Afleveringen
-
Gonçalo Capitão é deputado na Assembleia da República e adepto fervoroso da Académica de Coimbra. Neste episódio partilha a ligação familiar ao clube, aborda momentos históricos marcantes, como a final da Taça de 1969 e a vitória na Taça de Portugal em 2012. Gonçalo Capitão revela ainda uma história inédita sobre a contratação de André Villas-Boas, e afirma confiança no futuro do clube.
-
Filipa Galrão, adepta apaixonada do Benfica, partilha a sua ligação emocional ao clube desde a infância, influenciada pela família, pelas primeiras idas ao Estádio da Luz e por memórias inesquecíveis. Fala sobre rituais supersticiosos, o futebol feminino e jogos memoráveis no estrangeiro. Apesar dos momentos difíceis recentes, mantém esperança e otimismo, celebrando o Benfica como símbolo de identidade, comunidade e paixão partilhada.
-
Zijn er afleveringen die ontbreken?
-
A apresentadora Tânia Ribas de Oliveira é antiga ginasta do Sporting, o clube com que tem uma profunda ligação ao clube. Neste episódio, Tânia recorda as memórias dos anos em que treinou no ginásio do antigo estádio, a importância do desporto na formação pessoal, as emoções nos jogos e a alegria do bicampeonato com Ruben Amorim.
-
Toy é um adepto apaixonado do Vitória de Setúbal e neste episódio partilha a sua ligação familiar ao clube, recorda momentos históricos como a vitória por 4-0 sobre o Spartak de Moscovo e conquistas como três Taças de Portugal e a primeira Taça da Liga. O cantor reflete ainda sobre a identidade antifascista de Setúbal e a centralização do futebol português nos grandes clubes.
-
A humorista Luana do Bem é uma apaixonada adepta do FC Porto criada no Alentejo. À conversa com Pedro Ribeiro revela a sua ligação ao clube, desde os primeiros ídolos como Deco e Vítor Baía até às memórias da conquista da Taça UEFA e da Liga dos Campeões. Uma conversa divertida, com muitas histórias.
-
Ana Garcia Martins, conhecida como "A Pipoca Mais Doce", partilha a profunda paixão pelo Benfica, herdada da família e transmitida aos filhos. Entre memórias de infância no antigo Estádio da Luz, rituais de jogo, superstições e momentos marcantes de alegria e desgosto, Ana revela como o benfiquismo molda a sua identidade e emoções.
-
Numa conversa sobre o amor pelo Sporting, Vasco Palmeirim partilha memórias da infância no antigo estádio de Alvalade, recorda ídolos como Balakov e Figo e deixa elogios a Rúben Amorim. Na conversa com Pedro Ribeiro, Vasco aponta o que torna o Sporting único: a resiliência e a fé inabalável dos seus adeptos.
-
Jorge Lopes, empresário de espetáculos e sócio do FC Porto há 49 anos, partilha a sua paixão pelo clube numa conversa onde são recordados os momentos históricos do clube e é destacada a recente conquista do campeonato, depois de três anos de espera. Jorge sublinha ainda o impacto de André Villas-Boas na presidência do clube e o papel motivador de Jorge Costa no FCP
-
Jaume Prada, músico catalão e fervoroso adepto do FC Barcelona explica que o clube representa muito mais do que futebol: é um símbolo da identidade e resistência catalã, especialmente durante a ditadura franquista. O musico que vive há 30 anos em Portugal leva-nos numa viagem pelas rivalidades, jogadores icónicos e momentos marcantes do Barça.
-
O humorista Ricardo Araújo Pereira, benfiquista ferrenho, partilha memórias pessoais, momentos marcantes e episódios humorísticos, que marcam a sua paixão incondicional pelo clube. Na conversa com Pedro Ribeiro há reflexão sobre a identidade benfiquista e são abordado temas como racismo no desporto, superstições de adepto e a importância da comunidade.
-
Kika Nazareth, jogadora de futebol feminino, partilha a sua ligação profunda ao Benfica, as memórias de infância, a influência do pai, o início da carreira, desafios emocionais e a experiência de jogar e torcer pelo clube. Um episódio que destaca a dimensão humana e afetiva do desporto, e mostra como o Benfica representa identidade, pertença e amor incondicional para Kika.
-
Artur Melo é o sócio número 4 e adepto histórico Futebol Clube de Auroca. Neste novo episódio, Artur partilha memórias pessoais e relatos da evolução do clube, desde os tempos difíceis de antigamento até à ascensão à Primeira Liga e às competições europeias. Uma conversa com Pedro Ribeiro que aborda a ligação emocional ao Arouca, a importância da comunidade e a resiliência dos arouquenses, celebrando o orgulho e a dedicação ao clube ao longo de várias décadas.
-
Cantor e compositor, João Pedro Pais traz a este episódio a paixão pelo Belenenses. Recorda jogadores históricos, momentos marcantes e a ligação afetiva ao estádio do Restelo. Na conversa com Pedro Ribeiro, o artista partilha histórias de infância, experiências como adepto e a esperança no regresso do Belenenses ao topo.
-
Diogo Clemente, músico e sportinguista, senta-se com Pedro Ribeiro para uma conversa intimista sobre a paixão pelo seu clube. Partilha memórias de infância, objetos vintage do clube, histórias familiares e reflexões sobre a evolução do futebol e dos adeptos. Um episódio com emoção, nostalgia e amor pelo Sporting.
-
Ator e adepto fervoroso do Benfica, Jorge Corrula partilha memórias da infância, a influência das amizades no seu benfiquismo, experiências nas bancadas e a importância das tradições familiares. Na conversa com Pedro Ribeiro, o ator explica a forma como o futebol molda identidades e emoções. Um episódio que celebra o amor irracional pelo clube e a força das memórias que unem gerações de adeptos.
-
Rui Reininho, músico e portista assumido, partilha memórias e histórias sobre a sua ligação ao FC Porto. Recordações de infância, rituais de adepto, experiências em estádios e reflexões sobre a cultura futebolística do Porto, numa conversa com Pedro Ribeiro em que Reininho destaca a paixão pelo clube, a relação com outros adeptos e jogadores, e o impacto do futebol na sua vida pessoal e artística.
-
Júlio Isidro, comunicador e histórico radialista, é o convidado de Pedro Ribeiro numa conversa em que revisita mais de sete décadas de ligação ao Sporting Clube de Portugal, cruzando futebol, memória, rádio e uma forma muito própria de estar na bancada.
Sportinguista por herança paterna, Júlio Isidro fala de um futebol que já não existe, vivido de gravata e chapéu, de elétrico até ao Campo Grande, de jogadores que iam para o jogo como quem ia trabalhar e de uma paixão que nunca precisou de violência para ser intensa.
- Laat meer zien