Afleveringen
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A análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro à derrota de Portugal contra a Espanha marca este episódio. Ao contrário do que o selecionador disse, a equipa nacional não nivelou o encontro, repetiu problemas e opções injustificáveis e, sem pisar umas meias-finais de Mundial ou Europeu há uma década, deixa dúvidas que vão além de quem se senta no banco. Emissão conduzida por Pedro Barata
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A Espanha desceu de nível em relação ao Euro 2024. Ainda assim, tem mais variedade de jogo do que Portugal. Atenção ao duelo entre Nuno Mendes e Lamine Yamal, que pode ser a chave da eliminatória. O jogo pede a titularidade de Gonçalo Ramos, algo que só aconteceria num mundo em que Roberto Martínez não fosse selecionador nacional. Eis a antevisão de Tomás da Cunha e Rui Malheiro ao duelo ibérico dos oitavos de final do Campeonato do Mundo
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Depois de um jogo feio, que opôs França e Paraguai na batalha de Filadélfia, está aí o melhor dia da competição. Numa tentativa de se reconciliar com a história, a Inglaterra visita o local onde foi tramada por Maradona em 1986. Desta vez, vai defrontar o país organizador no qual o Mundial mais se sente e logo diante dos adeptos da casa, em altitude e após agitação logística. Fique com o olhar de Rui Malheiro e Tomás da Cunha sobre os mais recentes desenvolvimentos da competição
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O Mundial 2026 deixou-nos uma certeza: Cabo Verde. Os Tubarões Azuis promoveram a superação, a resiliência e todos aqueles valores que parecem clichê, mas que, neste caso, foram aplicados com o maior rigor. Ainda assim, foi a Argentina a seguir para os oitavos de final, fase onde a França quer dar seguimento à marcha triunfante. Eis a análise de Rui Malheiro e Tomás da Cunha
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Sem olhar aos estatutos, o treinador substituiu Cristiano Ronaldo e viu Gonçalo Ramos marcar o golo que apurou a seleção para os oitavos de final do Mundial. Ao mesmo tempo, estabilizou o corredor central com a entrada de Rúben Neves. Rui Malheiro e Tomás da Cunha consideram que, para os padrões minimalistas, o taticismo do espanhol foi relevante. Ainda assim, num torneio onde os alas se estão a impor mais do que os médios, um Portugal deslumbrante é para esquecer. Para continuar a seguir em frente, a emoção terá que ser tida em conta. E é aí que Diogo Jota pode entrar
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Em Toronto, Portugal terá pela frente uma equipa cirúrgica com bola, que quererá levar o jogo para a monotonia. E sem medo do prolongamento, que a seleção nacional deverá evitar. Frente aos croatas, Cristiano Ronaldo terá um jogo mais ao seu jeito do que no duelo com a Colômbia. Anular Modric será essencial, tal como Portugal marcar primeiro. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha, emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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O ataque francês é demolidor, a defesa está a melhorar e por isso fica a questão: quem pode parar a seleção gaulesa? Noruega bateu a Costa do Marfim, mas ambas as equipas mereciam ficar num Mundial que finalmente está a ver o talento do mexicano Gilberto Mora. Inglaterra não deverá ter, frente à RD Congo, as mesmas dificuldades que encontrou com o Gana e o Bélgica-Senegal pode ser um dos jogos mais equilibrados dos 16 avos. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha, emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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Três jogos emocionantes, dois desempates por penáltis, uma grande surpresa, um encontro a terminar quando já era quase de manhã em Portugal. O primeiro dia cheio dos 16 avos de final foi vibrante, com Marrocos a confirmar a sua competitividade, o Paraguai a acentuar a crise da Alemanha e Ancelotti a ajudar o Brasil a dar a volta ao Japão. Análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro, emissão conduzida por Pedro Barata
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Foi com o África do Sul-Canadá que arrancou a fase a eliminar do Mundial 2026, mas os jogos mais empolgantes, pelo menos no papel, começam esta segunda-feira, com o Brasil-Japão, o Alemanha-Paraguai e, principalmente, concordam Rui Malheiro e Tomás da Cunha, o confronto entre neerlandeses e marroquinos, um duelo de “50-50”. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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A seleção foi banalizada pela Colômbia e teve de se contentar com o segundo lugar no grupo K do Mundial 2026. Portugal não se protegeu, defendendo com bola, e acabou manipulado pelas intenções dos sul-americanos. O discurso exageradamente positivo de Roberto Martínez esconde equívocos que podem ser ainda mais penalizadores na fase a eliminar. Para já, a equipa nacional não está na rota do título. Eis a análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro
