06 de maio. Não permita que o vácuo deixado pela sua omissão seja preenchido por ideologias que ferem seus princípios. É tempo de consciência, de ação e de impedir que a nação apodreça por falta de sal e luz.
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De "Soldado da Revolução" a Pastor: A Face Oculta do MST revelada por Pedro Pôncio
Neste episódio impactante, recebi Pedro Pôncio para revelar o que acontece longe das câmeras nos bastidores do MST. Mais do que um depoimento político, este é o relato de alguém que passou quase uma década sendo moldado para ser um militante preparado para o confronto e que hoje denuncia: "Eles nos usavam como escudos humanos, exatamente como o Hamas".
Pedro compartilha detalhes chocantes de sua infância nos acampamentos, onde a doutrinação substituía a educação e figuras ideológicas eram cultuadas como messias. Ele descreve a rotina de treinamento, o ódio de classe instigado desde os 11 anos e a tática de manipulação que mantém famílias presas à dependência do movimento.
Além da denúncia, exploramos o processo de libertação de Pedro. Como a Igreja e o Evangelho foram os únicos capazes de restaurar sua dignidade e arrancar o ódio plantado em seu coração. Você vai entender a jornada de transformação de um jovem que rompeu com as correntes da militância para se tornar um líder dedicado a expor as engrenagens do sistema, mostrando como a restauração da mente e do espírito é o único caminho para a verdadeira liberdade.
Uma conversa necessária sobre guerra cultural, Teologia da Libertação e o poder transformador da Verdade que liberta.
📖 Adquira o livro do Pedro Pôncio: https://www.amazon.com.br/face-oculta-do-MST/dp/6500965639/ref=sr_1_1?adgrpid=149711464023&dib=eyJ2IjoiMSJ9.1PhyjX2VNbsiS7am5-cBQSl2uwNN-8anNyXcx6kQEvA.ZldvVo73HhC-j93F-86-4gkgfNJbQM5eZcvZEOFK2B8&dib_tag=se&hvadid=665013666709&hvdev=c&hvexpln=0&hvlocphy=1001773&hvnetw=g&hvocijid=15108352359885800135--&hvqmt=e&hvrand=15108352359885800135&hvtargid=kwd-2297033033708&hydadcr=5735_13215258&keywords=a+face+oculta+do+mst&mcid=93a0f0aa21a539808bf43dff90f35dc6&qid=1777308252&sr=8-1 📌 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio do Podcast do Teo.
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Será que você realmente vive o que é a Páscoa, ou apenas celebra a data como qualquer outro feriado no calendário?A verdade é que ninguém vive aquilo que não entende.Neste vídeo, eu quero te levar de volta ao significado original da Páscoa — do Êxodo à Cruz. Vamos entender por que o Reino de Deus avança por meio de alianças e como o sangue do Cordeiro não foi apenas um livramento momentâneo para o povo no Egito, mas um princípio eterno que define a nossa identidade hoje.Nós fomos inseridos em uma nova e eterna aliança. Se a Páscoa for apenas um ritual religioso ou uma tradição familiar com chocolates, estamos sendo mais discipulados pela cultura do que pela Palavra.Não aceite viver uma fé superficial. É hora de se posicionar e permitir que a verdade da Nova Aliança molde cada área da sua vida.Assista até o fim e compartilhe com alguém que precisa despertar para essa verdade.
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Recentemente, recebi um vídeo do historiador Eduardo Bueno, o Peninha, que me causou profunda indignação, não pelo ataque pessoal, mas pela gravidade do que está sendo proposto e normalizado em nossa sociedade.
Minha convocação para você é: não se deixe intimidar. Ocupe as esferas da sociedade, estude, posicione-se e exerça sua cidadania com temor a Deus. Não somos apenas cidadãos dos céus; somos chamados para trazer o céu à Terra.
Assista, reflita e compartilhe para que o preconceito contra a nossa fé nunca se torne algo normalizado.
Assisti a falas que não são apenas opiniões políticas fortes, mas sim demonstrações claras de intolerância religiosa.
Quando alguém sugere que evangélicos deveriam ser privados do direito ao voto e confinados estritamente dentro de seus templos, não estamos mais no campo do debate de ideias; estamos diante da incitação à retirada de direitos civis fundamentais.
