Afleveringen
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Em torno da actuação de Washington face à catástrofe venezuelana, o embaixador Luís de Almeida Sampaio alertou para uma mudança estrutural na política externa norte-americana, sublinhando que a administração Trump representa “uma alteração significativa de uma ordem internacional baseada em regras e valores, por uma ordem internacional baseada em esferas de influência”, considerando que a ajuda humanitária tende a ser instrumentalizada numa lógica geopolítica, ainda que a cooperação internacional permaneça incontornável perante catástrofes de grande escala.
Quanto às primárias democratas em Nova Iorque, onde candidatos progressistas apoiados pelo movimento liderado por Alexandria Ocasio-Cortez venceram adversários mais moderados, os três comentadores concordaram que os resultados não reflectem necessariamente o sentimento do eleitorado americano em geral. João Maria Jonet recordou que Nova Iorque “sempre teve anomalias políticas que não transportam para o país”, contextualizando as vitórias progressistas como um fenómeno circunscrito a um eleitorado muito específico.
O Elefante na Sala foi exibido na SIC Notícias a 27 de junho.
A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.
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Neste episódio de Elefante na Sala, Ricardo Alexandre, Ana Cavalieri e João Maria Jonet analisam as negociações sobre o programa nuclear iraniano e as tensões geopolíticas no Médio Oriente e debatem o sigilo das negociações, o papel da AIEA e as divisões internas nos governos iraniano e norte-americano. Discutem ainda o impacto dos ataques no Líbano no processo negocial, a exclusão do Hezbollah das conversações em Washington e a credibilidade das ameaças de Trump. O episódio termina com a notícia de que o Irão ameaça fechar o Estreito de Ormuz, colocando em risco o acordo em curso. Oiça aqui o programa da SIC Notícias em podcast
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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O primeiro-ministro do Paquistão mostrou-se otimista este fim de semana ao afirmar que um acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão poderia ser alcançado nas próximas 24 horas. No entanto, apesar de as negociações prosseguirem nesse sentido, tudo indica que não será ainda este domingo que as partes chegarão a um entendimento.
Teerão veio entretanto esclarecer que não pretende assinar qualquer acordo a curto prazo e sublinhou que um eventual entendimento se limitará ao fim das hostilidades, excluindo qualquer discussão sobre o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.
Perante estes sinais, o painel deste episódio de Elefante na Sala mostra-se cético quanto à possibilidade de uma paz duradoura. Em cima da mesa estará, no máximo, a hipótese de um acordo minimalista, centrado na reabertura do Estreito de Ormuz e na redução imediata das tensões.
Esta semana, Ana Cavalieri e João Maria Jonet recebem Orlando Simões, analista de política internacional, para avaliar os mais recentes desenvolvimentos. Estaremos finalmente a aproximar-nos de uma paz entre os dois países?
Num início de verão marcado pelo Mundial de 2026, que terá os Estados Unidos como um dos países anfitriões, o mundo continua a revelar profundas divisões. “O futebol no Irão está historicamente associado a setores da sociedade que não simpatizam com o regime, e Donald Trump não tem ninguém à sua volta que o informe disso”, observa, com ironia, o convidado desta semana.
O programa analisou ainda as alegações de fraude eleitoral feitas por Trump relativamente às eleições em curso na Califórnia. Trump, o conflito com o Irão e o futebol em debate: ouça aqui o episódio de Elefante na Sala, emitido na SIC a 13 de junho.
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A relação entre Trump e Netanyahu atravessa um momento de tensão crescente, com interesses eleitorais divergentes a colocar os dois líderes em rota de colisão. Daniel Pinéu considera que Netanyahu continuará a fazer aquilo que bem entende, ignorando as pressões americanas enquanto elogia publicamente Trump. João Maria Jonet alerta para a queda abrupta da popularidade de Israel a nível mundial, incluindo nos próprios Estados Unidos, onde mais de 60% dos americanos já têm uma opinião negativa do estado israelita. Ana Cavalieri sublinha que os benefícios estratégicos da aliança com Israel continuam a condicionar qualquer movimento mais drástico por parte de Washington. Nas eleições intercalares americanas, os democratas surgem com vantagem nas sondagens, mas enfrentam desafios na escolha de candidatos e um mapa eleitoral desfavorável no Senado. A economia e a inflação, agravadas pela tensão no estreito de Ormuz, prometem dominar a campanha e fragilizar os republicanos. Ouça a análise de Ana Cavalieri, João Maria Jonet e do convidado Daniel Pinéu, no Elefante na Sala em podcast, emitido na SIC Notícias 6 de junho.