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Roberto Martínez deu o derradeiro jogo da fase de grupos como prazo para Portugal atingir o pico do rendimento. De facto, será a altura certa para a melhor versão da equipa nacional aparecer. O primeiro lugar do grupo K depende de uma vitória contra os sul-americanos, posto que tem óbvias vantagens logísticas. A Colômbia está à vontade no Mundial 2026 e vai obrigar o selecionador a recorrer à veia tática. Eis a antevisão de Tomás da Cunha e Rui Malheiro
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O inesperado é o normal do Mundial 2026. Dúvidas? O Equador surpreendeu a Alemanha e apurou-se para as eliminatórias partindo da crosta defensiva e guiando-se por uma crença capaz de derrubar um adversário imponente. Atenção ao Noruega-França, que podia ter outro tempero, mas será um dos jogos mais relevantes desta fase do torneio. Além disso, Cabo Verde decide o futuro na competição e vai tentar fazer história em cima de história. Fique com a análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro
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O técnico italiano termina a fase de grupos com uma equipa a deixar uma imagem bem melhor do que no arranque do Mundial, já com um cheirinho de Neymar e, sobretudo, com o seu mais efetivo atacante em grande. Tomás da Cunha e Rui Malheiro analisam ainda o aparecimento de Manzambi, o excelente nível do México e o há direito a elogios para o Haiti. Emissão conduzida por Pedro Barata
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Frente ao frágil Usbequistão, Portugal conseguiu criar pelos três corredores, juntando também verticalidade ao seu jogo. Tirularidade de João Félix e a recuperação de Nuno Mendes ligaram a equipa, mas a transição defensiva continua a não convencer. Houve goleada, mas Rui Malheiro e Tomás da Cunha alertam que o Mundial da seleção nacional vai começar verdadeiramente frente à Colômbia. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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Na sequência do empate a abrir, Portugal busca a primeira vitória no Mundial. Com a promessa de mexidas no onze, resta saber se a seleção será capaz de mostrar um futebol não tão dependente de cruzamentos. Tomás da Cunha, Rui Malheiro e Diogo Pombo, o enviado da Tribuna Expresso a Houston, antecipam o que poderá suceder na segunda jornada do grupo. Emissão conduzida por Pedro Barata
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Dois jogos, dois empates contra antigos campeões do mundo, a passagem à fase a eliminar como hipótese cada vez mais real. Os tubarões azuis vão-se afirmando como surpresas do torneio e merecem elogios de Tomás da Cunha e Rui Malheiro, que destacam a boa imagem de Espanha contra a Arábia Saudita e o choque de estilos que veremos no duelo entre Argentina e Áustria. Emissão conduzida por Pedro Barata
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Mesmo com vitórias e a marcar golos, neerlandeses e alemães mostraram debilidades no processo defensivo que poderão ser fatais neste Mundial. Na Alemanha, destaque para o impacto de Deniz Undav a saltar do banco e a candidatar-se à titularidade. Depois de anular Espanha, Cabo Verde volta a campo para enfrentar o ritmo frenético de uma seleção do Uruguai a precisar de pontos. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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Os Estados Unidos apareceram frescos no seu Mundial e já estão na fase a eliminar. Frente ao Haiti, o Brasil encontrou uma situação ideal para os seus avançados brilharem, no 3-0 ao Haiti. Alemanha-Costa do Marfim pode ser um dos mais divertidos jogos da fase de grupos. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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A Suíça bateu a Bósnia com Manzambi a sair do banco para revolucionar o jogo, numa jornada que nos deu o primeiro apurado para a fase a eliminar, o México. Carlo Ancelotti deverá fazer mudanças no onze para o jogo com o Haiti, mas nem todas as que deveria fazer. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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Foi uma seleção nacional previsível a que defrontou a RD Congo, com abuso do jogo exterior e carente de criatividade, pecados aos quais se soma a conhecida fragilidade defensiva. Neste episódio, Rui Malheiro e Tomás da Cunha analisam a estreia portuguesa no Mundial 2026 e apontam caminhos para, no futuro, a equipa chegar ao crescimento que Martínez promete, mas não cumpre.
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