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O casamento de João Campos e Tabata Amaral tomou conta das redes sociais, mas o que eu quero discutir hoje vai muito além de uma festa ou de um evento social. O que me chamou a atenção — e o que deveria chamar a sua — é a profunda incoerência entre o discurso público e a vida prática.Passamos anos ouvindo que a família tradicional é um "atraso" e que as tradições precisam ser desconstruídas em nome do progresso. Mas, na hora do "sim", o que vemos? Igreja, véu, vestido branco e a celebração da família nos moldes bíblicos.A família não é uma construção social passageira; é um projeto de Deus. E a verdade é que, no fim do dia, todos buscam a estabilidade e o sentido que só a tradição oferece.
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Estamos vivendo dias em que o óbvio está sendo questionado e o que é sagrado tem sido alvo de ataques frontais. Recentemente, me deparei com um conteúdo que não apenas critica, mas demoniza a estrutura familiar — e como cristão, não posso me calar.
A família não é um sistema político, uma construção ideológica ou um "núcleo de neurose". Ela é uma instituição divina, estabelecida por Deus antes de qualquer governo ou cultura existir. Repudiar esses ataques não é uma questão de opinião, mas de fidelidade à Verdade. Quando tentam desconstruir o alicerce do lar, o objetivo final é deixar o indivíduo sem identidade e a sociedade sem fundamentos.
Neste vídeo, eu me posiciono contra essa narrativa de desconstrução e convido você a refletir sobre a importância de guardarmos a nossa casa. A família é o plano de Deus para a redenção e formação do ser humano, e esse é um valor inegociável.
Que este vídeo traga discernimento e firmeza ao seu coração.
Assista e fortaleça os fundamentos da sua casa.
"Se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?" (Salmos 11:3)
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Será que para ter uma família saudável você precisa abrir mão do seu chamado? Ou, para ser um líder relevante, o preço inevitável é o distanciamento do seu lar? Recentemente, um vídeo de um casal de pastores levantou essa questão e eu decidi abrir o jogo sobre essa tensão que muitos vivem em silêncio.
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Muitas vezes, ao olharmos para nossas comunidades, nos fazemos uma pergunta honesta e preocupada: "Onde estão os homens?". As estatísticas e a realidade cotidiana mostram um distanciamento crescente, mas a resposta talvez não esteja apenas no comportamento deles, e sim na cultura que estamos cultivando.Neste vídeo, convido você a uma reflexão profunda sobre o papel do homem à luz das Escrituras. Será que, na tentativa de promover a paz e a ordem, acabamos criando um ambiente que não desafia a força, a liderança e o senso de missão que Deus depositou.O objetivo desta reflexão não é criticar a Igreja, mas sim fortalecer o seu corpo. Precisamos criar espaços onde o homem possa ser, plenamente, quem Deus o chamou para ser: um servo valente, um líder amoroso e um pilar para a sua família e comunidade.
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As transições da vida são mais do que mudanças de endereço ou de cargo; elas são movimentos na geografia da nossa alma. Muitas vezes, nos sentimos vulneráveis no “corredor”, aquele espaço sagrado onde uma porta já se fechou, mas a próxima ainda não se abriu totalmente.
Neste episódio, convido você a refletir sobre como atravessar essas estações debaixo da bênção e do favor do Senhor. Vamos conversar sobre por que a verdadeira paz não vem da estabilidade, mas da nossa aliança e obediência à Palavra.
Se você está vivendo um tempo de incertezas, este podcast é um convite para encontrar descanso no Deus que guarda não apenas o seu destino, mas cada passo da sua jornada. Que você seja abençoado, tanto na entrada quanto na saída.
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Se liga nesse vídeo que circulou recentemente. O que vimos em Santa Cruz do Sul, com um grupo tentando realizar rituais de matriz africana dentro de um templo católico, não é apenas um debate sobre "espaço público" ou legislação. É um sinal de alerta espiritual.
Existe uma linha tênue (mas absoluta) entre liberdade religiosa e afronta. A narrativa do mundo vai tentar te convencer de que impedir isso é intolerância. Mas a verdade precisa ser dita: a Igreja não é uma praça pública; é um solo consagrado.
