Afleveringen

  • Em 2026 a Agência Pública completou 15 anos de existência, e marcou a data com o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, realizado em março, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.

    Aqui no Pauta Pública, preparamos episódios especiais com uma versão editada de cada conversa. Neste episódio, o último da série, o debate foi mediado pelo chefe de redação da Pública, Bruno Fonseca. Na mesa, Carol Pires, jornalista, roteirista e apresentadora do podcast Duas e Tanto; Elaine Silva, sócia-diretora do portal Alma Preta; e Eugênio Bucci, conselheiro da Agência Pública e professor da ECA-USP. Em pauta, o presente e o futuro do jornalismo.

    Ouça o episódio e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta volta à programação normal.

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  • As bets, ou apostas online, são hoje um dos principais fatores de endividamento dos brasileiros. Anúncios de plataformas de apostas dominam as redes sociais, as transmissões esportivas e os perfis dos influenciadores e celebridades. Apenas em 2024, mais de 2 bilhões de reais foram investidos na compra de mídia para esse setor, segundo dados do Kantar Ibope Media. E o prejuízo não é apenas financeiro: o vício em apostas já é considerado pela OMS um problema de saúde pública, levando a quadros de depressão e até mortes. É o caso de Rafael, um jovem de apenas 26 anos que tirou a própria vida em 2024, depois de se ver afundado no vício em apostas. Neste episódio especial do Pauta Pública, você vai ouvir o relato de Vânia de Souza Borges, mãe de Rafael. Ela conta a angústia de ver a vida de seu filho se transformar e a luta que travou para tentar salvá-lo, enquanto anúncios e influenciadores prometiam ganhos inalcançáveis.

    A entrevista foi feita por Thiago Domenici, com a colaboração do Ed Wanderley. Ouça agora.

    E mais:
    A Pública acaba de lançar o especial O Brasil das Bets. Uma série que só foi possível por causa do apoio dos nossos aliados e aliadas, que escolheram acreditar que algo pode e precisa ser feito. Você pode acompanhar estas reportagens no site da Pública e também apoiar o nosso trabalho por este link. Contamos com seu apoio.

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  • Zijn er afleveringen die ontbreken?

    Klik hier om de feed te vernieuwen.

  • O pedido de recontagem de votos na eleição presidencial da Colômbia e a aproximação do provável novo governo com os Estados Unidos se somam a um cenário de instabilidade política na América do Sul. Governos em crise e processos eleitorais conturbados marcam a ascensão de novos nomes da extrema direita em uma região que é historicamente marcada pela presença de governos de esquerda e centro-esquerda.

    Em ano eleitoral no Brasil, as atenções também se voltam para o país, que enfrenta entraves políticos e econômicos na relação com o governo norte-americano. Para traçar um panorama dos principais acontecimentos no continente, o Pauta Pública recebe Flavia Loss de Araújo, doutora pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP) e professora do Centro de Estudos das Negociações Internacionais (CAENI).

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  • Episódios disponíveis às quartas-feiras, a partir de 24/06
    A Operação Lava Jato, iniciada em 2013, mudou o rumo da política brasileira, mas deixou um rastro de polêmicas e irregularidades até ser extinta em 2021. Dentre as suspeitas que ainda pairam sobre a operação, uma das mais persistentes é sobre a sua relação com o FBI e o Departamento de Justiça Americano.

    Nesta série original Audible produzida pela Pública, a jornalista investigativa Natalia Viana busca resposta para uma pergunta que a atormenta há anos: o FBI está por trás da Lava Jato ou isso é só uma teoria da conspiração?

    Você vai acompanhar uma investigação em tempo real, conhecer personagens importantes desta história – de procuradores a doleiros e agentes do FBI – e desvendar junto com as repórteres Alice Maciel e Amanda Audi até onde vão as digitais americanas na Lava Jato.

