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As tecnologias e algoritmos desenvolvidos através da inteligência artificial já estão a ser utilizados de várias formas nas nossas interações sociais digitais (aplicações de encontros, aplicações de deteção de quedas, assistentes virtuais com IA, etc.). Que impacto está a IA a ter nas nossas vidas sociais aos dias de hoje? E que impacto poderá ter no futuro?
A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.
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Neste episódio não há “bacoradas”, mas sim dúvidas até “dar com um pau” e à espera de resposta. Em plena luta ancestral (que até pode destruir amizades) afinal, como é que se diz? Ténis ou sapatilhas?
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Sotaque e pronúncia são a mesma coisa ou têm significados diferentes? “Ter aceitado” parece não soar bem, mas está errado? E ainda a tempestade Dana que pode pode (ou não) ter uma nova variação.
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ep.61
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Durante anos, o olival português foi muito subvalorizado, devido ao baixo preço do litro de azeite e ao abandono do olival tradicional. Aos preços praticados hoje em dia, esse olival tradicional terá mais hipótese de ser rentável. É preciso, contudo, que ele seja cultivado e preservado. Uma conversa com a azeitóloga Ana Carrilho sobre o azeite português e não só conduzida por Ricardo Dias Felner no podcast O Homem Que Comia Tudo
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Espaço para divulgação cultural: Joana Marques fala-nos do espectáculo que o casal Kapinha tem em cena.
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Joana Marques fala-nos do facto do ex-apresentador da TVI não querer DE TODO ser envolvido em QUALQUER POLÉMICA!
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Joana Marques fala-nos do novo membro da família Guedes.
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Portugal é o paraíso dos enchidos e da carne de porco. Ricardo Dias Felner exalta a qualidade do porco português, especialmente o de raça alentejana, alimentado a bolota, e tece elogios aos pequenos produtores que tratam os animais por tu.
Em Espanha, os restaurantes de topo só usam carne de raça alentejana de pequenos produtores mas estes são cada vez menos.
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Voltamos e estamos muito bem acompanhadas nesse nosso EP 30. Conversamos com nossa convidada especial @camilanishimoto que contou pra gente o que achou do filme Booksmart (2019), e também compartilhou histórias, livros e iniciativas muito legais. Vem conferir! Sinopse: Duas garotas extremamente esforçadas do ensino médio decidem compensar o tempo perdido e juntar quatro anos de diversão em uma única noite.
Dia 30/10 é dia de fazer o L
#falapotcha #booksmart #lesbica #loveislove #TODXSBrasil
Quer participar do História do Brejo? Mande sua história no link do forms: https://tinyurl.com/2z6cawb6 ou pela DM do instagram no @falapotcha :)
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Bem-vindo a mais um episódio de… Não Há Paciência Sobre Ciência, um podcast em que se fala desnaturadamente sobre natureza.
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Bem-vindo a mais um episódio de... Não Há Paciência Para Ciência, um podcast em que é suposto que se goze com a gnose.
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Bem-vindo a mais um episódio de... Atropelos na Língua, um podcast sobre o nosso idioma, o português.
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Bem-vindo a mais um episódio de... O Nosso Ilustre Convidado É Um Bandido, um podcast em que influencers famosos confessam descaradamente crimes que cometeram.
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O episódio começa com cuecas e acaba em redundâncias, passando por Cristo, Londres e até pelo Cartaxo. No meio disto tudo, o Marco Neves esclarece como é que o “XPTO” chegou à língua portuguesa.
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Ricardo Araújo Pereira é o convidado especial do Marco Neves no primeiro aniversário do Português Suave. O humorista explica como o lado deselegante da língua pode ser irresistível e altamente cómico.
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Água com gás pode dar mais saciedade e mudar o quanto bebemos sem dar por isso. A Nutricionista Mariana Chaves desmistifica este tema.
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Não controlamos os vírus, mas podemos reforçar defesas com o que colocamos no prato. A Nutricionista Mariana Chaves explica como microbiota, alimentos anti-inflamatórios e nutrientes ajudam o corpo.
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“Estava farta de estar mal-humorada, irritada, sempre. Não dormir e trabalhar e estar farta daquele trabalho e ter de continuar”: são as primeiras palavras que Thaísa Santos, técnica de marketing de 32 anos, usa para descrever o burnout que passou. Os primeiros sinais de alerta começaram em 2019: dores físicas, insónia, relações com as pessoas mais próximas cada vez mais tensas. Foram esses os factores que a fizeram pedir ajuda psicológica.
Passou quase dois anos em tratamentos, que incluíram a toma de um antidepressivo, mas agora sente-se melhor e conseguiu mudar de emprego – agora trabalha para uma empresa que respeita o seu tempo e lhe dá flexibilidade.
Não está sozinha. Estima-se que, na Europa, pelo menos 40 milhões de trabalhadores apresentem alguns sinais de burnout. As profissões relacionadas com os cuidados – médicos, enfermeiros, cuidadores informais – estão em maior risco, mas ninguém está isento de risco.
Liliana Dias, psicóloga da área da saúde e do bem-estar no trabalho, explica que o principal sintoma de um burnout é “a exaustão emocional, que se traduz numa diminuição do envolvimento e da dedicação no trabalho”. Os primeiros sintomas podem ser físicos (“um cansaço que não se explica”) mas também um desinteresse no trabalho: “Perco o sentido, porque é que tenho de trabalhar?”.A pandemia também trouxe novos desafios, ao afastar-nos do local de trabalho e da dinâmica social associada, que tem um efeito protector. Mas mais do que burnout, a psicóloga usa o termo “definhamento” para explicar o que nos aconteceu durante a pandemia: “Ainda não estamos numa fase de exaustão emocional ou mesmo com outra patologia do foro mental, como depressão ou ansiedade. Mas estamos num definhamento dos nossos recursos emocionais e cognitivos.”