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O Ilustríssima Conversa deste sábado (22) recebe a pesquisadora Juliana Belo Diniz, que atua como psiquiatra clínica e psicoterapeuta no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.
Diniz é autora de "O que os psiquiatras não te contam", com lançamento em março pela editora Fósforo. No livro, a especialista em pesquisa clínica por Harvard e doutora em psiquiatria pela USP questiona o senso comum sobre os transtornos mentais. Entre eles, o de que seriam resultado de mau funcionamento do cérebro ou de que a especialidade médica se resume a prescrever antidepressivos, calmantes, estimulantes e antipsicóticos.
"O conceito de doença não nasce do problema biológico. Não precisa ter algo errado com seu cérebro para a gente dizer que isso é uma doença. Eu defendo que depressão e ansiedade são doenças, porque existem pessoas que sofrem com elas, e que procuram ajuda médica para esse sofrimento, mas não quer dizer que o cérebro delas esteja funcionando errado", a autora afirma no podcast.
Produção e apresentação: João Rabelo
Edição de som: Raphael ConcliSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Em um dia histórico, Jair Bolsonaro tornou-se o primeiro ex-presidente a virar réu por tentativa de golpe de Estado. A análise do caso foi decidida pela primeira turma do Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira (26), quando os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin leram seus votos, acompanhando o relator, ministro Alexandre de Moraes. Agora, o ex-presidente e mais sete aliados, incluindo militares de alta patente, vão a julgamento — a data ainda não foi marcada. Se condenados, eles podem ser presos por atentar contra a democracia. Diferentemente da terça-feira,(25) quando Bolsonaro esteve no plenário da Corte, neste segundo dia, ele acompanhou a análise do gabinete do filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Depois da sessão, Bolsonaro disse que as acusações são infundadas, repetiu os ataques a Moraes e ao sistema eleitoral. Para analisar as chances de Bolsonaro conseguir evitar uma condenação, Natuza Nery entrevista Davi Tangerino, advogado criminalista e professor de direito da UERJ, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ele também detalhe os votos dos ministros, que decidiram de forma unânime. Depois, para entender as repercussões políticas e o discurso de Bolsonaro que, depois da sessão, disse que as acusações são infundadas e repetiu os ataques a Moraes e ao sistema eleitoral, a conversa é com Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo, âncora na rádio CBN e apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura. "Acredito que ele corre mais risco de ter produzido alguma nova prova contra si. Eu achei que, se tinha alguma estratégia ali, ela se perdeu logo no início daquela longa fala meio desconexa."
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O Brasil tem mais de 258 milhões de aparelhos de celular – uma média superior a um aparelho por pessoa. Aparelhos que carregam dados sigilosos e sensíveis, como fotos, informações pessoais e acesso a contas bancárias. Porta de entrada para a aplicação de diversos tipos de golpe, os celulares se tornaram objeto de desejo de criminosos. Só em São Paulo, maior cidade do país, mais de 183 mil aparelhos foram furtados em 2024 - cerca de 500 celulares por dia. Mas este se tornou um crime que atormenta todos os estados brasileiros. Na semana passada, ao defender a PEC da Segurança Pública, o presidente Lula afirmou que não vai permitir que “a República de ladrões de celular” assuste a população. A fala de Lula representa uma guinada no discurso em torno do tema, como explica Bernardo Mello Franco em conversa com Natuza Nery neste episódio. Colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio CBN, Bernardo aponta como o tema da segurança é um “calcanhar de Aquiles” para o governo, e como a PEC encontra resistência. Depois, Natuza Nery conversa com Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz. É Carolina quem explora a complexidade do roubo de celular, e sua ligação com o crime organizado. Ela avalia que, com um maior número de armas de fogo circulando pelo país, os roubos de aparelhos impulsionaram o aumento de latrocínios. Carolina discorre sobre como esse crime “se democratizou” e afeta todas as classes sociais. E aponta possíveis saídas para enfrentar essa crise crescente.
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Boa terça, angulers! Abrimos o #277 dando um panorama do julgamento da denúncia de Bolsonaro e mais sete aliados que começa hoje (25), no STF. A Primeira Turma vai decidir se aceitará a denúncia da PGR e se os oito integrantes do “núcleo crucial” da trama golpista se tornaram réus. No segundo bloco, debatemos o novo “Guia sobre usos de dispositivos digitais” lançado pelo Governo Federal. Documento importante que orienta família, responsáveis e sociedade na direção de um uso mais consciente e menos nocivo das telas e redes sociais. Por fim, o projeto de reforma do Imposto de Renda que promete começar a corrigir a grande injustiça tributária brasileira. Sirva-se!