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  • Alimentação e moradia cada vez mais caras, juros elevados e famílias endividadas compõem o atual cenário econômico brasileiro. Junto a isso, ganha força um discurso neoliberal que atribui aos indivíduos a responsabilidade exclusiva por sua situação financeira. Também surgem plataformas de apostas online que prometem soluções fáceis e rápidas, mas acabam comprometendo ainda mais o orçamento de pessoas pobres e periféricas.

    Para entender melhor a lógica de consumo e endividamento das famílias brasileiras, o Pauta Pública recebe Kauê Lopes dos Santos. Geógrafo, professor e pesquisador de economia urbana, lançou neste ano, pela editora Fósforo, o livro "Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia". Na conversa com Andrea Dip, Kauê foge dos clichês da moralização e mostra como grande parte das dificuldades financeiras enfrentadas pelas classes média e baixa está ligada a questões estruturais.

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  • O ambiente digital está no centro da disputa política e sua instabilidade parece cada vez menos um modelo de negócio e mais um projeto de poder. As redes sociais deixaram de ser apenas espaços de troca para se tornarem palco de ataques e disputas, e em um ambiente marcado pela economia da atenção, conteúdos de apelo emocional ganharam mais espaço do que a compreensão sobre o que verdadeiramente está em jogo na política.

    Neste episódio do Pauta Pública, Andrea Dip conversa com a antropóloga e pesquisadora Letícia Cesarino sobre os impactos dessa transformação para a democracia. Ela analisa como estamos passando de uma lógica de bolhas para uma espécie de “névoa mental permanente”, em que o acesso aos fatos públicos se distancia cada vez mais da complexidade da política. Cesarino também discute os riscos dessa nova configuração para as eleições de 2026, o avanço da extrema direita nas plataformas digitais e os desafios de reconstruir debates públicos capazes de enfrentar a desinformação e garantir a democracia. Ouça agora!

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  • Em ano eleitoral, os ataques e a violência política ganham destaque nos espaços de poder. Mesmo que esses ataques atinjam diferentes grupos, mulheres e pessoas LGBTQIA+ seguem entre os principais alvos e discursos de ódio. Ainda assim, são elas que continuam construindo projetos políticos comprometidos com uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva. As trajetórias da deputada federal Erika Hilton e da vereadora Amanda Paschoal (PSOL-SP), são exemplos desse compromisso. Mesmo sendo constantemente alvo de transfobia e violência política, ambas atuam em temas de grande apelo popular e que mobilizam diretamente o debate público nacional, como a proposta pelo fim da escala 6x1.

    Neste episódio do Pauta Pública, Andrea Dip conversa com a vereadora Amanda Paschoal sobre os desafios da participação política em tempos de avanço da extrema direita. A partir de sua própria experiência como alvo de violência política, Amanda analisa o papel das fake news, a lentidão das instituições na responsabilização dos agressores e os riscos desta realidade para a democracia.Ouça agora!

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  • Este episódio tem descrições detalhadas de violência e pode não ser adequado para todos.

    No último dia 18 de maio, a Marinha de Israel atacou ilegalmente, em águas internacionais, navios em missão humanitária que tentavam romper o bloqueio à Faixa de Gaza para atender a população. As ações resultaram na apreensão dos barcos da Flotilha Global Sumud e no sequestro de ativistas de diversos países, incluindo o Brasil.

    O médico pediatra Cássio Pelegrini, que atua no atendimento a imigrantes em São Paulo, era um dos integrantes da Flotilha e é o entrevistado do Pauta Pública desta semana. Na conversa com Andrea Dip, ele faz um relato detalhado do horror vivido nas mãos dos militares israelenses: espancamentos, choques, privação de água, exposição ao frio e ao calor, violência sexual e violência psicológica extrema. Relatos de tortura, que contaram com o aval do próprio ministro de Segurança Nacional do país, Itamar Ben-Gvir, que chegou a divulgar em suas redes sociais vídeos de ativistas amarrados e ajoelhados, com a legenda “bem-vindos a Israel”.