* A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa
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Neste episódio do Elefante na Sala, Ana Cavalieri, João Maria Jonet e Jorge Botelho Moniz analisam os efeitos da governação de Donald Trump no mundo. Debruçaram-se sobre as negociações entre Washington e Teerão, sublinhando as posições contraditórias de ambas as partes e a improbabilidade de um acordo nuclear. Discutiram ainda o impacto político interno de Trump, incluindo sondagens desfavoráveis, dificuldades em cumprir promessas eleitorais e os desafios do Partido Republicano nas eleições intercalares. Oiça aqui em podcast
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Enquanto as negociações com o Irão se arrastam sem resolução, Donald Trump suspende os ataques a pedido dos países do Golfo, gerando ceticismo sobre a sua estratégia e desilusão no povo iraniano que esperava apoio concreto. Sanaz Zadegan, a convidada deste episódio, que tem ligações diretas ao país, revela um quotidiano de checkpoints militares, internet cortada e compras a prestações.
Ana Cavalieri alerta para o risco de as facções mais radicais da Guarda Revolucionária saírem reforçadas caso Trump recue sem garantir os objetivos essenciais para Israel e para a região e João Maria Jonet destaca a desatenção do presidente americano, mais focado em derrotar adversários internos nas primárias republicanas do que em resolver um conflito com impacto global, enquanto o Senado aprova pela primeira vez uma resolução limitando os poderes de guerra do presidente. O Facto Político foi emitido na SIC Notícias a 23 de maio.
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Quem saiu mais forte da cimeira histórica entre EUA e China? João Maria Jonet, Ana Cavalieri e Luís Mah analisam a visita de Donald Trump à China, o impacto na relação entre as duas potências e o papel de Taiwan e do Irão, no Elefante na Sala em podcast. Na emissão deste sábado esteve em destaque visita de Donald Trump à China e às suas implicações para a relação entre as duas potências. O debate contou com a participação de João Maria José, Ana Cavalieri e do professor de Desenvolvimento Global no ISCTE, Luís Mah, e centrou-se na questão de qual das duas potências saiu mais reforçada da cimeira. O Elefante na Sala foi emitido a 16 de maio na SIC Notícias.
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Ana Cavalieri, João Maria Jonet e o eurodeputado Tiago Moreira de Sá dissecaram uma semana de diplomacia à beira do caos: a visita do Secretário de Estado norte-americano Marco Rubio ao Vaticano e à Itália, a retirada de tropas americanas da Alemanha e as tensões crescentes em torno do programa nuclear iraniano. No centro do debate esteve a solidez — ou fragilidade — da relação transatlântica na era Trump, com os comentadores a divergirem sobre se a administração americana representa uma ameaça estrutural à democracia liberal ou uma pressão necessária sobre elites europeias que, segundo alguns, perderam o contacto com a realidade geopolítica. A reunião iminente entre Trump e Xi Jinping foi apontada como um momento decisivo na guerra de influência entre as duas superpotências que, segundo Tiago Moreira de Sá, “definirá as próximas décadas da ordem mundial”.
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Esta semana, o Rei Carlos III protagonizou uma visita aos Estados Unidos que chamou a atenção pelo tom crítico - e marcado pelo humor britânico - de um discurso proferido na Casa Branca, com referências às decisões de Donald Trump. O discurso levanta questões sobre o estado das relações entre os dois membros históricos da NATO: trata-se de um contributo para o diálogo internacional ou de um sinal de crescente distanciamento entre velho aliados?
“O Rei Carlos III está hoje mais à esquerda do que muitos líderes europeus”, afirma João Maria Jonet. A ele juntam-se Ana Cavalieri e o comentador da SIC Daniel Pinel para analisar o tema e discutir também uma recente decisão do Supremo Tribunal de anular o Mapa de Louisiana, que alguns interpretam como uma tentativa de reduzir a representatividade de afro-americanos no Congresso, com possíveis impactos no processo democrático.
Ouça aqui o ‘Elefante na Sala’, emitido na SIC Notícias a 2 de maio.
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A guerra com o Irão continua a dominar a agenda política internacional, com impactos crescentes na popularidade de Donald Trump a nível interno. No Elefante na Sala em podcast, Ana Cavalieri, João Maria Jonet e o convidado Riccardo Marchi, investigador especialista em política da Europa contemporânea, analisam as consequências do conflito iraniano na administração Trump, com particular destaque para as divisões dentro do movimento MAGA e do Partido Republicano, o papel de JD Vance nas negociações e o afastamento progressivo de líderes da direita radical europeia, como Giorgia Meloni, em relação a Donald Trump. O Elefante na Sala foi emitido a 26 de abril na SIC Notícias.