Edição e mixagem: Tico Pro
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No Brasil, se consultar com um homeopata ou tomar "bolinhas" de homeopatia para lidar com alguma condição médica não é incomum.
Também é comum se deparar com questionamentos sobre a eficácia da homeopatia. Mas o que explica a sobrevivência da prática ao longo de séculos de forte avanço da chamada medicina tradicional —e por que tantos médicos e pacientes se engajam com a homeopatia, apesar de não haver comprovação de que os glóbulos funcionem?
Essas questões estão no cerne de "Cultura Homeopática: uma Investigação sobre a Comunicação do Desconhecimento", livro recém-lançado do sociólogo Lenin Bicudo Bárbara.
Doutor pela USP, Bicudo discute neste episódio as bases da homeopatia e apresenta os principais marcos da sua história no Brasil, como a aproximação com o espiritismo kardecista, o papel de generais no reconhecimento da homeopatia como especialidade médica e as estratégias usadas para preservar a legitimidade da prática e o mercado de seus profissionais.
Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Lucas MonteiroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Neste episódio, analisamos os recentes ataques dos Estados Unidos contra os Houthis no Iêmen, explorando os motivos, as consequências geopolíticas e os riscos de uma escalada no conflito regional.
Nos Estados Unidos, discutimos a possibilidade do governo Trump adotar uma taxação sobre capitais que entram no país, uma medida que pode impactar fluxos financeiros globais e alterar a dinâmica do dólar como ativo de refúgio. No cenário diplomático, destacamos a expectativa para a conversa entre Vladimir Putin e Donald Trump nesta terça-feira, que pode determinar os rumos das negociações de um possível cessar-fogo na Ucrânia.
Outro ponto de tensão envolve a China, que demonstrou incômodo com a recente troca de controle sobre o Canal do Panamá, levantando questionamentos sobre sua influência na América Latina e as disputas estratégicas na região.
Na Geleia da Shakira, comentamos um protesto inusitado: congressistas se vestiram de Smurfs para denunciar casos de corrupção, um ato que viralizou e gerou reações no debate público.
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Boa terça, angulers! O Angu recheado de política e economia voltou! No #276, abrimos comentando os dois meses do governo Trump. As tarifas do aço e alumínio começaram a valer e o etanol também está na mira. No segundo bloco, a polêmica machista de Lula ao se referir a Gleisi como “mulher bonita”. Falamos também do novo programa de crédito consignado do governo. Por fim, ainda não tínhamos falado do Oscar! Celebramos e enaltecemos a vitória de “Ainda estou aqui” como melhor filme internacional e a dedicação e trabalho de toda a equipe do filme. Sirva-se!
Edição e mixagem: Tico Pro
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Durante quatro meses, o brasileiro Luckas Viana Santos foi forçado a trabalhar diariamente 17 horas por dia em Mianmar. Aos 31 anos, ele aceitou uma oportunidade de emprego na Tailândia e foi levado, sem saber, para o país vizinho. Luckas foi preso e torturado, sem poder se comunicar com a família. Ele é o convidado de Natuza Nery neste episódio. Luckas conta em detalhes como foi parar em um local com mais de 5 mil vítimas de tráfico humano, as condições a que foi submetido e uma rotina de ameaças. O trabalho, na verdade, consistia em aplicar golpes seduzindo “clientes”. A remuneração prometida de US$ 1.500 era falsa, e o salário recebido dava apenas para comprar itens básicos, como sabonete. O brasileiro relembra em detalhes como foi a fuga, no último dia 8 de fevereiro. Com a ajuda de uma filipina, um paquistanês e um queniano, o grupo de 60 pessoas bolou um plano para escapar do complexo durante uma madrugada. “Comecei a correr, correr, correr”, relembra, mas, após dias de maus-tratos, não conseguiu ir muito longe. “É algo que vai ficar sempre na minha mente”, diz. A história de Luckas retrata um crime do qual crianças, mulheres e homens são vítimas, atraídos por falsas promessas de emprego. Segundo um relatório divulgado pela ONU em dezembro do ano passado, mais de 200 mil pessoas foram vítimas de tráfico humano entre 2020 e 2023 no mundo inteiro. Natuza entrevista também Cintia Meireles, coordenadora da ONG internacional The Exodus Road, grupo que ajudou no resgate de Luckas e de outros brasileiros. Cintia explica o que caracteriza o crime de tráfico humano, os danos físicos e psicológicos com os quais as vítimas lidam após serem resgatadas e como é possível combater esquemas deste tipo de crime.
