Afleveringen
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O 6.º e último episódio deste podcast é dedicado sobretudo ao balanço dos 40 anos do SIS, seja no que diz respeito à eficácia no cumprimento da missão, seja na constante e complexa gestão das pressões a que está sujeito. Um balanço que inevitavelmente inclui referências ao que o SIS ainda não pode fazer, em prejuízo do seu desempenho.
“SIS: 40 anos de segredos” conta a história do Serviço de Informações de Segurança. Assinala a abertura de portas em fevereiro de 1986, mas começa a ser contada a partir de abril de1974.Pela voz de quem o desenhou, instalou e dirigiu, é explicada de forma inédita como funcionam e foram evoluindo as vertentes da formação e da fiscalização.
Uma investigação jornalística de Celso Paiva Sol, contada em seis episódios, com tratamento sonoro dos estúdios Billyboom Sound design e capa de Tiago Pereira Santos. Publicado entre março e abril de 2026 no Expresso, com a direção de João Vieira Pereira.
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A mudança para o Forte D. Carlos I, na Ameixoeira, concretizada em 2008, marcou um ponto de viragem na história do SIS e de todo o sistema de informações português. Neste quinto episódio, revisitamos esse momento decisivo, com o nascimento de uma sede com escala, segurança e identidade, e regressamos a dois pilares centrais dos serviços secretos: a formação e a fiscalização.
Dos recrutamentos e modelos pedagógicos ao projeto de uma futura “escola de espiões”, passando pelos mecanismos de controlo político, técnico e judicial, ouvimos protagonistas como Neiva da Cruz, Paulo Mota Pinto e José Santos Pais. É também aqui que se revela o caso Carvalhão Gil, o agente do SIS apanhado a vender segredos à Rússia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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O 11 de setembro é, até hoje, o mais importante caso de estudo sobre o papel das informações na prevenção das ameaças. Serviu de exemplo e de referência para tudo o que viria a ser feito a partir daí. Com as torres gémeas caíram preconceitos, desconfianças e até reservas sobre a existência de serviços secretos, e, em sentido inverso, disparou o interesse e o investimento na sua atividade.
Portugal não foi exceção: aumentou orçamentos, recursos humanos, e, sobretudo, ultrapassou o impasse em que se encontravam os planos de reforma do próprio sistema.
Mas este 4º episódio tem mais para contar. Recorda o ambiente de tensão e risco que o terrorismo de inspiração islâmica instalou na Europa, e detalha o atentado que o SIS garante ter evitado em solo nacional. O alvo era a cerimónia de abertura do Euro 2004 realizada na cidade do Porto.
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No terceiro episódio de SIS: 40 Anos de Segredos, revisita‑se um período crítico na consolidação do Serviço de Informações de Segurança, marcado por polémicas, fragilidades estruturais e sucessivas tentativas de afirmação institucional.
A queda de Ramiro Ladeiro Monteiro após o 'caso Madeira' funciona como ponto de viragem, abrindo caminho à entrada de Daniel Sanches e, mais tarde, de Rui Pereira. Ambos descrevem um serviço ainda incipiente, com poucos meios, forte desconfiança pública, escassa atenção política e até resistência de outras forças de segurança, mas também com uma base humana qualificada que permitiu iniciar mudanças profundas.
O episódio dedica uma atenção central à fiscalização do sistema de informações, tanto na vertente técnica, assegurada pela Procuradoria‑Geral da República, como na vertente política, a cargo da Assembleia da República. Celso Paiva Sol recupera também as reformas introduzidas por Rui Pereira, que apostou na abertura do SIS à sociedade, na criação de identidade institucional, no reforço da cooperação internacional e numa tentativa de normalização da imagem pública de um serviço que lutava para deixar de ser visto como irrelevante ou suspeito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O impacto internacional do assassínio de Issam Sartawi, em 1983, convenceu Mário Soares da urgência de criar um sistema de informações em Portugal. Mas foi o homicídio do diretor‑geral dos serviços prisionais pelas FP‑25, em 1986, que levou Cavaco Silva a acelerar o arranque do SIS, entregue a Ramiro Ladeiro Monteiro.
Num edifício ainda em obras no centro de Lisboa, com apoio de serviços americanos, israelitas e europeus, nasceu a primeira geração de espiões portugueses. Testemunhos de figuras como Rodrigues Cardoso recordam a improvisação desses primeiros tempos e o ambiente intenso dos cursos de formação, que moldaram agentes vindos de áreas diversas.
Os primeiros oito anos do SIS foram marcados por resistência social e política, ainda marcada pelo estigma da PIDE, visível nas manifestações frequentes à porta do Serviço. Apesar disso, diretores, formadores e agentes lembram um período de forte dedicação, em que se construíram as bases físicas, legais e operacionais da nova estrutura de informações do país.
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Na sequência do 25 de abril de 1974, a produção de informações ficou nas mãos dos militares. Forçosamente em rutura com os métodos usados no Estado Novo, mas ainda sem meios e conhecimentos para enfrentar todos os desafios de segurança que Portugal tinha pela frente. A espionagem típica da Guerra Fria, o terrorismo nacional e internacional, e até as consequências políticas e sociais da descolonização.
O fantasma da PIDE e a instabilidade das instituições foram atrasando o que se sabia ser inevitável, e só uma década depois, quando o PS de Mário Soares e o PSD de Mota Pinto se encontraram no IX Governo Constitucional, houve condições para trabalhar na construção de um sistema de informações civil e democrático.
É por este tempo de experiências no desconhecido que começa este “SIS: 40 anos de segredos”, o podcast que conta a história do Serviço de Informações de Segurança em seis episódios. Oiça aqui a primeira parte.
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O Expresso apresenta “SIS: 40 anos de segredos”, um podcast documental onde se conta a história do Serviço de Informações de Segurança. Pela voz de quem o desenhou, instalou e dirigiu, é explicada de forma inédita como funcionam e foram evoluindo as vertentes da formação e da fiscalização.
Siga esta investigação jornalística de Celso Paiva Sol, contada em seis episódios. Novo episódio todas as terças-feiras já a partir de 24 de março.
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