Afleveringen
-
Miguel Sousa Tavares analisa o Mundial com criticas para "a fraca prestação" da seleção (...) não os transformem em heróis", para Ronaldo, "a quem Portugal deve muito" e para o ex-treinador: "quem recua perante o estatuto de um jogador não é um selecionador". Não faltam recados para Montenegro que foi a 3 jogos, acusado de dar a ideia "que não tem nada que fazer". Já para os ministros marcados por temas de atualidade, a conclusão é outra. O cronista entende que, no caso das obras do MAI, "estão a tentar desfazer uma pessoa com provas dadas" e sobre a polémica em torno dos exames de Educação, diz que se trata de um sistema "indiscutivelmente melhor do que aquele que existe" e que o ministro não é responsável pela falha informática.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Sousa Tavares diz que a escolha de Sebastião Bugalho para porta-voz do PSD, depois da adesão ao partido, "acabou com tudo o que havia de liberdade intelectual e política naquele jovem". Era uma "estrela em ascensão" e "desceu" à política. Sobre a intervenção em relação aos novos dados do INE, defende que as responsabilidades deveriam ser exigidas ao instituto e não aos antigos governantes socialistas. Quanto à notícia do Expresso sobre o chumbo nos esqueletos das Lajes, considera que "é mais do que um crime ambiental", pode ser "um homicídio involuntário e o Governo dos EUA tem de responder e as pessoas indemnizadas", mas aposta que o Governo português "nada fará". A Força Aérea portuguesa não escapa às críticas pelo pastoreio junto ao terreno da base, "isto parece a guerra do Solnado, é uma coisa de anedota". "É Portugal no seu melhor", acrescenta, "vale a pena imaginar uma anúncio: "compre os bifes da FA da base das Lajes".
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Zijn er afleveringen die ontbreken?
-
“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses. Por outro lado, o Irão ensinou ao mundo uma coisa muito importante: a proximidade a um estreito, mesmo que seja em águas internacionais, é uma arma tremenda”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua crónica no semanário. O cronista considera que o conflito no Médio Oriente deixou consequências globais e destaca o estreito de Ormuz como fator estratégico, apontando também sinais de possível negociação entre Rússia e Ucrânia, mas sem um mediador claro.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.
Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.
Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Num mundo em mudança, a direita está a transformar-se e a fragmentar-se. Em À Direita, Teresa Nogueira Pinto conduz uma série de entrevistas para perceber que causas unem e que clivagens dividem as várias direitas, que ideias defendem e como pensam o futuro. A reflexão sobre um campo político cada vez mais determinante. De quinze em quinze dias, ao sábado de manhã, no Expresso e em todas as apps de podcast.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai substituir?", o caos "impensável" no aeroporto de Lisboa, a falta de reformas do Governo e as criticas de Passos Coelho: "Uma pessoa que geriu tão bem o silêncio, deu cabo dessa imagem". Falamos das Praias, na Arrábida e não só, "Só espero que não se transformem numa batalha campal" e acabamos a falar de Trump que se terá enfurecido com o amigo israelita
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT").
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares volta a olhar para o mundo perante Trump e elogia os países que já admitem tratar-se de um "inimigo da Europa". Sobram criticas para a política externa portuguesa que "envergonha". O tom das discussões na AR também merece reparos ao cronista e não só na bancada do Chega. Falamos ainda das propostas do MP para reformar o processo penal, "sem o mínimo de autocrítica" e da conquista do campeonato pelo FC do Porto, com aplausos para treinador e presidente.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a subida dos preços e encontrou um pretexto para suspender a guerra. Não faltam críticas às indemnizações da Igreja portuguesa às vitimas de abusos, "os nossos bispos perderam a vergonha" e um olhar para o ensaio de Cavaco Silva de onde destaca o recado sobre as forças populistas, "Montenegro vai na direção errada se acha que o Chega é um parceiro confiável. Boa sorte!"
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou na quinta-feira o segundo maior excedente orçamental em democracia, de 0,7%, muito acima das previsões de 0,3% do Governo. “Absolutamente histórico”, disse o ministro das Finanças, e “positivo”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua mais recente crónica no semanário.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares comenta os dias da guerra no Médio Oriente, o impacto "brutal" para Portugal e para a Europa que "começa finalmente a acordar" e sublinha que "o maior inimigo da Europa está nos EUA". Falamos ainda do impasse da eleição para órgãos de soberania na AR. O cronista deixa uma proposta e um desafio a Seguro
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não há saídas fáceis para os EUA perante o conflito. Em relação ao processo Marquês, sobram criticas para o Ministério Público e para os magistrados que criaram os mega processos.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo Rangel por causa das Lajes e não só: "Os EUA estão a utilizar a base à revelia das condições que o governo português impôs e o Governo aceita". O cronista deixa elogios à politica externa de Espanha da qual confessa sentir "inveja", lança uma questão a José Luís Carneiro e conclui o podcast a lembrar a obra de António Lobo Antunes.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI. O cronista, que se assume como amigo do ex-diretor da PJ, elogia a coragem de Luís Neves e contesta as críticas que diz não perceber, como é o caso das palavras de Passos Coelho, “a pitonisa do Governo nestas alturas”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma Regionalização tivesse trazido melhores respostas face às intempéries. E se o país avançar nesse caminho, sem novo referendo, Sousa Tavares considera tratar-se de "uma golpada democrática". E espera para ver "como o novo PR vai evoluir nessa matéria"
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negativa. Sobre o PM, entende que "não seria mais útil no terreno". O cronista diz que o discurso "populista" de Ventura terá rendido votos.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?
See omnystudio.com/listener for privacy information.
-
Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já decidiu, mas deixa um reparo.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
- Laat meer zien