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O Irão anunciou que retomou o controlo total do Estreito de Ormuz, após acusar os Estados Unidos de “pirataria” devido ao bloqueio a embarcações iranianas. Segundo o comando militar Khatam Al-Anbiya, a via estratégica permanecerá sob gestão rigorosa até que seja restabelecida a liberdade de navegação para navios iranianos. A decisão surge num momento de tensão crescente, apesar de Teerão ter começado a reabrir parcialmente o seu espaço aéreo, permitindo voos internacionais no leste do país e reativando alguns aeroportos, embora muitas rotas ainda evitem a região. Paralelamente, o primeiro-ministro do Paquistão concluiu uma missão diplomática por Turquia, Arábia Saudita e Qatar, defendendo diálogo para travar o conflito entre EUA, Israel e Irão. Apesar de declarações otimistas de Donald Trump sobre um acordo próximo, líderes iranianos já tinham alertado que o bloqueio americano levaria ao fecho do estreito — cenário que agora se concretiza.
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João Maria Jonet defende que o presidente dos Estados Unidos da América encontra-se numa posição de fraqueza negocial, argumentando que “Trump procura muito um acordo, talvez mais do que os iranianos, o que é surpreendente, tendo em conta que os iranianos têm de facto sofrido muito”. O comentador sublinhou ainda que o presidente norte-americano terá entrado prematuramente numa fase de “lame duck”, desperdiçando capital político antes mesmo das eleições intercalares.
Ana Cavalieri contrapôs com uma leitura mais estratégica da posição americana, destacando que as linhas vermelhas apresentadas pelo Irão omitem deliberadamente os pontos mais sensíveis para Washington: o programa nuclear e os mísseis balísticos, o que poderá sinalizar margem de manobra negocial. “Se Trump não conseguir o compromisso de haver uma redução, para não dizer eliminação, de mísseis balísticos, isso também precisa de haver um controlo”, afirmou a comentadora, apontando ainda para a importância da próxima cimeira com Xi Jinping. Jorge Botelho Moniz alertou, por sua vez, para o papel potencialmente disruptivo de Israel, defendendo que qualquer acordo exigirá uma “teoria da vitória flexível” para ambas as partes. O programa foi exibido na SIC Notícias a 11 de abril.
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Neste episódio do "Elefante na Sala", João Maria Jonet, Ana Cavalieri e o convidado Alexandre Guerra analisam a estratégia militar dos Estados Unidos no conflito com o Irão, questionando se Donald Trump está a receber informação fidedigna sobre o verdadeiro estado da guerra, e o que seria necessário para declarar vitória.
Entre dúvidas sobre o processo de decisão na Casa Branca, a lealdade cega das equipas de Trump, a capacidade de resposta do Irão e as implicações geopolíticas para o Estreito de Ormuz e para a Europa, o painel debate os objetivos militares e estratégicos desta intervenção, o seu enquadramento histórico desde a era Clinton, e os riscos de uma escalada sem plano de saída definido.
O Elefante na Sala foi emitido na SIC Notícias.
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O impacto da liderança de Donald Trump no tabuleiro internacional volta a protagonizar o debate, desta vez com foco no recente conflito envolvendo os Estados Unidos e o Irão. Com as negociações anunciadas por Trump mas negadas por Teerão, a possibilidade de um acordo parece cada vez mais remota, e a tensão militar cresce em ritmo acelerado. À mesa, Ana Cavalieri, João Maria Jonet e o convidado especial Rui Henrique Santos, investigador do Instituto Português de Relações Internacionais, destrincharam as ambiguidades da estratégia americana, a dualidade entre diplomacia e envio de tropas ao Médio Oriente e o fantasma de uma invasão iminente. “Trump está só a ganhar tempo para o ataque final, como avança a imprensa?”, questiona o moderador. A análise passa ainda pela “idiotização da política externa”, nas palavras de Rui, que acusa o presidente dos Estados Unidos de fugir à complexidade em favor de decisões “de baixa complexidade conceptual”.
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A guerra continua no Irão, começando agora a quarta semana de conflito. EUA e Israel bombardeiam o país, apesar de já ter passado o tempo que Trump tinha previsto para derrubar Teerão. No Elefante na Sala em podcast, Ana Cavalieri, João Maria Jonet e a convidada Lídia Pereira, eurodeputada do PSD, analisam os desenvolvimentos na guerra e as consequências a nível mundial, com particular destaque para as a segurança energética europeia, as relações transatlânticas e os impactos económicos. O Elefante na Sala foi emitido a 21 de março na SIC Notícias.