    Apesar da violência extrema, Pelegrini considera que os ativistas seguem firmes no apoio ao povo palestino: “eles fraturaram muitos corpos e foram violentos com a gente psicologicamente, mas em nenhum momento tivemos dúvida de que era o correto estar ali. Então, moralmente, a gente saiu intacto”, afirma.

    Ouça agora e confira a transcrição do relato em nosso site.

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  • Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados. A cinco meses das disputas de 2026, o atual cenário político já é complexo e instável. Lula disputa sua possível última eleição em um contexto atravessado por guerras no mundo, crises econômicas e pela crescente desinformação nas redes sociais, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o bolsonarismo tenta reorganizar sua sucessão política em meio às incertezas sobre a possível candidatura de Flávio Bolsonaro, atualmente envolvido em escândalos e em disputas de narrativa em torno da própria realidade dos fatos.

    O Pauta Pública desta semana mergulha neste cenário com um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Ricardo Kotscho. Na entrevista com a Andrea Dip, ele alerta que o debate público brasileiro vive uma crise que vai muito além dos nomes colocados na disputa presidencial. Kotscho analisa como a desinformação, a fragilidade das instituições e o esvaziamento da participação política ajudam a moldar o cenário atual do país, e destaca a importância do jornalismo no comprometimento com o futuro do país.

    Ouça agora!

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  • “Quem tem medo de gênero?”Judith Butler busca responder a essa pergunta em seu mais recente livro, publicado pela editora Boitempo. A escritora e filósofa analisa como o conceito de gênero foi distorcido pela ideia fantasiosa de “ideologia de gênero”, sendo retratado como uma ameaça à família por movimentos ultraconservadores religiosos e de extrema direita, com objetivo de criar pânico moral e alavancar agendas antidemocráticas.

    Em entrevista ao Pauta Pública, Butler reflete sobre como o conservadorismo desloca as verdadeiras ameaças produzidas pelo capitalismo e pelas crises contemporâneas para pautas ligadas à igualdade, aos direitos e à diversidade. Na conversa com Andrea Dip, a filósofa também aponta caminhos para imaginar um mundo mais habitável e igualitário, baseado em solidariedade, alianças coletivas e novas formas de convivência.


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  • Neste mês lembramos 20 anos dos “crimes de maio”, quando mais de 500 pessoas - em sua maioria jovens negros - foram mortas em São Paulo, em operações policiais que seriam uma “onda de resposta” aos ataques do PCC que aconteceram no mesmo período. Mas também celebramos o nascimento desse movimento que se tornou um dos mais importantes do Brasil: Mães de Maio é um movimento que buscou transformar o sofrimento imensurável de perder um filho assassinado pelo Estado em luta contra a opressão, a injustiça e o racismo.

    Às Mães de Maio se juntaram outras, de todo o Brasil. Hoje a organização luta por justiça, reparação e acolhimento da dor de mulheres que perderam seus filhos para a violência policial. O Pauta Pública orgulhosamente recebe Débora Silva, fundadora do movimento, que nos lembra que nesse dia das mães não podemos esquecer as mães enlutadas nas favelas, nos territórios indígenas, nos quilombos, no campo e nas periferias.
    Ouça agora.

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  • Desde a Revolução Industrial a tensão entre homem e máquina permeia o mundo do trabalho. Até hoje, na maior parte das vezes prevalece a ideia de que nada pode parar o progresso e o que resta aos trabalhadores é se atualizar: aprender a operar as máquinas e assim sobreviver.

    O mesmo acontece agora com a disseminação massiva da IA no mundo do trabalho. Os modelos de inteligência artificial não apenas realizam tarefas, mas já mediam processos seletivos, avaliam desempenho de trabalhadores e convocam para um futuro onde sequer exista o trabalhador que opera as máquinas. Se esse futuro é realista ou não, pouco se sabe, mas é fato que cada vez mais empresas investem e obrigam seus funcionários a operar essas tecnologias.