Neste vídeo, eu analiso esse caso sob duas óticas: a jurídica, derrubando a mentira de que o templo é "casa da mãe joana", e a teológica, que é onde o peso real está. Deus é exclusivo. Do Tabernáculo ao Novo Testamento, Ele nunca dividiu Sua glória e jamais permitiu a mistura de altares.
O Cristianismo é amor, sim, mas não é bagunça. Amar não significa abrir mão dos fundamentos da nossa fé para agradar uma agenda que chama profanação de "inclusão".
Precisamos ser simples como a pomba, mas prudentes como a serpente. Assista até o final, entenda o que está por trás dessa afronta e saiba como se posicionar.
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Eu não quero que você comece 2026 errado.
Usei Provérbios 21:5 como base: quem planeja bem e trabalha com dedicação prospera; quem se apressa e toma atalhos fica pobre. Isso não é só sobre dinheiro, é sobre sua mente, suas emoções, seus relacionamentos e a sua vida com Deus.
Para mim, planejar bem significa pensar profundo e voltar do objetivo final para os passos diários. Trabalhar com dedicação é viver “coram Deo” — tudo feito sob o olhar de Deus, com excelência e fidelidade, mesmo nas tarefas pequenas e repetitivas. A pressa produz atalhos; atalhos produzem pobreza espiritual, emocional e relacional.
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Chegamos ao fim do ano e eu sei que muita gente encara as férias como sinônimo de "deixar a vida levar". Mas deixa eu ser bem sincero com você: viver no piloto automático é um desperdício de vida.
Descanso não é o fim do trabalho, é o preparo para a próxima estação. Na Bíblia, isso se chama Sabático. Não é apenas parar; é recalibrar. Se a sua alma virou uma "monocultura" ela vai esgotar. Você precisa oxigenar a terra.
Neste vídeo, eu te dou 5 passos práticos e espirituais para você não voltar das férias mais cansado do que entrou. Vamos falar sobre a importância do "tédio" programado, a diferença entre hobby e entretenimento barato, a necessidade de contemplar o belo e como ajustar o eixo vertical com Deus.
Não entre no próximo ano sem margem. Assista, anote e seja intencional.
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Neste vídeo, eu respondo algumas das perguntas mais comuns (e também mais sensíveis) sobre o Natal. Falamos sobre tradição, significado, exageros, distorções e, principalmente, sobre Cristo no centro de tudo.
O Natal não é apenas uma data no calendário, nem um debate raso sobre costumes. É uma oportunidade de refletirmos se Jesus ainda ocupa o lugar que Ele merece no nosso coração, na nossa fé e na nossa rotina.
Que esse final de ano não seja apenas sobre fechar ciclos, mas sobre alinhar o coração. Que você termine o ano com arrependimento onde for necessário, gratidão onde Deus foi fiel e esperança renovada para tudo o que Ele ainda vai fazer.
Feliz Natal!
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Nem todo aplauso ao Evangelho vem de arrependimento. Às vezes, vem de conveniência.
Neste vídeo, eu comento um gesto político que muitos celebraram como algo bonito e histórico, mas que exige discernimento espiritual. A fé cristã nunca precisou de decreto, aprovação institucional ou reconhecimento do Estado para existir. O Evangelho não nasce do poder, ele confronta o poder. Jesus deixou claro que o Seu Reino não é deste mundo, e isso muda completamente a forma como interpretamos certos acenos públicos à fé.
Quando símbolos cristãos são exaltados enquanto valores centrais do Evangelho seguem sendo relativizados, existe uma contradição que não pode ser ignorada. Louvor sem arrependimento vira performance. Fé sem obediência vira estética religiosa. O problema não é cantar louvor em lugares de poder, é governar em oposição aos princípios que esse louvor declara.
Minha oração é para que a Igreja no Brasil tenha maturidade e discernimento. Que não confundamos espaço com alinhamento espiritual, nem microfone com aprovação divina. O Reino de Deus não precisa ser patrimônio cultural; ele precisa ser vivido como verdade absoluta, custe o que custar.
Assista até o final e reflita com sinceridade sobre isso. Que Deus te abençoe.
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