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Neste episódio de Elefante na Sala, João Maria Jonet recorda a tragédia do ataque com mísseis a uma escola feminina no sul do Irão, que terá provocado cerca de 175 mortos. Trata-se de uma das maiores catástrofes humanas desde o início da guerra no país, amplamente condenada pela ONU por violar o direito internacional.
Mas as consequências do conflito não são apenas humanas — são também económicas. Com a continuação da instabilidade no Estreito de Ormuz, os preços dos combustíveis voltam a subir e, para já, não se vislumbra uma solução para a crise.
“Pete Hegseth fala da guerra como se fosse uma criança de 14 anos a jogar Call of Duty. É uma pessoa muito pouco qualificada”, comenta Jonet, referindo-se ao secretário da Defesa dos Estados Unidos.
Esta semana, exploramos a complexidade da instabilidade no Estreito de Ormuz e as consequências globais da escalada militar, mas também a comunicação da Casa Branca, as pressões internas nos Estados Unidos e o papel da Rússia neste cenário cada vez mais tenso.
Aos comentadores habituais, Jonet e Ana Cavalieri, junta-se Bernardo Valente, investigador de relações internacionais. Ouça aqui o programa em podcast. Esta emissão foi transmitida na SIC Notícias a 14 de março. Asinopse deste episódio foi gerada com apoio de IA, saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa a partir deste link.
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Nas últimas 72 horas, o conflito no Irão intensificou‑se com novos ataques e escalada regional. Neste sábado de Elefante na Sala em podcast, com Ana Cavaliei, João Maria Jonet e o convidado Ricardo Costa, os EUA e Israel mantiveram operações militares, enquanto o Irão pediu desculpa aos países vizinhos após drones e mísseis terem provocado danos, incluindo a queda de um drone perto do aeroporto do Dubai. Os EUA evacuaram milhares de cidadãos em voos charter devido ao agravamento da situação. Em Portugal, registaram‑se protestos contra o uso da Base das Lajes nas operações militares relacionadas com o ataque ao Irão. Paralelamente, fontes internacionais citadas por meios portugueses indicam que o conflito poderá prolongar‑se várias semanas, à medida que Israel continua a lançar ataques de grande escala e o Irão mantém retaliações na região do Golfo. O Elefante na Sala foi emitido a 07 de março na SIC Notícias.
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Neste episódio do “Elefante na Sala”, João Maria Jonet, Ana Cavalieri e o convidado Nuno Gouveia analisam o regresso do caso Epstein ao centro do debate político, impulsionado pela investigação ao ex‑príncipe André e por novos ficheiros, bem como o impacto da decisão histórica do Supremo Tribunal que travou as tarifas de Donald Trump.
Entre suspeitas de encobrimento, fragilidades institucionais e o desgaste económico que ameaça o presidente nas vésperas das midterms, o painel retrata um momento crítico para a liderança de Trump e para a confiança dos americanos no sistema político e judicial.
O Elefante na Sala foi emitido na SIC Notícias em 21 de fevereiro de 2026.
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Neste episódio do Elefante na Sala, Ana Cavaliere, Luís Ribeiro e Rui Tavares analisam minuciosamente os impactos da reunião entre Trump e Benjamin Netanyahu na Casa Branca, que acontece no encalço das negociações delicadas entre os Estados Unidos e o Irão sobre o programa nuclear iraniano. Os comentadores abordam ainda o escândalo Epstein, com suas ramificações políticas e sociais.
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Em Minneapolis a situação continua tensa, com o aumento de violência nas ruas e descontentamento após a morte de Alex Pratti. Será que o ICE está a tornar-se numa força paramilitar? Para Orlando Samões, da Universidade Católica, o abuso de poder por alguém que usa farda parece expectável e até “bom” do ponto de vista moral, mas ressalva que a atuação do ICE está “muito na dúvida da ilegalidade”.
Essa imparcialidade na atuação e nas investigações das lideranças do ICE foi um dos centros deste debate que aprofundou também as consequências constitucionais da abordagem escolhida pelo executivo de Trump e as reações dos opositores democratas, incluindo a ameaça de um shutdown parcial para travar o financiamento da agência. Ana Cavalieri sublinhou a robustez do sistema judicial americano, referindo que “existe um sistema constitucional robusto que tem dado às pessoas cujos direitos têm sido violados soluções para processar as autoridades e para fazer valer os seus direitos”. O programa foi exibido na SIC Notícias a 31 de janeiro.
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