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Episódio publicado originalmente em 3 de outubro de 2023.
Por que sentimos que não temos tempo para nada? Como o nosso estilo de vida faz parecer que tudo está acelerado? O que o modo de produção capitalista e a economia moderna têm a ver com essa percepção? E como isso se relaciona com a entropia: um dos conceitos mais interessantes, misteriosos e importantes da física.
Mergulhe mais fundo
Sem tempo para nada (link para compra)
Entropia Social: Uma termovisão do mundo
Episódio relacionado
#43 – Corra, humano, corra!
Entrevistados do Episódio
Luiz Mauro Sá Martino
Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero e autor do livro “em tempo para nada: Como tudo ficou acelerado, por que estamos tão cansados e as alternativas realistas para mudar” (Vozes, 2022).
Luiz Tadeu Fernandes Eleno
Professor da Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP), doutor em ciência e engenharia de materiais, pós doutor em física.
Ficha técnica do episódio
Locução adicional: Priscila Pastre.
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Trilha sonora tema: Paulo Gama.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Apoio de produção: Ana Carolina Maciel.
Apoio de edição: Matheus Marcolino.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
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Paris Marx is joined by Chris Gilliard to discuss David Golumbia's final book Cyberlibertarianism and how right-wing politics shaped how we think about the internet.
David Golumbia wrote an essay called “ChatGPT Should Not Exist” in December 2022.Matt Bors drew a comic called “You made become a Nazi!”Cyberlibertarianism is out now from the University of Minnesota Press.
Chris Gilliard is co-director of the Critical Internet Studies Institute and author of the forthcoming book Luxury Surveillance, coming in 2026.
Tech Won’t Save Us offers a critical perspective on tech, its worldview, and wider society with the goal of inspiring people to demand better tech and a better world. Support the show on Patreon.
The podcast is made in partnership with The Nation. Production is by Eric Wickham.
Also mentioned in this episode:Support the show
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It's never too late to make things right—even when cracks form within our relationships with our families, our environment...or the inevitable. This hour, TED speakers offer healing solutions. Guests include clinical psychologist Becky Kennedy, death doula Alua Arthur and indigenous community leader and conservationist Valérie Courtois. Original broadcast date: October 6, 2023
TED Radio Hour+ subscribers now get access to bonus episodes, with more ideas from TED speakers and a behind the scenes look with our producers. A Plus subscription also lets you listen to regular episodes (like this one!) without sponsors. Sign-up at: plus.npr.org/ted
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Na véspera do Dia da Mulher, O Assunto publica um episódio sobre um tema que ainda é tabu: a menopausa. Natuza Nery conversa com Fernanda Lima, jornalista e apresentadora do podcast Zen Vergonha, cuja primeira temporada foi integralmente dedicada à menopausa. Depois, Natuza fala com a também jornalista Mariza Tavares, colunista do g1 e autora do livro ‘Menopausa: o momento de fazer as escolhas certas para o resto da sua vida’. Fernanda Lima relata como foi, aos 45 anos, lidar com os sintomas conhecidos – e outros nem tanto – do período de transição conhecido como ‘perimenopausa’. Agora, aos 47, ela fala sobre os reflexos dessa fase nas relações familiares, no corpo e na mente. Fernanda compara o processo com uma “rasteira” que atinge mulheres. E reflete sobre o processo de envelhecimento: “a gente vai ter que parar com a ideia de juventude eterna, que é até um pouco ridícula”, diz. Mariza Tavares explica o que a literatura médica descobriu sobre a menopausa e quais são seus sintomas pouco conhecidos, como a chamada “névoa mental”. Autora do blog ‘Longevidade: modo de usar’, Mariza fala da importância de acompanhar de perto esta fase da vida, principalmente em um país onde o percentual de mulheres na faixa etária de entrada da menopausa quase dobrou em 25 anos. Em 2000, 8,5% da população brasileira era formada por mulheres acima de 50 anos. Hoje, a projeção é de que 15% das mulheres tenham mais de 50, o que equivale a mais de 33 milhões de brasileiras, segundo os dados do IBGE.
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Diana and Rose begin their reign as Queens of the FDS Podcast with a deep dive into female friendships. Get ready to LEVEL UP your friendships, sis!