    Para conversar sobre a incerteza sobre o futuro do trabalho, Andrea Dip conversa com a socióloga e psicanalista Marta Bergamin, coordenadora do curso de pós-graduação em Sociopsicologia e professora da Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política).

    Ouça agora.

    Curso Pública de Jornalismo: inscreva-se no programa de trainee da Agência Pública até 15/05. Exclusivo para pessoas negras, indígenas e trans que tenham concluído a graduação em jornalismo nos últimos 3 anos: apublica.org/curso-publica-de-jornalismo


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  • Em março deste ano, a Agência Pública completou 15 anos de existência. Para marcar essa trajetória, aconteceu em São Paulo o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.

    Para quem não conseguiu participar dos debates ou gostaria de relembrar os melhores momentos, preparamos três episódios especiais com uma versão editada de cada mesa. Neste segundo episódio, você confere “Informação que mobiliza”, com mediação da cofundadora da Pública, Marina Amaral. Ela recebe Neon Cunha, referência na luta por direitos humanos e pessoas LGBTQIAPN+ e Raull Santiago, ativista e fundador da Agência Brecha e Instituto Papo Reto.Ouça o episódio e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta volta à programação normal.

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  • Mesmo após o anúncio de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, que prometia reduzir os ataques e abrir caminho para negociações, o cotidiano em Gaza continua marcado por bombardeios, mortes e destruição. Desde o início dos ataques já foram mortas pelo menos 70 mil pessoas só na faixa de Gaza, e os números aumentam diariamente. Na prática, se trata de um acordo frágil, constantemente violado, em que a população civil permanece exposta à violência cotidiana.

    Neste episódio, o Pauta Pública mostra os efeitos dos ataques na vida da população palestina e as perspectivas para o futuro. Andrea Dip conversa com o jornalista palestino Motasem A Dalloul, que vive e reporta os acontecimentos diretamente da Faixa de Gaza. Além de lamentar a perda da sua casa e de grande parte de sua família, incluindo esposa e três filhos, Dalloul fala sobre a precariedade das condições de vida dos palestinos e critica o papel das potências ocidentais em relação à violência na região.

    A entrevista foi realizada em inglês e dublada por Ricardo Terto.

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  • No dia 17 de abril de 2016, o Brasil acompanhou a votação do segundo pedido de impeachment de um presidente da República desde a redemocratização do país. Diferente do ocorrido com Fernando Collor em 1992, que renunciou ao cargo antes da votação final, o processo contra Dilma Rousseff chegou até o fim, e o período foi marcado por polêmicas e ataques misóginos à então presidente.

    Casa cheia, burburinho, empurra-empurra e faixas estendidas compunham o cenário da Câmara dos Deputados na tarde que entraria para a história. As justificativas de voto apresentadas pelos deputados se tornaram momentos emblemáticos, como a de Jair Bolsonaro, então deputado federal pelo Rio de Janeiro, que dedicou seu voto ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, responsável por torturar a própria Dilma durante a ditadura militar.

    Um dos protagonistas no dia da votação foi Jean Wyllys, então deputado pelo PSOL, que foi ofendido por Bolsonaro e reagiu com uma cusparada. Após o ocorrido, Jean passou a sofrer ameaças a ponto de decidir abandonar a carreira política e sair do país. Dez anos depois, ele conversa com Andrea Dip no Pauta Pública, analisando os impactos que a histórica votação e o impeachment de Dilma como um todo tiveram na política e na sociedade brasileira - e o que está em jogo nas eleições de 2026.

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  • Ouça A Última Bolacha, o novo podcast narrativo da Agência Pública: uma investigação testemunhal une jornalismo, experiência, confissões e psicologia, numa indigesta jornada que só foi possível por vida e morte andarem lado a lado.

    Serão cinco episódios inéditos, lançados no dia oficial de começar a dieta, às segundas.
    Primeiro episódio no ar!

