Afleveringen
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Bruno Cardoso Reis vê o bloqueio ferroviário russo como sinal de nova mobilização forçada. O país enfrenta 35 mil baixas mensais e crise de combustível após ataques a refinarias.
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Madalena Meyer Resende diz que Irão e EUA tentam manter a face sobre Estreito de Ormuz mas com o cuidado de "não partir a corda" nas negociações. Ainda a promessa de vingança que pode afetar a paz.
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Zijn er afleveringen die ontbreken?
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Azeredo Lopes, antigo ministro da Defesa, detalha como o governo de Netanyahu, focado na sobrevivência política, atua para impedir a normalização de relações entre os Estados Unidos e o Irão.
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O Coronel José do Carmo sublinha que Israel usa ameaças como narrativa eleitoral. Também afirma que o Irão adia o dossiê nuclear por ganhos económicos, num regime dividido pela Guarda Revolucionária.
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Orlando Samões afirma que Teerão usa zonas cinzentas para ganhar tempo. O especialista em RI sustenta que Teerão não abdica de um plano secreto com vista à obtenção de armamento para fins militares.
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Jorge Rodrigues defende que os aliados continuam a precisar um do outro. O professor da Porto Business School destaca ainda o sucesso da Ucrânia ao fustigar a retaguarda russa.
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Miguel Baumgartner destaca que a Ucrânia pode forçar uma derrota política à Rússia e negociar em igualdade. Ainda acrescenta que o Irão controla o tempo negocial perante uns EUA sob pressão eleitoral.
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O Tenente-General Marco Serronha explica como o conflito entre Israel e o Hezbollah, e a exigência de retirada do sul do Líbano, podem levar à rotura do acordo entre Washington e Teerão.
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Bruno Cardoso Reis diz que posições contrárias de Irão e EUA sobre encontro em Doha é sinal de "fragilidade" do entendimento entre países. Destaca ainda o impacto da situação no estreito de Ormuz.
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Francisco Pereira Coutinho afirma que os ataques às refinarias russas fragilizam a economia do Kremlin. Também sublinha que o acordo nuclear com o Irão é improvável.
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Liliana Reis destaca que o foco dos EUA mudou para o Médio Oriente, afetando o apoio à Ucrânia. Acrescenta também que a Rússia beneficia com o aumento do petróleo e da divisão entre aliados.
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Irão usa ataques no Estreito de Ormuz para mostrar poder, aproveitando que o regime sobrevive sob sanções há anos e não demonstra pressa para concluir negociações com EUA. Análise de Bernardo Valente.
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Bruno Cardoso Reis afirma que Teerão quer cobrar passagem segura em Ormuz, mau precedente e derrota estratégica para os EUA. O historiador defende que Irão viu plano de dividir os aliados falhar.
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Francisco Calhas acredita que o prazo de 60 dias para um acordo nuclear é irrealista. Segundo o docente, os EUA só querem ganhar tempo e manter o estreito aberto até às eleições de novembro.
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O especialista em Relações Internacionais Orlando Samões explica que, entre taxas iranianas e rotas perigosas, o Estreito de Ormuz está a um passo de virar um engarrafamento global de dar dó.
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Bruno Cardoso Reis nota que Trump foi forçado a reconhecer a utilidade da ONU para vigiar o programa nuclear e o armamento do Irão. O historiador diz que a Ucrânia é uma superpotência dos drones.
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João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, destaca a forma como Israel move "linhas vermelhas" a seu gosto, tratando os apelos de paz dos EUA como meras sugestões.
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Luís Tomé afirma que o acordo de paz é favorável ao Irão. O professor e investigador defende ainda que Israel foi ignorado no acordo e pode tentar boicotar a paz.
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O coronel José do Carmo avisa: o acordo entre EUA e Irão é puro pensamento mágico. Já Washington está a pagar por uma pausa, mas os mísseis e o plano nuclear continuam a ser uma ameaça intacta.
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António José Telo recorda que desarmamento do Hezbollah seria única solução para estabelecer paz minimamente estável no Líbano, mas é duvidoso que o grupo aceite.
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