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O Brasil teve uma alta de 68% no número de afastamentos do trabalho por ansiedade e depressão no ano passado. Foram quase 500 mil, o maior número em uma década, segundo um levantamento exclusivo feito pelo g1. Um problema que é mundial: os afastamentos do trabalho provocados por ansiedade e depressão geram um prejuízo global de US$ 1 trilhão por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). É neste cenário de alerta que o governo anunciou a atualização de uma norma com diretrizes sobre saúde mental no ambiente de trabalho. As regras, publicadas pelo Ministério do Trabalho, passam a valer em maio e podem gerar multa para as empresas, caso sejam identificadas questões como assédio moral e condições precárias de trabalho. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Poliana Casemiro, repórter do g1 e uma das autoras do levantamento, feito em conjunto com a repórter Rayane Moura — elas analisaram dados exclusivos obtidos com o Ministério da Previdência Social. Poliana explica o que muda com as novas regras do governo e faz um raio-x dos números que revelam a existência de uma crise de saúde mental entre trabalhadores brasileiros. Ela conta o que ouviu de quem trabalha e relata como empresas atuam para mitigar o problema. Depois, Natuza conversa com a psicoterapeuta Renata Paparelli. Professora de Psicologia e coordenadora da Clínica do Trabalho na PUC-SP, Renata também coordena o Núcleo de Ações em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. É ela quem analisa o que está por trás da explosão de casos de afastamento do trabalho por problemas como depressão e ansiedade.
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Back in the pre-pandemic days we had a sporting event called The Olympic Games. And at those games there was an opening ceremony that featured the lighting of a cauldron from a torch. Let's chat about that, eh?
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Join Chuck and Josh as they learn that one of the great childhood truths – that carrots help you see better in the dark was totally made up!
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Chip da beleza, modulação hormonal, hormonologia… Nos últimos anos, um monte de expressões vendedoras foram usadas para maquiar a prescrição de anabolizantes para fins questionáveis. E isso com base em deturpações da ciência.
Nesta investigação, mostramos como atuam os médicos e as empresas que lucram com essa repaginação dos anabolizantes, que se expandiram do mercado underground para clínicas luxuosas e para o universo das redes sociais.
No www.cienciasuja.com.br, você encontra a transcrição completa do áudio de resposta do presidente da Blackskull.
Lá você também terá mais informações sobre o podcast e para se tornar apoiador do projeto. A sua ajuda faz a diferença!
Este episódio foi apoiado pelo Pulitzer Center. O Ciência Suja também é financiado pelo Instituto Serrapilheira.
Reportagem “A febre dos hormônios”, da Veja Saúde, que também faz parte do projeto do Pulitzer Center: https://saude.abril.com.br/medicina/a-febre-dos-hormonios-cresce-uso-indevido-de-testosterona-e-companhia/
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The Queens expose the Tricky Tricksters—those sneaky, low value men who know all the right things to say but never follow through. These master manipulators use charm, flattery, future faking and emotional sleight of hand to get what they want without ever offering the real deal. Learn the classic tricks, the subtle gaslighting, and how to stop falling for these low-effort clowns, as the Queens give you the tools to outsmart the players before they even step on the field. Stay sharp, Queens—it’s time to flip the script on those tricky tricksters!
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Bebida sabor café, composto lácteo, mistura de requeijão e amido, e assim por diante, são versões genéricas de alimentos básicos que se tornaram uma alternativa para quem tenta driblar a alta dos preços. Mas essas misturas, com baixo valor nutricional e altamente prejudicial à saúde, são as únicas soluções possíveis?
Para falar sobre o tema, o Pauta Pública desta semana recebe João Pedro Stédile. Economista e líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Stedile analisa os fatores que influenciam a alta dos preços e defende um modelo de produção que valorize a agricultura familiar e a agroecologia para que a população possa consumir alimentos saudáveis e acessíveis.
Confira o episódio e conte o que achou nos comentários. -
Milhares de portugueses começaram a investir em 2024 e muitos outros estão a pensar fazê-lo brevemente, mas têm medo. Num momento estão convencidos e motivados a começar a ganhar dinheiro "a sério" com o seu dinheiro, mas logo a seguir travam a fundo porque têm uma dúvida ou empancam numa pergunta a que não sabem responder. Como podem ultrapassar as dúvidas e as inseguranças?
Este episódio é para eles.
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Este episódio contou com sonoplastia de Filipe Cruz.
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