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  • O termo sionismo cristão ganhou visibilidade em meio aos atuais conflitos no Oriente Médio, mas está longe de ser uma ideia recente. Em linhas gerais, pode ser definido como um conjunto de crenças e práticas que articulam apoio religioso, simbólico e político ao Estado de Israel, e que apoiar Israel é, para parte dos cristãos, uma forma de cumprir o plano de Deus.

    Para entender como esse movimento pode influenciar os rumos da política nacional e internacional, Andrea Dip entrevista o teólogo e ativista de direitos humanos Ronilso Pacheco. Ele mostra que o sionismo cristão se estrutura a partir da fusão entre um cristianismo conservador e uma defesa quase incondicional de Israel, que mistura elementos religiosos, culturais e políticos.

    Afinal, o que está em jogo quando fé, política e disputas territoriais se misturam dessa forma? Ouça o episódio completo e deixe seu comentário. Não esqueça de curtir e avaliar o Pauta Pública nas plataformas de áudio.

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  • Em 15 de março deste ano, a Agência Pública completou 15 anos de existência, fazendo jornalismo investigativo e independente. Para marcar essa trajetória, aconteceu em São Paulo o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.

    Para quem não conseguiu participar dos debates ou gostaria de relembrar os melhores momentos, preparamos três episódios especiais com uma versão editada de cada mesa. Neste primeiro episódio, você confere “Guerra ao jornalismo”, com mediação da cofundadora da Pública, Natália Viana. Ela recebe Daniela Lima, jornalista do UOL, que recentemente esteve no centro de uma demissão polêmica da GloboNews; a jornalista e repórter da Folha de S.Paulo, Patrícia Campos Mello, que sofreu diversos ataques, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro, e a pesquisadora Nina Santos, hoje secretária adjunta de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência.

    Ouça o episódio que está imperdível e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta Pública volta à programação normal.

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  • Atualmente, a Inteligência Artificial está presente em grande parte das atividades humanas. O seu uso já reflete impactos no campo do trabalho, da informação e do aprendizado, mas o que acontece quando essas tecnologias passam a mediar também o campo simbólico, espiritual e religioso? Há desde usuários que acreditam estar de fato conversando com uma consciência de outra dimensão, até as situações mais corriqueiras, como pastores que utilizam IA para criar sermões e pregações.

    Para falar sobre esse tema pouco explorado, o Pauta Pública recebe o acadêmico e pastor Valdinei Ferreira, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Na conversa com Andrea Dip ele fala como tem sido a adaptação para estes novos tempos em que as inteligências artificiais encontram a fé. De acordo com o pastor, a IA não só está transformando, como deve transformar ainda mais as experiências religiosas. Ao mesmo tempo que destaca limites importantes, como saber criar um filtro crítico para interpretar as mensagens e não deixar as tecnologias substituírem as vivências.

    Ouça o episódio completo e compartilhe nos comentários sua opinião sobre o tema. Não deixe de seguir e curtir o Pauta Pública e fazer este programa chegar a mais pessoas.


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  • No último dia 28 de fevereiro o mundo entrou em um novo capítulo de sua história. Ataques militares coordenados por Estados Unidos e Israel atingiram o Irã,deixaram centenas de mortos e ampliaram o risco de uma escalada regional e até de uma nova corrida nuclear. Em meio aos ataques militares, as narrativas também entraram em disputa. Enquanto parte da imprensa e da população do restante do planeta acreditam no objetivo de “libertar” o povo iraniano, dentro do país o conflito envolve disputas mais amplas e interesses que vão além da retórica de liberdade.

    Para falar sobre os conflitos internos e avaliar os desafios para redefinir o futuro do país, o Pauta Pública conversa com Parvin Ardalan, jornalista, escritora e ativista feminista. Cofundadora do Centro Cultural das Mulheres Iranianas e da Campanha Um Milhão de Assinaturas, Parvin vive hoje exilada na Suécia. Ela fala sobre sua trajetória pessoal, perseguições enfrentadas dentro do regime e como Estados Unidos e aliados representam apenas mais uma forma de dominação.


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