Afleveringen
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Em 1996, uma rapariga anos gravou um refrão com uma exigência inteira lá dentro: parem de me tratar como criança.
"Já não sou bebé" não é um capricho - é um manifesto de quem quer ser levado a sério.
Neste quarto estudo de caso, o Departamento de Estudos Pimba pega no tema que lançou a Romana e pergunta o que é que este protesto contra um diminutivo revela sobre a nossa pressa toda de crescer - e sobre quem decide quando é que já crescemos.
Pelo caminho, nasce uma teoria nova sobre a palavra que nos prende à infância.
Não dizemos qual.
A regra da casa mantém-se: a piada está sempre no excesso da análise, nunca na música.
🎓 Investigação avançada sobre emoções populares.
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Nunca gozamos com a música. A piada está no exagero da análise, nunca na canção.
Pimba, logo existo. -
Graciano Saga passou quatro décadas em França a cantar para quem também tinha partido.
E deu voz àquilo que um país inteiro sentia sem saber dizer: a saudade de quem fica e a de quem vai.
Neste terceiro estudo de caso, o Departamento de Estudos Pimba pega no hino não oficial da emigração portuguesa e pergunta o que é que ele revela sobre um país habituado a exportar os seus.
Aviso da casa: a piada está sempre no excesso da análise, nunca na música.
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Nunca gozamos com a música. A piada está no exagero da análise, nunca na canção.
Pimba, logo existo. -
Zijn er afleveringen die ontbreken?
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No final da década de 90, Mónica Sintra transformou a pior descoberta de uma relação num disco de platina.
"Afinal havia outra": três palavras que contam um drama inteiro.
Neste segundo estudo de caso, o Departamento de Estudos Pimba pergunta o que ninguém teve coragem de perguntar: porque é que um país inteiro decidiu pôr a traição a tocar nos seus leitores de CD?
Pelo caminho, nasce uma teoria nova sobre a forma como Portugal escolhe sofrer.
Aviso da casa: a piada está sempre no excesso da análise, nunca na música.
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Nunca gozamos com a música. A piada está no exagero da análise, nunca na canção.
Pimba, logo existo. -
Em 1995, a Ágata cantou um convite de quatro palavras que ninguém levou a sério durante quase trinta anos: Chora no meu colo.
Neste primeiro estudo de caso, o Departamento de Estudos do Pimba pega num refrão de baile e segue o Método P.L.E. até onde ele nos levar - para perceber o que esta música andou este tempo todo a esconder sobre a forma como os homens (não) choram.
Pelo caminho, nasce pelo menos uma teoria nova. Não dizemos qual.
Spoiler Alert: é mais sério do que parece. E nós levamos isto muito a sério.
Vem descobrir o que é que esta música sempre soube sobre nós.
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Nunca gozamos com a música. A piada está no exagero da análise, nunca na canção.
Pimba, logo existo. -
Bem-vindos ao episódio zero do Pimba Logo Existe.
Isto não é um podcast de nostalgia. Não é um programa de música. Não é uma tese… embora também possa fingir que é.
Aqui nasce o Departamento de Estudos Pimba - um espaço sem financiamento, sem aprovação académica e com demasiada vontade de levar a música popular portuguesa a sério… mas não demasiado a sério.
Neste episódio fundador, apresentamos o método PLE (Pimba, Logo Existe), explicamos porque é que um refrão diz mais sobre o país do que muitas teses académicas, e abrimos a primeira grande pergunta do projeto:
O que é que a música popular revela sobre nós quando a ouvimos sem filtro?
Entre análise cultural, humor e alguma parvoíce controlada, este é o ponto de partida de uma investigação que vai transformar refrões em leituras sociais — e festas de aldeia em arquivos emocionais do país.
Próxima paragem: 1995.
E sim… isto vai piorar antes de melhorar.
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Nunca gozamos com a música. A piada está no exagero da análise, nunca na canção.
Pimba, logo existo.